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O que presenciei no Festival de Wesak

28/08/2013



Abaixo de nós, havia um vale. O tempo parecia estar parado. O céu ficou azul, apesar de ser noite. Os peregrinos caminham, alguns se admiram com a sequencia de cores.

Saímos do platô e em prece caminhamos mais, o ar foi ficando rarefeito e difícil de respirar. Senti meu corpo fraquejar. Os monges que seguiam juntos ajudaram amparando-me, pois devíamos chegar a algum lugar.

Caminhamos mais um pouco e avistei Margarida e Shama Hare sobre um mirante parecido com o anterior, porém mais alto.

Chegamos e ouvi Shama Hare, que olhava o horizonte dizendo:

– Invisível aos olhos, as energias dos Mestres atravessa nossos corpos sutis curando nossa alma de dentro para fora, ajustando nossas vibrações à harmoniosa vibração divina.

Quanto mais dóceis nos prostramos diante dos Mestres, mais fundo penetram em nós suas energias e assim haurimos da Fonte Viva de Seu Amor, a paz e aventura celestes.

Para os "Iniciados", beber do cálice dourado é grande honra que sela seu compromisso com o processo espiritual que almejam, não mais como caminheiros errantes, mas sim como discípulos, em cuja consciência nasce a vontade de evoluir.

Derrama-se sobre muitos, porém, sorvem-no apenas os poucos que já pressentem sua presença.

Absorvendo-lhe a dádiva amorosa, o Cruzeiro implantado concentrará e distribuirá sobre a Pátria do Evangelho, as bênçãos derramadas pelo Buda da Compaixão, condensando-lhe as sutis e elevadas vibrações no nível mais perceptível para os seres encarnados.

É usina transformadora, do Amor de Jesus que é distribuída como um trampolim energético, para os que desejarem saltar da condição de devedores para Servidores da Luz.

Margarida e Shama Hare permaneceram olhando os caminheiros e conversando sobre eles. Compreendi que o Mestre Shama Hare ia indicando a condição de muitos deles, conhecidos de Margarida. Ela olhava e balançava a cabeça, muito séria e com expressão de conformada.

Retornamos para o platô anterior onde estávamos. O céu cobriu-se de um lindo tom branco, indicando a presença de outro Mestre da GFBU (Grande Fraternidade Branca Universal).

Vi uma companheira do GESJ dentro da montanha. Ela estava revestida por camadas de bolhas feitas por um material que não tenho como explicar, mas que lembrava enormes bolhas de sabão.

Dentro da montanha ela e Shama Hare desceram por uma espécie de elevador, até chegarem numa sala de observação, por onde se via a "Besta", sem ser visto por ela.

A sala era toda porosa e notei que, permanentemente, fluíam energias de dentro da sala para o local onde estava a Besta. As doses porém, eram imperceptíveis, mas permanentes e isso atenuava a negatividade daquela "fera" que poderia ser ainda pior, se aquele sistema não existisse.

Soube que aquele energia era abastecida todos os anos no Festival de Wesak, e consumida durante um ano.

A porosidade natural da montanha filtra a energia que chega até a "Besta" e ao mesmo tempo absorve e neutraliza parte de sua negatividade.

Penha seguia a frente de um grupo de mulheres; estavam de branco e parecia ser a primeira vez que participavam da "Festa".

Penha estava vestida com uma roupa branca. Uma capa cobria suas costas fechando-se à frente por um lindo broche do triângulo e da cruz. Nos seus olhos havia um brilho de felicidade inexplicável.

GESH – 25/05/2013 – Festival de Wesak – Vitória, ES – Brasil




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