78

NOVA Divulgação 78

06/04/2019



Tema: VAMPIRISMO

 

Índice

 

PALAVRAS INICIAIS

 

01. HOJE, VAMPIROS; AMANHÃ, ANJOS  - Rochester

02.  JUNTOS NO MESMO HOSPITAL - Cintia

03. A ESPERANÇA É SEMPRE O COMBUSTÍVEL DA MENTE COMPROMETIDA - Denis

04. PROSSEGUIREMOS COM ESSE TRABALHO ENQUANTO O PAI DETERMINAR - Joanna de Angelis

05.  EU JÁ SABIA DA EXISTÊNCIA DE VAMPIROS - Julia

06. DE PERSEGUIDOR, PASSOU A SER PERSEGUIDO - Hercílio Maes

07. LIBERTAÇÃO DAS LEMBRANÇAS DOS DIAS TENEBROSOS - Juliano

08. AGORA SIGO COM JESUS NO CORAÇÃO - Feliciano

09. ESTOU BEM MELHOR AGORA - Elizabeth

10. NA HIERARQUIA, OS VAMPIROS SÃO A ESCÓRIA DO ABISMO - Zinom

11. FUI ENFORCADO EM PRAÇA PÚBLICA -  Giovani

12. RELATO DE UM EX-VAMPIRO - Roenger

13.  ESTE LOCAL ME FAZ MAL - André

14. CORRE MAIS SANGUE NAS ESTRADAS E NOS MORROS - Rochester/Mauricio

15.  ESCLARECIMENTOS SOBRE VAMPIROS - Shama Hare

16.  DIOGO, UM EX-VAMPIRO  - Diogo

17.  A CADA UM, SEGUNDO SEU MERECIMENTO - Madalena

18. A FELICIDADE VOS AGUARDA NO PLANO ESPIRITUAL - Chico Xavier

19.  AO ALCANÇARDES A VITÓRIA, ENXERGAREIS A GRANDIOSIDADE DIVINA - Joanna de Angelis

20. O ESPÍRITO ETERNO ANSEIA POR LIBERTA-SE - Lucas

                        Médiuns: Edilza, Gisele e Penny

 

PALAVRAS INICIAIS

 

Queridos irmãos, que o amor do Cristo Planetário encontre refúgio em nossos corações.

Os dias difíceis que virão, já estão aí. Eventos “inesperados” ocorrem a todo o instante. A ganância, a vaidade, a ânsia de poder e a luxúria saltam aos olhos, sem que nada seja feito. Tragédias marcam nossas vidas e insistimos em achar que nada nos atingirá. Devemos abrir nossos olhos, mentes e corações para o que está acontecendo e ver que o processo de limpeza do planeta Terra acontece célere e não pode mais ser contido.

E os irmãos que ainda estão distantes do estágio ideal de evolução programado para esse planeta saem dos abismos, acirram nossos defeitos e contribuem para nossa decisão em estar à direita ou à esquerda do Cristo. Entre esses irmãos, estão os Vampiros.

Continuamos a apresentar mensagens que esclarecem um assunto, muitas vezes “glamourizado” pelos meios de entretenimento, mas que de glamoroso não tem nada. Os vampiros não são bons e as mensagens apresentam isso, de muitas maneiras. Apenas revelamos a todos aquilo que nos foi passado pela espiritualidade superior, que é uma parte ínfima do que realmente acontece – e pode ser mostrado.

Leiam atentamente. Quem desejar acreditar, que acredite. O importante, para nós, é  “não esconder os talentos sob a terra” (Mateus, 25:14-30). “A quem mais for dado, mais será cobrado.”

Deus abençoe a todos.

Abraços fraternos.

GESJ   

 

 

01. HOJE, VAMPIROS; AMANHÃ, ANJOS

 

Este despretensioso conjunto de Divulgações não tem a intenção de disseminar o pânico entre vós.

Queremos, irmãos, apenas alertar-vos que os Vampiros existem.

São seres humanos desvirtuados das Leis de Deus e deformados em sua aparência humana, em razão da prática delituosa de sugadores de energia alheia.

Os Vampiros estão sendo recolhidos através de lutas - nesse momento de saneamento da Terra para o advento da Nova Era - e todos a eles ligados nas práticas ignóbeis contra os irmãos de humanidade, sejam encarnados ou desencarnados, seguirão para o exílio planetário.

Estejais cientes de que vossas escolhas determinam a evolução ou a estagnação de vossas almas em regiões de dores e sofrimentos.

Viveis momento decisivo para vossos espíritos imortais e eternos: evolução ou degredo planetário e estacionamento por tempo indeterminado nas zonas de sofrimento e dor.

Não há castigo ou vingança por parte do Criador. É o determinismo de Suas Leis que impulsiona as criaturas na espiral de evolução e envia os rebeldes para zonas de limpeza e purificação, até alcançarem os padrões elevados para a ascensão espiritual.

Os Vampiros de hoje, um dia, alcançarão a evolução de anjo; contudo, no momento, percorrerão longo caminho de volta à Casa do Pai, nas condições que escolheram.

A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”, disse-nos Jesus.

Despertai, irmãos, para a hora grave que viveis e atentai para vossas escolhas.

É tempo de progredir.

É tempo de evoluir na prática do Bem ensinado por Jesus.

 

Rochester - 17/05/2014

 

 

02 . JUNTOS NO MESMO HOSPITAL

 

Eu saúdo a todos, em nome de Deus!

Preparamos nossos filhos para a vida material. Ensinamos a trabalharem e a ganharem dinheiro para sobreviverem.

Educamos para que tenham bons modos, para que pareçam pessoas de bem, e corrigimos suas faltas, no intuito de que cresçam honestos e trabalhadores.

Estamos sempre tão preocupados com a vida na matéria, com nossos afazeres, desafios e obstáculos que, na maior parte das vezes, esquecemo-nos do que é essencial.

Melhor ter calçados a menos, do que desconhecer o terreno a ser pisado; melhor ter menos roupas no armário e manter limpa a túnica nupcial – o espírito – para o encontro com Jesus; melhor estar desempregado e sentir as dores da penúria, do que vender a alma e tornar-se escravo dos vícios e da vaidade.

Irmãos, devemos nos recordar das lições perenes do Mestre Nazareno, aquelas que nos auxiliam a preparar nossos filhos e filhas para o que verdadeiramente importa: a vida do espírito.

Deve-se resguardar a sobrevivência material como necessidade da vida do corpo, porém, deve-se levar uma vida de simplicidade, em favor da grandeza espiritual.

Talvez, se eu conhecesse outrora o que conheço hoje, teria oferecido ao meu querido Denis a força moral para enfrentar suas vicissitudes e superar suas dificuldades, para que não viesse a se  entregar tão intensamente à práticas indignas e traiçoeiras.

Amar, nem sempre, é transformar a vida de quem se ama, mas também significa ajudar nossos amados a discernirem entre o certo e o errado, afastarem-se dos problemas e enfrentarem as grandes dificuldades.

Cíntia

Mãe do ex-vampiro Denis

04/10/2013

 

P – A senhora está acompanhando o tratamento de seu filho?

R – De longe. Ainda não fui autorizada a estar constantemente ao seu lado, como é minha vontade.

P – Podemos saber o motivo?

R – Os psicólogos explicaram-me que seu comportamento emocional ainda é muito instável e, por vezes, tem recaídas, tentando sugar energias alheias. Eu não teria forças para enfrentar suas crises sem ceder minhas energias, que o prejudicaria em muito. Também ainda tenho minhas limitações. Mas, à distância, acompanho todo o seu tratamento. Trabalho como voluntária no hospital para me colocar em condições melhores.

Um dia, seremos novamente mãe e filho e procuraremos nos redimir de nossos erros, graças a Deus, que nos concede sempre a dádiva do recomeço.

Paz a todos e muito obrigada pela oportunidade que nos deram.

 

Juntos no mesmo hospital;

Separados por barreiras magnéticas;

Assistidos pela mesma Misericórdia;

Entregues a diferentes colheitas.

 

Cíntia

Obs.: Ela se refere ao fato de estarem no Hospital Servos de Jesus, porém sem a possibilidade de poderem estar juntos, auxiliando um ao outro.

 

 

03. A ESPERANÇA É SEMPRE O COMBUSTÍVEL DA MENTE COMPROMETIDA

 

Fui um vampiro.

Bebia sangue das pessoas quando ainda era vivo, em rituais de magia negra.

Daquela época, só me recordo que me sentia aprisionado entre dois mundos, escravizado por uma força maior do que a minha. Não possuía mais vontade própria, embora para aqueles que conversassem comigo, eu parecesse uma pessoa normal. Meu pensamento não era meu. Minha inteligência não era minha e minhas ações eram decorrentes de minha mente perturbada.

Mas não foi sempre assim...

Tudo começou quando a falência e os graves problemas financeiros empurraram-me na busca de soluções fáceis e rápidas para as dificuldades que enfrentava.

Indicaram-me uma feiticeira. Busquei seus préstimos e logo obtive resultado. Fiquei admirado e grato. Virei cliente assíduo, envolvendo-me mais do que deveria numa trama sórdida e perversa que me colocou a perder.

No início, eram apenas animais que sacrificávamos. Mas, com o tempo, fui me acostumando, tornando-me insensível aos dolorosos quadros de morte dos bichos e aceitando aquilo como algo natural.

Então fui ensinado a usufruir do sangue vivo e quente dos seres sacrificados e as sensações que experimentei deixaram-me inebriado. Lembro-me até hoje do prazer que senti sorvendo fresca a seiva da vida, depois de ser entorpecido pelo cheiro das ervas e beberagens oferecidas aos participantes no ambiente, antes de cada sacrifício. Mas o prazer desses instantes passava rápido e logo vinha o peso da prisão, das correntes que me ligavam fortemente ao local onde praticávamos os atos ignóbeis.

Não sei por quanto tempo fui devoto de práticas tão medonhas, nem tão pouco recordo-me há quanto tempo desencarnei. Mas os acontecimentos que se sucederam, as lutas com seres horrendos em busca de sangue para aplacar a sede insaciável, o terror de caminhar por locais sombrios e perigosos, o desespero de encontrar seres assustadores e não achar forças para deles fugir, tudo está marcado em minha mente.

Orei a Deus pedindo clemência. Nessa hora, um pouco de humanidade apossou-se de mim e fui levado ao encontro de minha mãe que, chorando, suplicou-me para que eu pedisse perdão a Deus e me corrigisse do vício hediondo.

Até aquele instante eu ainda não havia percebido o quanto estava dependente do consumo de sangue, viciado e vencido pelo desejo de matar e usurpar o fluido vital de minhas vítimas.

Desde então, procuro um caminho de redenção. Sinto vergonha e medo.

Tenho momentos de completo nojo de mim mesmo, seguido de forte ímpeto de me matar e confesso que, algumas vezes, já tentei, sem sucesso; foi quando descobri já estar morto.

Passei a receber a visita periódica de enfermeiros e psicólogos que muito têm me ajudado a recuperar a sanidade mental e a me sentir humano de novo.

Às vezes, quando vem a recaída, tenho ímpetos de avançar e atacar meus benfeitores e, quando recobro a consciência, a vergonha e o nojo são ainda maiores. Como posso querer prejudicar àqueles que procuram meios de me ajudar? Como pude chegar a tal ponto?

Quando me disseram que um Grupo estava reunindo depoimentos de ex-vampiros, para alertar as pessoas sobre as consequências de se trilhar pelos caminhos desse vício, achei que minha história poderia ser útil.

Então é aceitar o sofrimento e dar as mãos a Deus, o Único que pode nos ajudar a sair do buraco.

Tudo o que chegar como promessa de solução fácil, desconfiem e fujam! Pode ser uma armadilha. E de um simples falido, devedor como eu, você pode se tornar um fraco, asqueroso e escravizado vampiro.

Peço que enviem uma mensagem de perdão e gratidão a minha mãe, para que saiba que estou tentando, graças a ela, sair dessa vida. E, brevemente, com fé, estarei pronto para recomeçar.

Como já aprendi com os psicólogos: a esperança é o combustível da mente comprometida, pois amanhã será sempre um dia cheio de oportunidades de renovação.

Paz a todos.

      Denis (Um ex-vampiro)

         04/10/2013

 

 

 

04. PROSSEGUIREMOS COM ESSE TRABALHO ENQUANTO O PAI DETERMINAR

 

Irmãs, agradecemos a Deus por essa oportunidade bendita de trabalho.

A atividade que iniciamos, relacionada aos vampiros, em conjunto com os irmãos do resgate, demanda de nós um cuidado singular e especializado, no que diz respeito ao tratamento que temos realizado para a recuperação de criaturas presas a um vício de difícil entendimento na literatura médica.

Tivemos que aplicar cursos específicos sobre o tema para uma equipe cuidadosamente selecionada para lidar com esses doentes.

Porém, a ajuda dos irmãos Extraterrestres e Intraterrenos com seus médicos foi de fundamental importância para que esse trabalho se realizasse. Também a equipe médica chefiada por Dr. Cruz e por Dr. Lucas nos ajuda a lidar com os “viciados em sangue”.

Criamos salas isoladas no hospital para esse necessário tratamento, devido ao alto grau de demência e violência com que chegam até nós. Em situações extremas, é negada a visita dos familiares, pois as cenas de agressividade e de esquecimento dos vínculos de amizade e de família que presenciariam poderiam entristecê-los por muito tempo.

Eles também recebem uma atenção especial na hora da comunicação mediúnica. Quando um ser dessa natureza tem a permissão de aproximar-se de um médium, é porque já decorreu um longo tratamento medicamentoso de terapêutica psiquiátrica.

Lentamente, estamos liberando os que já estão em condições de falarem, mesmo assim sob vigilância severa, para não por em risco o medianeiro.

Prosseguiremos com esse trabalho até quando o Pai determinar.

Paz a todos.

Joanna de Angelis

05/10/2013

 

 

 

05. EU JÁ SABIA DA EXISTÊNCIA DE VAMPIROS

 

Que o Senhor nos ajude na comunicação que vamos realizar!

Eu já sabia da existência dos vampiros, por que meu avô já havia me prevenido, mas, confesso, tomei o assunto como algo fantasioso.

O fato é que os acontecimentos se deram da seguinte forma: Juliano, meu noivo, parecia gostar verdadeiramente de mim e estávamos já com casamento marcado. Homem de boa índole, trabalhador e amigo, confortava-me muito a sua companhia e formávamos um casal feliz, preparando-se para formação de uma nova família.

Entretanto, não sei em que momento, algo aconteceu, e Juliano começou a agir de modo diferente: chegava apressado para nossos encontros diários e saía antes do previsto. Todo o tempo estava inquieto e pude notar nos seus olhos que algo estava errado. Pedi que se abrisse comigo, mas as tentativas de conversa não tiveram resultado. Tive a certeza do seu comportamento estranho quando, durante um jantar em companhia de meu avô e Juliano, ele rejeitou a carne servida por estar muito bem passada e pediu para substituir por outra com mais sangue.

Aquela noite mesmo, meu avô me chamou para uma conversa, alertando-me para a situação, e disse desconfiar de que meu Juliano fora vítima de vampiros e que agora era um deles. Ele estava preocupado com meu destino. Pediu-me que me separasse de Juliano. É claro que não pude atender-lhe o pedido, pois amava meu noivo mais do que tudo.

Procurei com ele conversar e esclarecer as coisas, sem sucesso. Juliano se recusava a falar e, um dia, disse que o melhor era mesmo nos distanciarmos.

Chorei muito, mas aceitei. Talvez ele tivesse se apaixonado por outra. Confortada por meu avô, aceitei a situação. Pouco tempo depois, soube, com pesar, da morte do meu amado Juliano. Porém, em sonho, sempre o via garboso, bonito, saudável e nos encontrávamos em um castelo com um lindo jardim. Era como se já nos conhecêssemos há muito tempo.

Sem perceber, fui me entregando àqueles encontros noturnos, que pensava serem sonhos, enquanto meu corpo adoecia, até não mais poder sair do leito.

Por fim, quando já sem forças, desejando muito estar com ele, o recebi em meu leito, e fui por ele vampirizada até a morte. Desencarnei sob domínio do seu amor hipnótico. Não sei quanto tempo se passou até que meu avô, agora também desencarnado, me resgatasse do transe macabro, fazendo que eu retomasse a lucidez da mente.

Soube que já não há fluido vampiresco correndo em meu corpo e daqui para frente estarei cada dia melhor; ao mesmo tempo minha memória, igualmente, voltará a me pertencer. Preencherei as lacunas mentais que tanto me afligem, para compreender a estranha e horrível aparência que estou apresentando, diferente daquela que, um dia, fui.

Pareço uma vampira, mas não me sinto como tal e se, alguma vez, cometi atos contra as leis de Deus, quero corrigi-los.

Também gostaria de saber por onde anda meu amado Juliano, porém disseram-me que ainda não é hora de conhecer seu paradeiro. Mas quando vier aqui relatar essa situação, iniciará uma nova fase de minha vida, que culminará com o reencontro e planos para um futuro feliz.

Assim é que vim ter convosco.

Julia

25/10/2013

Vidência:

- O espírito da moça se apresentou com aspecto muito doente, pele da cor de cera, olhos fundos, profundamente tristes e com fortes olheiras. Possuía os dentes caninos proeminentes e por eles fluía um fino filete vermelho. Vestia uma camisola branca e os cabelos estavam totalmente desgrenhados.

 

 

06. DE PERSEGUIDOR, PASSOU A SER PERSEGUIDO

 

Médium:

 - Durante a concentração, eu vi uma ala de tratamento destinada aos vampiros que foram conduzidos ao Abrigo Servos de Jesus (Instituição pertencente ao GESJ). Muitos estavam em situação lamentável. O sangue era drenado por máquinas ligadas às urnas que abrigavam seus corpos. Eram seres que trabalhavam nos locais onde os traficantes de drogas matavam suas vítimas. Vi que Hercílio Maes tinha um carinho especial por um rapaz vampiro. Também tive acesso a um diálogo entre os trabalhadores do ASJ: eles falavam que somente três vampiros, no momento, haviam apresentado condições de contarem suas histórias para as médiuns, utilizando seus corpos para esse fim.

 

Segue a mensagem:

 

Primeira parte da história.

 

Irmãs, que Deus, em Sua Infinita Misericórdia, receba esses infelizes que resgatamos e cuidamos em Seu Santo Nome.

Ao informar para a humanidade descrente sobre um tema polêmico e aterrador, o vampirismo, procurei aprofundar-me nos casos que encontramos em nossas alas de tratamento.

Temos a felicidade de contar com a experiência e o conhecimento superiores, na ajuda prestada pelos Irmãos Extraterrestres e Intraterrenos, que nos ensinam a melhor maneira de lidarmos com esse vício terrível que vitima homens, mulheres e crianças.

Alguns relatos não poderemos passar para o público, por ordens dos nossos Superiores, por se tratarem de espíritos ligados a encarnados e que poderiam identificá-los.

Passo agora para o relato do caso de um rapaz de 17 anos, a quem chamarei de Nestor.

Ele era um funcionário aplicado do tráfico de drogas. Seu coração, apesar de jovem, continha muita maldade e frieza. Sua função era caçar, prender e matar suas vítimas por ordens do “alto comando do tráfico de drogas”. Como realizaria seu intento, seria escolha dele.

Nestor era um dedicado caçador. A dor da vítima era seu ópio e o sangue, que ele fazia questão de verter, era o seu elixir; comprazia-se em dizer isso às gargalhadas.

Inteligente e competente, arrumava sempre uma maneira de fazer  a vítima sobreviver, sangrando por alguns dias, até que nada mais restasse daquele infeliz.

Desde pequeno, ouvia vozes que lhe diziam ser ele uma pessoa especial e que sua missão era grandiosa. Como podem perceber, ele era médium e com muita facilidade para transitar entre os mundos físico e espiritual. No entanto, espírito devedor e com amplo conhecimento em magia negra, tortura e caça, era também vaidoso, fraco e beligerante, principalmente com aqueles que tentavam ajudá-lo. Especialmente sua avó, que notou desde cedo a maldade que ele trazia consigo, pois era perverso com os animais, amigos e gostava de assistir filmes onde havia morte, violência e o sangue era derramado.

Os espíritos que travavam diálogo com Nestor o guiavam na melhor maneira de fazer as vítimas sofrerem, sem que elas perecessem rapidamente, e era sempre aconselhado a recolher o sangue do corte do coração e reservá-lo para oferecer aos “seus deuses protetores”.

Porém, rebelde, um dia em meio a tantas mortes, distraiu-se, e ele mesmo bebeu o sangue do coração. Depois desse fato, sua sorte começou a mudar e de perseguidor passou a ser perseguido por suas vítimas, nos planos invisível e físico, até ser preso, torturado, e morto por seus companheiros de crime.

Após esse terrível episódio do desencarne, no astral, ele passou a ser torturado e escravizado. Sua história como vampiro no astral iniciou-se.

Hercílio Maes

01/11/2013

 

 

07. LIBERTAÇÃO DAS LEMBRANÇAS DOS DIAS TENEBROSOS

 

Eu sou um vampiro, em processo de retorno a ser humano novamente.

As lembranças dos dias tenebrosos brotam em minha mente de forma entrecortada. Vejo-me claramente a vagar por entre os continentes. Eu voava ávido para encontrar seres humanos.

Parei numa ilha muito bela. Por lá, havia um castelo, no alto de uma montanha. Para lá fui atraído por uma força irresistível. Fui aprisionado por um feiticeiro em uma torre. Eu gemia, gritava e me contorcia. Ele veio me ver e disse-me que me daria o alimento que eu necessitava e desejava, desde que eu o atendesse em seus desejos.

Obrigava-me a sugar o sangue de donzelas que atraía ao seu castelo. Usava-me para fazer desaparecer desafetos e inimigos. No entanto, o meu algoz não contava com uma realidade desconhecida por ele: aqueles de quem eu suguei o sangue viriam a se tornar vampiros como eu e, quando se viram livres do invólucro de carne, tomaram posse do corpo e da alma do algoz, levando-o para longe dos meus olhos.

Libertei-me e vaguei novamente sem rumo. Paisagens diversas passavam a minha frente. Vaguei errante, sem precisar o tempo. Sempre solitário, desejei libertar-me daquela maldição de ser vampiro. Qual surpresa tive, ao emitir esse pensamento renegando a minha condição. Senti vigorosa força me atraindo a certo lugar que nunca avistara. Pensei que estivesse fora da Terra, porém disseram-me que deste planeta ainda não saíra. Fui colocado em região neutra, onde as Forças Superiores atuavam de forma vigorosa e Seres de Luz que pressinto, mas não vejo, conduziam minha alma ao restabelecimento.

Dizem-me que devo esvaziar os “porões da consciência”, das vivências no erro e no desvio moral e que após libertar-me das fatídicas lembranças viciosas, deverei regressar ao convívio humano. Primeiramente, com meus iguais, vampiros em convalescença, como eu e, depois, voltar à convivência com seres humanos.

Serei transportado para outro planeta, onde retomarei a jornada abandonada, caminho este que liberta a alma e a faz progredir.

Obrigado por me ouvirem. Dizem que é parte do meu tratamento.

Até breve!

Sou Juliano, lutando para voltar a ser uma pessoa normal.

Juliano (Ex-vampiro)

01/11/2013

 

 

 

08. AGORA SIGO COM JESUS NO CORAÇÃO

 

Por muito tempo vaguei nos rincões do invisível, em busca de presas para saciar meu vício: sangue!

O sangue fresco das vítimas provocava em meu corpo um frenesi, um êxtase inexplicável. Bacanais, orgias, brutalidade e violência, mais sangue vertido para saciar-nos.

Quanto tempo permaneci alheio ao mundo normal? Não sei!

Quinhentos, seiscentos, mil anos? O tempo não passou para mim, pois minha aparência era sempre jovial, depois de saciado e inebriado com o sangue das minhas vítimas.

Porém permanecemos com a aparência humana por pouco tempo, porque longas asas negras cresceram em nós e o aspecto de um morcego logo foi notado. Não nos importávamos, pois tomávamos a aparência humana jovem para atrair nossas vítimas.

Um dia, porém, forte Luz incidiu sobre nós e nos paralisou. Éramos dez companheiros inseparáveis, ligados fortemente pelos vícios. Fomos separados. Permaneci sozinho.

Vi-me prisioneiro de uma força que me dominava sem me ferir fisicamente, sem lutar corporalmente. Fiquei prisioneiro em um lugar alvíssimo; era uma claridade profunda, mas que não feria meus olhos já acostumados com a escuridão.

O tempo e o espaço desapareceram para mim. Sofri atrozmente devido ao vício, pois necessitava de sangue. Enlouqueci, quis arrancar minha própria pele e o fiz, mas ela se reconstituía inalterada.

Certa vez, ouvi uma voz. De onde vinha, não sei. Falava dentro da minha cabeça:

Feliciano, pense em Deus. Pense em Jesus, nosso Redentor”!

Eu ria às gargalhadas, dizia impropérios, gritava como um louco.

Tudo isso durou uma eternidade para mim!

Um dia, quando nem mais sabia de minha própria existência - pois estava arrasado, enlouquecido e prostrado entre crises de loucura - uma imagem foi projetada naquele local sem paredes que, ao mesmo tempo, era minha cela.

A imagem projetada era de uma cruz no alto de um morro e nela estava pregado um homem. Levantei-me e olhei, sem entender muito a visão. A imagem se aproximou e vi a cena de quando tiraram o homem da cruz, sendo levado por pessoas, homens e mulheres em pranto. O homem foi colocado num sepulcro e a porta, cerrada.

Tudo ficou branco novamente, mas aquele filme ficou gravado em minha mente, ocupando agora muito espaço em meu pensamento.

O tempo para mim é sempre muito longo. Tempos depois, não sei quanto, acendeu-se novamente a tela.

Surgiu um homem caminhando, sorridente. Era o Crucificado. Ele me olhou e parecia enxergar-me.

Quando o meu olhar encontrou-se com o d’Ele, perdi os sentidos.

Vislumbrei naquele olhar minha história. Ela passava em minha mente, como num filme, clara e nítida.

Antes de ser vampiro, fui um homem comum que foi profundamente magoado. Não sabendo perdoar, decidi-me pelo ódio e pela vingança, tomando os tortuosos caminhos da queda moral.

Quando acordei após o desmaio, aquele doce olhar ainda me acompanhava, complacente e suave. Conquistara-me, sem me julgar. Desejei, novamente, ser um homem normal, ter uma aparência humana!

A partir daquele dia, iniciou-se meu tratamento para eu voltar para a Casa do Pai.

Hoje, sei que aquele homem era Jesus. Mantenho viva Sua Presença dentro de mim, para seguir em frente sem desistir.

Serei exilado em breve, mas não tenho medo. Tenho medo apenas de novamente cair na degradação moral. Porém, os Instrutores me dizem:

 

Feliciano, com Jesus no coração você alcançará as alturas”!

Obrigado, meu Jesus Adorado!!

Feliciano (Ex-Vampiro)

 08/11/2013

 

 

09. ESTOU BEM MELHOR AGORA

(continuação da história contada na mensagem 14 da Divulgação 77)

 

Vidência:

Vejo uma moça, ex-vampira, que se chama Elizabeth, aproximando-se com passos lentos. Sua expressão é de medo e tristeza. A magreza é muito acentuada, como se estivesse passando fome. A pele continua pálida, mas não está gelatinosa como antes. Não sai mais sangue da boca e nem do nariz.

Chega perto da mesa e um instrutor a ajuda a sentar-se em uma cadeira ao meu lado. Ela baixa a cabeça, mas percebo que, a todo instante, ela lança olhares rápidos para D. Margarida. Notei que não tenta avançar mais em ninguém, parecendo readquirir o aspecto de uma moça de 18 anos.

Com voz baixa, pausada, por vezes trêmula, ela passa sua mensagem:

 

Oi, estou aqui de novo.

O moço que me trouxe disse que poderia falar sobre minha história sem medo, porque vocês não teriam receio e nem ódio de mim.

Estou bem melhor agora, não me sinto mais uma fera, como antes. O ódio que me dominava quando olhava para a Senhora Margarida já não me domina, embora sinta o medo ainda muito forte.

Difícil é me controlar e não sair na busca descontrolada por sangue. Essa parte é difícil de conter. Grito desesperada por uma gota. Antes, eu me mordia para sugar meu próprio sangue, mas, não o tinha. Os médicos falaram que estou na fase da desintoxicação e que esse processo é normal.

Quando xingo, grito, choro, eles me dão um líquido leitoso branco com sabor semelhante a sangue e isso me acalma, embora conscientemente saiba que não é sangue.

Leio, faço terapia. Os psicólogos conversam comigo sobre o meu passado. Quando falo com eles não fico com raiva e não sinto vontade de agredi-los.

Foi ele, o psicólogo Humberto, que falou que já poderia contar minha história.

Meu nome é Elizabeth, tenho 18 anos e nasci no ano de 1700, não sei bem ao certo, na Inglaterra.

A parte da minha vida que me trouxe aqui iniciou-se quando fui assassinada em um ritual de magia negra numa cabana velha e abandonada no meio da floresta. Ali, meu espírito ficou preso muito tempo. Quando consegui sair, busquei vingança. Quando o propósito é o mal e o coração está dominado pelo ódio, os comparsas semelhantes aparecem.

O que notava nas minhas andanças era a fome que sentia. Um desses acompanhamentos falou que eu poderia me alimentar de sangue, porque era farto e fácil de conseguir.

Sentia-me sozinha e achava que ele era meu amigo; não notava malícia em seus olhos.

De início, rejeitei: beber sangue de gente?

Mas, com paciência e zombando de mim, falou que eu poderia treinar com o sangue dos animais e que sem o sangue não conseguiria ter forças para completar minha vingança. Isso despertou o que havia de pior em mim e, qual fera, matava e bebia sangue de pequenos animais.

Após um tempo, o meu “amigo” disse que já poderia passar para crianças, porque eram como pequenos animais e seu sangue era mais forte e sadio e me daria poder e força, uma visão e audição melhores. Segui suas palavras ao pé da letra e buscava crianças abaixo dos sete anos, sadias e robustas.

Tudo aconteceu como ele me disse, senti-me poderosa, mais cruel e fria. Com o tempo, o choro e a dor dos menores não me tocava mais o coração.

No entanto, o meu treinamento não estaria completo se não fosse para os adultos e destes não tive pena e nem restrição.

Foi ensinado para mim que não secasse a presa na primeira mordida, mas eu era ávida e odiosa; fiz o contrário, e dificilmente uma presa saía viva dos meus dentes.

Enquanto isso, caçava loucamente a bruxa que me lançou nessa vida de escrava de sangue, prisioneira das trevas; e, com isso, meu ódio aumentava.

Fui à busca das grávidas. Fiquei sabendo que elas têm o sangue mais forte entre os adultos e a energia que possuíam aumentava a força dos vampiros devido a grande quantidade de fluido vital.

Era uma noite de lua cheia e eu estava para entrar em uma casa que vigiava há muito tempo. Ali morava uma grávida, porém ela não parava de rezar e cantar. Como isso, me irritava. Até que, quando fui para o ataque, um homem surgiu e me impediu de morder a dona da casa. Ele me imobilizou com sua força, sem me tocar. Então, perdi os sentidos.

Hoje sei seu nome, mas ainda tenho medo do seu olhar, que é forte e nos faz sentir vergonha de quem somos. Seu nome: Shama Hare. E é por causa dele que estou aqui.

Os meus antigos comparsas me perseguem, o Sr. Hercílio Maes me disse isso. Quando lhe perguntei se eu era prisioneira no hospital, ele me respondeu que não, pois a escolha de ficar, ou não, seria sempre minha, mas que deveria me lembrar sempre da dor, da fome, da solidão e, principalmente, de Jesus. Que Ele, e somente Ele, seria meu amparo nas horas difíceis e não os ignorantes da Luz que, por rebeldia, se comprazem e desrespeitam as Leis Divinas.

Depois disso, parei de pedir liberdade, pois sei que sou livre e que, por mim, muitos correm riscos. Daí me manterem no caminho do bem.

Obrigada, Mestre Jesus, Mestre Shama Hare e a toda equipe que me socorreu e que me ajuda. Espero, um dia, retribuir tão grande amor e solidariedade, que no momento ainda não possuo no meu coração.

Elizabeth (Ex-Vampira)

15/11/2013

 

 

 

10. NA HIERARQUIA, OS VAMPIROS SÃO A ESCÓRIA DO ABISMO

 

Vidência - No começo da concentração, via seres assustadores.  Tinham os corpos peludos e andavam como animais. A cabeça e a boca eram enormes; lembravam hienas. Eram meio homens, meio animais. Nos locais das catástrofes, depois que os vampiros sugavam o sangue das vitimas, estes homens-hienas, de forma lenta, como se fossem atacar, avançavam. Cada um pegava em um membro da vítima e arrastava para uma caverna. Nesse local, era travada uma luta feroz por um pedaço de carne ou gota de sangue. Depois, ficavam nos cantos, para se protegerem.

Após a vidência, veio a seguinte mensagem:

 

Irmão! Somente Deus, o Nosso Criador Supremo, para nos ensinar a misericórdia e entendermos, ao olharmos com compaixão e amor, nossos irmãos decaídos.

O ser que se degrada a ponto de alimentar-se de sangue, já é um réprobo entre os seres negativos.

Na escala das hierarquias dos Seres Trevosos, os Vampiros são chamados de “escória do Abismo”. No entanto, entre eles, há também a tentativa de formarem uma força de combate, para conquistarem o respeito em meio às Confrarias Abismais. Assim, vão fazendo escravos que eles comandam e subjugam através do medo e da crueldade. São usados fartamente como ferramentas de domínio.

A área que lhes sobra para ocupação no Abismo é totalmente inóspita; o ar é escasso, levando-os a respirarem por meio da pele gelatinosa; daí o fato de alguns mostrarem um aspecto úmido e pegajoso. Os olhos, em alguns, são meras fendas, chegando ao estágio mais avançado de cegueira total, devido à escuridão em que vivem nas cavernas.

Porém, nesse meio hostil, a audição e o olfato são super-desenvolvidos, servindo-lhes tanto de arma como de defesa.

O alimento é totalmente inexistente, sendo obrigados a saírem em grupo para caçar, somente no caso de estarem famintos e com a segurança do grupo garantida.

Esses seres que descrevi raramente são vistos nas zonas de acidentes, catástrofes, assassinatos e outras tragédias humanas.

São seres totalmente animalizados, pois o cérebro atrofiado não permite nenhum tipo de raciocínio e só o instinto governa. São os decaídos do Vale dos Vampiros, rejeitados pelo próprio grupo por degenerarem-se e lançarem-se loucamente na busca do sangue, não permitindo que o seu grupo se alimentasse. Tornaram-se loucos e violentos. Somente os vampiros que buscam auxílio por meio da servidão aos Magos Negros conseguem ter uma parcela de controle sobre esses seres.

Mas, para o pesar dos Vampiros e da humanidade, estão conseguindo encontrar fendas nos Portais Negros abertos com a força dos pensamentos negativos de ódio, paixão, tristeza e revolta. Toda energia negativa emitida diariamente proporciona pequenas aberturas por onde esses grupos se esgueiram e alimentam-se dos mortos em decomposição, nos locais onde há desencarne em massa.

Em meio a gritos de dor, arrastam os espíritos para suas cavernas e ali os mantêm reféns. A liberdade chega através dos amigos espirituais que, com a permissão dos Espíritos Superiores, os resgatam.

Para uma mente sensível ou mesmo para os incrédulos, seria chocante ver a carne podre e o espírito ainda preso ao corpo. Sentir em seu corpo astral, animais com forma de hiena, rasgar seus membros e carnes.

Esses irmãos sofredores, quando estiverem cansados e despojarem-se do orgulho, do ódio e rogarem a Deus por socorro e liberdade, nós, Amigos das Estrelas, em pequenos grupos autorizados por Comandos Estelares, buscaremos aqueles em condições de serem retirados, no momento em que os homens-hienas estiverem sob o efeito hipnótico da Luz emitida pelas naves de resgate.

É um trabalho perigoso e sofrido, devido ao ambiente em que os encontramos e por presenciarmos seus padecimentos. Por esse motivo, não há autorização dos Comandos Estelares para a participação de irmãos ainda encarnados nesse local.

A própria região insalubre, com o ar rarefeito e a vibração nociva, levariam a um desencarne fulminante do voluntário. Porém, a prece é sempre um remédio salutar que beneficia esses irmãos que, lamentavelmente, estão ali há milênios nessa situação, rejeitados pelos antigos comparsas.

O que os espera é outra sucessão de exílios em planetas estéreis, até ser possível o reencarne noutro corpo, mesmo que seja deformado e não viva além de minutos, mas que venha para drenar milênios de erros. Assim será, por muitos séculos, a situação desses infratores das Leis Divinas.

Com Deus e o Cristo Planetário, seguiremos nesse trabalho de amor e socorro a essa parte perdida da humanidade, não vista, mas sentida, em meio ao caos reinante.

Que a Luz Divina conserve os Servos de Jesus no caminho estreito que leva à liberdade espiritual.

Zinom (Extraterrestre)

16/11/2013

 

 

11. FUI ENFORCADO EM PRAÇA PÚBLICA

 

Meu nome é Giovani.

Não sei se a minha história vai ajudar a alguém, porque ela é recheada de quedas, decepções, muita vaidade e ambição.

Sou da antiga e opulenta Provência, Itália. De uma época em que o ouro e o veludo, a nobreza e o nome tinham muito valor nas rodas mais altas da sociedade.

O início da minha decadência foi na tenra idade dos 18 anos. Filho de comerciante que ambicionava a nobreza, eu frequentava festas e orgias que me davam a sensação de importância, por causa dos meus nobres amigos e pela bajulação ante minha beleza, juventude e riqueza, fator relevante para os núcleos da época.

Com os passar das festas, queria mais emoção e novidade, até que um colega do grupo sugeriu que fossemos a uma famosa feiticeira, que por uma moeda, tanto curava como matava uma pessoa.

Fomos a sua procura. Seu nome: Matilda, velha senhora que dizia ser capaz de fazer qualquer feitiço por um preço. Portanto, lançamo-lhe um desafio: queríamos a eterna juventude, mesmo que para isso fosse preciso sacrifícios, não importando de quem ou de que.

Ela imediatamente falou que poderia fazer, mas que o preço seria alto.

Quem me dera, Deus, se naquele momento eu tivesse juízo e responsabilidade, porque, hoje, minha história seria outra.

Levamos tudo o que ela pedia: ratos, sapos, gatos, galinhas. Não sabíamos o que ela fazia com eles, somente que, a cada semana, íamos a sua casa para beber um elixir, que tinha gosto horrível de sangue. Mas, com o tempo, nós fomos nos acostumando. Depois disso, ela nos convidou para participarmos dos sacrifícios e lá íamos nós.

Com o tempo, fui me afastando dos amigos, das orgias e das festas. Sentia-me inquieto e sem fome, dormia o dia inteiro e, à noite, vagava pela cidade.

Fui a casa da velha feiticeira pedir que me curasse e, para meu espanto, ela disse que não havia mais retorno, que meu corpo ansiava pelo sangue e que só assim a saúde e a juventude retornariam. Ingenuamente acreditei e ela ordenou que levasse a sua casa uma criança de rua de que ninguém notaria a falta.

Peguei uma menina que vagava pelas ruas e entreguei-a a Matilda. Esta, imediatamente, deitou a criança em uma mesa e cravou um punhal em seu coração, ordenando que eu bebesse o sangue ainda quente, pois que assim, lentamente, iria melhorar.

Um bem estar, e, novo vigor, apoderou-se de mim; a sensação era viciante, e eu já ansiava pelo próximo gole. Essa euforia durou somente 3 dias.

Procurei daí para frente seguir por minha conta, e fui seqüestrando crianças órfãs e indigentes e quando não conseguia, retornava aos animais.

Inevitavelmente, um dia fui descoberto e condenado à morte. Fui enforcado em praça pública e sepultado nas terras da família. Após um tempo, voltei à vida antiga, faminto, raivoso e vingativo. Fui ao encalço dos que me perseguiram e condenaram, alimentei-me dos seus filhos sem piedade. Depois, fui à perseguição de minha família e matei minha mãe e irmã menor, até que meu pai me viu e tentei atacá-lo.

Era um homem de fé firme, e não tive forças para enfrentá-lo. Depois, perdi a noção do tempo; só sei que, um dia, meu pai reuniu o padre e as autoridades e, à noite, em meio a uma missa com orações e cânticos, acordei com fome e enfraquecido. Quando abriram minha sepultura, tentei atacá-los. Jogaram-me cal e o padre, rapidamente, perfurou meu coração com uma adaga e decepou a minha cabeça. Do meu coração verteu o sangue ainda fresco das vitimas.

Hoje, após séculos, ainda me considero um vampiro e não me sinto curado porque o sangue ainda me tenta.

Da Cidade Espiritual Servos de Jesus, para onde fui recolhido, fugi uma vez, seguindo para uma cidade dominada pelos vampiros. Lá eu apanhei, corri, chorei e implorei por ajuda. Novamente, foram ao meu socorro e quem me ajudou foi o padre que desferiu em mim o golpe de adaga.

Na mente, ainda não pude esquecer o seu olhar piedoso e suas palavras antes do golpe: “Giovani, você é filho de Deus”.

Sei que Deus não tem filho vampiro e nem com a medonha aparência que eu tenho, mas, aos poucos, vou melhorando e, por vezes, sinto-me mais humano.

Busco forças para melhorar e vou seguindo o tratamento, buscando a paz e a reabilitação.

Que Deus me ajude.

Giovani (Ex-Vampiro)

17/01/2014

 

 

12. RELATO DE UM EX-VAMPIRO

 

Nasci numa pequena aldeia litorânea da Normandia.

Rebelde e insatisfeito com a vida que levava, deleitava-me nos vícios e nas torpezas morais.

Fui arrastado ao crime pelo desleixo de minha alma, pelo vazio da minha mente e o endurecimento do meu coração. Para tornar-me vampiro, foi um salto.

Não sabia, até então, da existência de vampiros, pois de mente tacanha e pobreza de espírito, vivia para gozar a vida, empregando forças e energias para a perturbação da vida alheia.

Os Vampiros se aproximaram de mim durante o sono, quando eu dormia pesadamente encharcado de álcool e drogas.

Seduziram minha alma com promessas de satisfações ainda maiores nos prazeres desregrados em que eu já vivenciava.

Induziram-me a beber sangue humano, tornando-me dependente desta linfa preciosa.

Obviamente, fui perseguido e assassinado por alguém que desejava vingar-se de minha crueldade.

Não morri. Meu corpo, jogado numa vala rasa, manteve-se intacto, pois meu espírito permaneceu ainda ligado à matéria por forças que me fogem ao entendimento.

Saciava-me do sangue humano, aterrorizando as jovens donzelas e os jovens inocentes, roubando-lhes a seiva vital, conduzido por aqueles que se diziam os meus mestres.

Com a alma ainda ligada ao corpo físico, fazia-me presente nos dois planos, físico e astral, aterrorizando minhas vítimas.

Assim me saciei por muito tempo. O corpo físico, abandonado na vala rasa, mal coberta pela terra, em floresta úmida e inacessível, manteve-se “vivo” por longas décadas.

Aterrorizei outras cidadelas, pois me aperfeiçoei, alcançando voos cada vez mais longos. Saciei-me e aos meus comparsas invisíveis.

Mas nada é eterno em nossa frágil vida, que não seja a Vontade de Deus.

Hoje sei que meus erros e crueldades condenaram-me a sofrimentos inenarráveis que já colho, procurando renovar-me.

Permaneci nesta vida complexa e dúbia, saciando-me com o sangue fresco das donzelas e jovens inocentes, até que um dia fui descoberto.

Em frente a uma cabana humilde, em estrada poeirenta e pouco usada, estaquei. Meu espírito já repleto e farto, não se sentia confortável e satisfeito.

Neste casebre humilde morava um homem solitário, que levava uma vida rústica. Observei-o de longe e notei que ele havia percebido minha presença.

Não havia jovens, crianças ou donzelas naquele local que eu pudesse locupletar-me no nefasto vicio; no entanto, não consegui afastar-me, abandonando o lugar.

O homem me olhou nos olhos e eu pensei: ele me enxergou!

Era verdade. Ele me via e falou:

 

“Irmão, chega de rebeldia!

Basta de insanidade e loucura!

Esqueçai o passado, iniciai uma nova jornada em busca do equilíbrio e da paz!

Existe uma Força Maior que é Deus, nosso Pai, Criador de todas as coisas!

Ele, nosso Pai, nos enviou Jesus, doce e meigo Ser Angelical, de pureza desconhecida dos seres humanos.

Ele, Jesus, é o nosso Salvador e convida a todos a amar, perdoar e evoluir.

Ele sustenta tantos quantos a Ele se dirigem, em busca de alívio e amparo.

Em nome de Jesus, vinde, irmão, renovar vossas forças, limpar vossa túnica enegrecida pelos crimes perpetrados contra o próximo.

Vinde! Jesus vos chama ao trabalho e à renovação!”

 

Não sei o que comigo ocorreu!

Suas palavras eletrizaram meu corpo, fazendo-me ajoelhar e chorei. Quanto tempo não vertia lágrimas! Senti um bem estar inenarrável e perdi os sentidos. Desde então, abandonei os caminhos tortuosos do vampirismo. Os sofrimentos atrozes que enfrentei e enfrentarei, não me farão desistir. A passos lentos, mas perseverantes, caminho rumo ao retorno à forma humana.

Logo após o diálogo com aquele homem na estrada empoeirada, meu espírito foi desligado do corpo físico que se desmanchou na terra.

O irmão que me resgatou tão amorosa e cuidadosamente de tão funesto caminho, disse chamar-se Paulo de Tarso, e que, um dia, dele me lembrarei. Em vidas passadas, quando os homens se debatiam em guerras cruentas, fui seu irmão bastardo e, de mim, afeiçoou-se. Ele é um anjo, eu o demônio decaído, em busca de renovação.

Jesus amado, dá-me forças para renovar-me.

Salve, Jesus.

Roenger (Ex-Vampiro)

24/01/2014 

 

 

13. ESTE LOCAL ME FAZ MAL

 

Quem são vocês? Como vim parar aqui?

Meu chefe vai me perseguir porque não estou combatendo.

Aqui tem sangue para mim? Procuro sangue e vocês estão atrapalhando o nosso trabalho.

O grupo ao qual pertenço fica na estrada. Mas, um chefão que atua em hospitais, morros, estradas e presídios reuniu um exército e nos convocou para que atacássemos e, se preciso fosse, matar os que estão trabalhando para o Cordeiro.

O rapaz aqui do meu lado pediu que eu dissesse meu nome.

Sou Andre e trabalhava, quando vivo, no tráfico ilegal de drogas. Mas fui assassinado na Rodovia do Sol (ES 060 - estrada que liga o município de Vitória a municípios do sul do estado do Espírito Santo, como Guarapari, Anchieta e Piúma) e lá fiquei. Uni-me a outros espíritos perturbadores que estavam no local e, juntos, nos alimentávamos das vítimas fatais que fazíamos, através dos acidentes que provocávamos na rodovia.

Quando não conseguíamos beber o sangue dos que estavam nas estradas, partíamos para o tráfico da região. Ajudávamos o tráfico de drogas local e, em troca, eles derramavam muito sangue para que o acordo continuasse.

Essa que escreve o que eu falo, (médium) me vê, e sei que me vê como sou agora: pele negra, dentes grandes, início de asas, pés e mãos como garras.

Quero voltar para os meus comparsas, porque neste lugar não vejo a possibilidade de me alimentar. Este local me faz mal.

Se eu não sair daqui, vou acabar enlouquecendo. Tenho que voltar, não sou um traidor.

André (Vampiro)

24/01/2014

 

 

14. CORRE MAIS SANGUE NAS ESTRADAS E NOS MORROS

 

Vidência - Vejo um vampiro muito alto. Tem a pele vermelha como sangue, unhas longas e com sangue pingando. Sua boca é em forma de bico e com presas, olhos amarelos e, nas costas, asas negras enormes.

O instrutor que estava ao meu lado era Rochester. Então, perguntei-lhe quem era aquele ser e ele me respondeu que sua história seria mostrada para que se narrasse; todavia, não teríamos contato com ele diretamente, devido a sua forte energia deletéria e a agressividade do seu comportamento.

Eis a história que Rochester me contou:

Seu nome é Maurício, originário da África. Lá, trabalhou como guia espiritual de um feiticeiro e já era vampiro naquela época.

O feiticeiro a quem servia foi escravizado e trazido em navio negreiro para o Brasil. Aqui chegando, o feiticeiro reiniciou “os trabalhos” nas senzalas, com matanças, feitiçarias e Magia Negra profunda.

Quando o seu tutelado foi morto no tronco, viu-se sozinho e sem médium de confiança. O seu primeiro ato de emancipação foi utilizar-se de outros médiuns para matar e beber o sangue dos senhores de escravos, em algumas fazendas de Minas Gerais. Com o tempo, foi trazendo as suas vitimas para seu lado e transformando-as em vampiros.

A partir disso, criou uma legião que o servia. Atuou em vários momentos sangrentos da história do Brasil. Com o avanço do tempo e com a ocupação habitacional dos morros, de onde o governo se afastou, passou a unir-se aos médiuns que atuavam no tráfico. Sua condição era que, se houvesse muito derramamento de sangue, ele cuidaria da segurança com seus escravos vampiros, os menos graduados. Seu grupo foi crescendo e ele tem trabalhadores sob suas ordens em hospitais, estradas, presídios e ruas.

 

Nesse momento, o Instrutor interrompe e pede que ouçamos as palavras do vampiro Maurício, no local onde ele se encontra. Não foi dito para mim onde se situava sua caverna. Segue o que foi dito pelo vampiro Maurício:

 

 Vamos ampliar nosso exército, porque precisamos de mais sangue e quanto mais jovem for esse sangue, melhor. Esquartejem, arranquem cabeças, matem, não me importa, mas tragam esses infelizes para nosso lado. Quanto maior o nosso exército, mais fortes seremos para combater o exército que se diz superior: o dos Seguidores do Cordeiro.

Os lugares onde há mais sangue são as estradas e os morros; os Terreiros (de candomblé) já não rendem tanto.

Persigam todos que impeçam nosso avanço e ataquem sem dó, sem piedade, e os aniquilem.

 

Após essas palavras, sua imagem sumiu e a Luz no GESJ brilhava mais forte no ambiente em torno das duas Casas Servos de Jesus, em Vitória e em Jacaraipe. Suas entradas foram reforçadas e os vampiros, no momento, afastados.

Maurício (Vampiro)

24/01/2014

 

 

15. ESCLARECIMENTOS SOBRE VAMPIROS

(obs.:o início da mensagem foi perdido)

 

(…) por mais isolamento que edifiquemos em torno das criaturas capturadas, a densidade acumulada é muito grande e recebemos autorização para assim proceder durante determinado período de tempo.

Uma Colônia Especializada no atendimento dessas criaturas que possuem o desvio vicioso da usurpação das energias alheias está destinada ao tratamento e recuperação daqueles que puderem ser recuperados. Entretanto, são estações temporárias, pois periodicamente esses irmãos necessitam ser transferidos, evitando-se a forte aglomeração de resíduos e espíritos - suas vítimas - em torno de si.

O assunto, irmã, é complexo e profundo e, como sabeis, apenas em parte vos será revelado. Apenas a parcela de conhecimento necessária para o esclarecimento da mente humana e adequada a impulsioná-los ao progresso espiritual.

Viciar-se é procedimento de grande risco; vincular-se a criaturas, como essas que tendes visto e ouvido falar, é de grande responsabilidade e seriedade.

A Lei do Livre Arbítrio não deve ser desprezada pelos seres humanos que necessitam estudar para conhecê-la, compreendendo a bondade do Criador e rendendo-lhe gratidão pelo uso de escolhas acertadas, na direção do progresso e da Luz.

Irmãos, não deveis vos entregar às tendências viciosas de vossas almas, pois, desse modo, colocais em risco o futuro de felicidade que almejais, as bênçãos recebidas, a dádiva da vida.

Refleti! Buscai a Deus, amando-o sobre todas as coisas, e vinculai vossas mentes somente à “Fonte Criadora” de todos os universos, de onde emana toda vida, todo amor e toda bondade.

Não são fantasiosas as mensagens que recebeis e ainda vos dizemos e afirmamos: são apenas uma parcela da realidade extrafísica que desconheceis; pequenino véu se ergue em favor da renovação do espírito humano. Não desprezeis a oportunidade que vos chega.

Se a irmã desejar perguntar, aqui estamos para atendê-las.

Pergunta - O irmão que está falando é Shama Hare?

Shama Hare - Sim, vosso amigo Shama Hare quem vos fala.

P - Todo esse trabalho para trazer essas mensagens está relacionado ao momento que passa a Terra, com as ameaças de guerra, acidentes e catástrofes que vêm acontecendo, bem como a grande quantidade de material – filmes, desenhos, revistas – glorificando esses irmãos?

S. H. - Quando um planeta adentra a faixa vibratória da “separação do joio e do trigo”, da transição necessária à evolução, então a colheita se faz de acordo com a semeadura. E essa humanidade semeou muito, de violência e de dor, criando no plano astral os atalhos para aproximação e livre trânsito de seres negativos de todas as categorias. Transitam livremente por áreas determinadas do astral deste planeta. Os territórios encontram-se demarcados. Quanto mais forte a hierarquia do ser, mais violenta é sua ação na limitação do campo onde pastam seus asseclas.

Os vampiros encontram-se numa categoria de grande força, pois possuem estratégias de sua inteligência para manipular e garantir seu repasto. Por pior e mais perversa que seja a ação desses seres, jamais vos esqueçais que, se eles estão entre vós, foram por vós mesmos atraídos, pelas práticas inconsequentes de vossas almas atrasadas, irascíveis, indomadas.

Voltando ao assunto anterior, é com muito cuidado que vos apresentamos os quadros dantescos das práticas vampirescas, pois é necessário proteger as mentes dos médiuns. Apesar de amplamente comentado o assunto, a realidade é muitas vezes mais dolorosa e cruel do que conheceis. Somente uma parte vos será apresentada, o suficiente para despertar aqueles que buscam conhecimento e esclarecimento espiritual.

Que a paz do Senhor Jesus esteja entre nós e nos abençoe o esforço do trabalho.

 

Shama Hare

24/01/2014

 

 

16. DIOGO, UM EX-VAMPIRO

 

(é relatada nessa mensagem uma conversa entre Margarida, Diogo e Penha, bastante esclarecedora dos objetivos dos vampiros, com informações acrescidas das vidências mediúnicas. Diogo já fez contato anteriormente, que pode ser lido na Divulgação 77, mensagem 10)

 

Salve, Jesus!

Eu já aprendi. Já aprendi muitas coisas. Quando o espírito quer, a lição entra mais rápido em sua cabeça. E se tem uma coisa que eu quero é andar para frente e esquecer o meu passado.

Margarida - Faz muito bem, meu irmão.

Diogo - O trabalho, eles dizem, é a melhor maneira de apagar os fatos que se deseja esquecer. Há muitos tipos de trabalho: nos hospitais, limpeza em edifícios, em recepções e muitos outros. Eles me mostraram. Mas me foi dito que o trabalho que conseguiram para mim, se eu quisesse aceitar - e eu quero - será o de contar, de falar, de explicar. De explicar porque, atualmente, os vampiros estão todos aqui, espalhados pelo mundo: porque antes eles viviam escondidos, não podiam se mostrar.

Mas, hoje, é o tempo de eles se mostrarem. Eles não tem medo de nada, porque existe uma espécie de acordo com outros seres também, muito ruins. Assim, um protege o outro, um defende o outro. Está me entendendo? Agora eles não temem nada e eles estão espalhados por todo lugar.

Margarida - Meu irmão, os “tempos são chegados”! Está mesmo na hora de eles aparecerem, embora o povo não acredite.

Diogo - E tem muitos desses vampiros que são muito inteligentes. Eles inventam maneiras de atrair as pessoas. Um vampiro não pode entrar numa casa se não for convidado, diz a lenda. No fundo dessa lenda, há uma verdade: porque os vampiros não podem entrar numa casa que se encontra fechada. Quando eles conseguem entrar na mente, ficam como se fossem um bicho que gruda no outro. Então, os grandes, os muito inteligentes pensaram numa maneira de abrir muitas mentes, todas ao mesmo tempo.

Margarida - No sentido de beneficiarem eles.

Diogo - No sentido de fazerem as portas das “casas mentais” ficarem abertas para eles entrarem e grudarem nas pessoas. Eu estou usando as palavras que eu sei usar.

Margarida - Mas estamos entendendo.

Diogo - Eu quero progredir, mas eu ainda tenho muitas dificuldades, porque a minha mente ficou estragada. Então, meu esforço é muito grande para eu reunir as palavras e formar as frases e falar o que preciso de maneira que todos compreendam.

Margarida - No fim, nós entenderemos tudo, porque já temos muitas mensagens sobre o assunto. Lendo e comparando-as, acabamos por compreendê-las perfeitamente.

Diogo - Eu vim, eu sei, contei minha história, chorava muito e tinha muito medo. Agora eu estou mais equilibrado, mais forte mentalmente e isso eu consegui aqui. (refere-se à comunicação de um vampiro que não lembrava o próprio nome e que Margarida deu o nome de João Francisco, mensagem 10 da Divulgação 77).

Todos os dias nós rezamos ao acordar, agradecendo a Deus, como a irmã fez agora, e antes de deitar também, nós rezamos e agradecemos. Durante o dia, vigiamos nossas palavras para não fugirmos desta sintonia da oração. Aqui é muito bom para nós.

Margarida - Você já contou sua história?

Diogo - Já.

Margarida - Então está arquivada, pode deixar que vai ser publicada.

Diogo - Uma história muito triste.

Margarida - Todas as mensagens que nós estamos recebendo, vamos passar para o público; quem quiser acreditar, que acredite, é como eu digo sempre. Se não quiser acreditar, é da consciência e do discernimento de cada um. Nossa obrigação é passar essas mensagens para toda humanidade e não ficar somente para nós.

Diogo - A irmã me deu um nome quando estive aqui. A irmã inventou um nome porque eu não lembrava do meu. Agora eu me lembrei: meu nome é Diogo.

Esses grandes vampiros (refere-se aos líderes, que pensam e montam estratégias de acesso às pessoas) planejaram contar muitas histórias de vampiros, histórias para que as pessoas conhecessem eles, seus hábitos, sua maneira de pensar e entrassem em sintonia com eles, abrindo a casa da mente. Como se usassem essas histórias para tornar as mentes acessíveis a sua entrada e consequente domínio.

Aqueles que gostam do assunto e procuram, despreocupadamente, acabam convidando os vampiros, que percebendo da disposição mental, aproximam-se e, se for permitido pela pessoa, estabelecem uma simbiose, uma maneira de se alimentar da energia daquela criatura, dando em troca um tipo de alimento, que não é bom, mas que manterá essa ligação entre eles.

Eles fazem tudo isso porque estão espalhados no mundo e precisam de alimento. Querem se multiplicar, querem crescer em quantidade.

Margarida - Talvez porque eles já perderam a noção e forma de humanos. Incorporaram a de vampiros e procuram se alimentar e viver em bandos.

Diogo - Totalmente. Eu estou falando dos vampiros mesmo, porque aqueles que ainda tem alguma noção de que são humanos, não se consideram vampiros. Os vampiros formam um grupo. Os Instrutores dizem: é uma categoria de espíritos completamente deformados, animalizados, doentes, dementes. Não raciocinam mais como seres humanos, são guiados pelo instinto. Seus sentidos desenvolvem-se muito mais que os sentidos humanos. Eles sentem mais cheiros, escutam mais, enxergam mais longe do que os seres humanos. Nenhum apelo humano através do pensamento ou da palavra consegue dissuadir um vampiro.

É um erro pensar que uma simples conversa pode dissuadir um vampiro. Um vampiro só tem um caminho para retornar à sua condição humana: drenando toda negatividade que ele atraiu e aderiu em si, assim como aconteceu comigo.

Eu precisei ir para outro planeta, eu precisei morar num lugar sem vida, até que as nuvens e as lembranças das terríveis carnificinas que provoquei fossem absorvidas pelo solo daquele lugar. Somente depois de derretida aquela casca e absorvida pelo solo é que eu pude novamente raciocinar como ser humano e escutar as palavras; porém, muito sofrimento eu vivi, antes daquela hora chegar.

Portanto, um vampiro não se modifica com palavras, com doutrinação.

Margarida – Quando se conversa com um vampiro, não se quer que ele mude imediatamente, mas se deseja que ele comece a discernir entre o certo e o errado, apresentando o caminho na direção do bem. Cabe a ele a decisão de abandonar o vampirismo.

Diogo - Quando uma pessoa fala, a palavra sai junto com uma espécie de “fumaça” da boca. Essa fumaça envolve o vampiro, anestesiando-o, impedindo-o de utilizar sua mente para hipnotizar alguém. As palavras nada dizem e não são todos os doutrinadores que conseguem liberar essa fumaça e conseguir esse efeito.

Então é importante falar, mas entendam que não é a palavra que vai funcionar, porque ela não o atinge. A palavra humana não consegue atravessar aquela “casca” para chegar à mente do vampiro, mas da mente do vampiro saem muitas coisas ruins que conseguem chegar à mente dos humanos.

Não entra, mas sai. Está entendendo?

Depois que o vampiro passa por aquele tratamento que eu descrevi, aí sim, é possível falar com ele. Se quiser deter um vampiro, não deverá ser com a palavra, mas será força contra força. É preciso ter muita força, porque eles são fortes.

Margarida - Diz um ditado popular: “Onde há força maior, cessa a menor!” Nossa força é pequenina, mas a força de Jesus é grande e nós trabalhamos sob sua tutela, em seu nome. Então, nossa palavra, embora sejamos pequeninas, possui muita força.

Eis a razão, porque muitos vampiros já vieram aqui, já contaram sua história; estamos trabalhando com essas histórias e vamos divulgá-las para o grande público, ou seja, para todo planeta Terra. Onde as pessoas compreenderem português, espanhol e inglês, as mensagens estarão disponíveis. Acreditará quem quiser. Essa é a parte que compete a nós, e isso faremos com boa vontade e com muito amor.

Diogo - Todos que chegam aqui são recolhidos em teias muito finas, e a primeira etapa é um banho de Luz. Nenhum deles fica de pé depois do banho de Luz. Todos eles caem, como se estivessem sem forças.

Depois desse banho de Luz, eles vão para alas destinadas a esses tipos de seres, onde as paredes e portas são feitas de um material que impede que seus pensamentos atravessem, para que não se comuniquem e não perturbem os outros doentes. Depois, é feita uma análise da história de cada um, da condição em que se encontra, para, então, definir qual destino cada um terá.

Muitos são levados em naves espaciais muito grandes, porque aqui tem um lugar onde elas podem pousar. Os vampiros são colocados lá desacordados, porque não querem entrar, e são levados para locais como o que eu fiquei.

Margarida - Receberão um bom tratamento.

Diogo - Eu também recebi.

Margarida - Não é como prisão, é tratamento.

Diogo - Eu não sei quanto tempo se passou, mas é devagar.

Margarida - Você irá voltar ao que era.

Diogo - A gente vai aprendendo devagar, mudando devagar.

Margarida - A eternidade não tem fim.

Diogo - Eu tenho um amigo aqui e ele disse para mim que uma longa caminhada começa sempre com o primeiro passo. É para frente que se anda.

Penha - Meu irmão, esse conjunto de livros que foi publicado sobre jovens vampiros faz parte desta preparação para a humanidade recebê-los, como você já disse?

Diogo - Sim. Não são livros, somente, mas diversos modos de comunicação. É importante para que os seres humanos não achem que é ruim ser vampiro. A ideia é transformar um vampiro em um ser bom, para não causar medo. Eles querem acabar com o medo, porque o medo cria defesas nas pessoas e se elas não tiverem medo, a porta da mente fica aberta e eles poderão entrar.

É isso que querem. Tudo o que podem fazer, estão fazendo. Tem muitos trabalhadores, esses que trabalham com cinema que fazem reuniões com eles e eles explicam, ensinam, e mostram filmes.

Existem também muitos seres que tentam impedir que isso aconteça, aconselhando seus protegidos. Mas os que trabalham com cinema, televisão, desenhos e livros, só pensam no dinheiro que vão ganhar.

Margarida - Não pensam nas consequências que terão mais tarde.

Diogo - Nada disso, não pensam em nada.

Muitos de seus guias espirituais procuram tirar essa ideia da mente de produtores e roteiristas, porque sabem que eles já estão sendo usados, mas não enxergam isso. Acham que as ideias estão surgindo de suas próprias mentes. Acham que estão se aproveitando de alguma coisa muito boa e que vão ganhar muito dinheiro com isso. Não escutam as orientações e os esclarecimentos.

Tem muitos seres trabalhando nesse sentido, mas eles não são ouvidos. Existe um apelo financeiro muito grande.

Todos aqueles que vão assistir às produções são observados pelos vampiros, niguém fica de fora. Eles não têm liberdade de interferir e pegar um ou outro, mas eles têm liberdade de entrar e observar todos que ali se encontram e escolher aqueles que irão obsidiar para fazer a comunicação. Eles os acompanham até em casa, observam suas vidas, tentando compreender o funcionamento das mentes  dessas pessoas.

Muitos são espantados ou afastados. Os amigos espirituais dos obsidiados pelos vampiros criam situações que os espantam ou fazem com que os vampiros se percam e não encontrem essas pessoas novamente. Entretanto, outros não conseguem ajudar seus amigos, e eles acabam sendo analisados pelos vampiros, tornando-se vulneráveis e fracos.

Aqueles cujo pensamento se torna obsessivo, só pensando no mesmo assunto, são os alvos preferidos deles. Ali, eles sabem que a porta da mente já se abriu e eles poderão juntar-se e ligarem-se. Começa, então, um processo muito difícil de interromper, que é quando uma mente começa a usar a outra. Os vampiros são fortes, a pessoa precisaria ter muita força mental para conseguir libertar-se de um gancho como esse, depois que o vampiro fica atrelado a ela. Depois dessa etapa é muito difícil desligar-se, eu sei, porque já passei por isso. Aconteceu comigo. No meu caso foi uma fraqueza muito grande, fraqueza da minha alma.

Eu agradeço porque vocês me deram uma oportunidade de trabalho, falando e contando o que vejo. Tenho estudado e aprendido muito. Eu sei que, de alguma forma, estou ajudando; eles me disseram e eu agradeço a Deus por esta oportunidade. A minha amada me ajuda muito.

Margarida - Ela está no plano físico ou já passou para o espiritual?

Diogo - Não, ela está aqui, junto comigo.

Margarida - Entendi, ela está no plano espiritual.

Diogo - Sim.

Margarida - É feliz quem tem alguém que o ame de verdade e esteja ajudando nessa transição. O irmão tem vontade de sair, está trabalhando nesse sentido e tem quem lhe ame muito. Está fazendo esse esforço para ficar conosco e trabalhar em nossa equipe. Vá se tratando e siga trabalhando. Então, ficará bom rapidamente.

Diogo - Eu agora deixei de ser um vampiro, e sou um Servo de Jesus. Salve, Jesus!

 

Diogo (ex-vampiro)

 

Vidência:

Vi uma teia fina estendida em determinada região do Astral Inferior e vários vampiros se enroscavam nela. Em seguida, eram trazidos para nosso GESJ.

Tomavam banho de Luz muito forte e todos caíam por terra, desfalecidos.

Foram levados para câmaras especiais, blindadas com material que desconheço. Ele corta a propagação das ondas do pensamento. Eles ficaram incomunicáveis neste local.

Foram medicados e entraram em sonoterapia. Durante esse período, enfermeiros realizaram inúmeros testes, até encontrarem a dosagem correta que deixa a mente no ponto necessário para ser tratada.

Entrou um trabalhador com um bloco de anotações e acessou a mente de um vampiro. Anotou sua história e alguns pontos mais importantes foram destacados.

Com um aparelho, mediu e analisou o campo áurico do vampiro e registrou essas informações com os outros dados.

Esse conjunto de anotações passará por um processo de análise que visa fazer uma triagem dos vampiros para destinação e tratamento adequados.

 

 

 

17. A CADA UM, SEGUNDO SEU MERECIMENTO

 

Vidência - Vejo cenas de um combate entre as forças da Luz e os vampiros em frente ao GESJ. Ao final da luta, muitos vampiros encontravam-se caídos no chão, derrotados.

Em meio a tudo isso, vejo uma mulher muito bonita, vestida de branco, procurando alguém entre os corpos. Depois de um tempo, ela encontra um rapaz, com uma espada no coração, transformado num vampiro.

Ela, chorando, ajoelha-se e, carinhosamente, carrega esse vampiro para dentro do GESJ. No meio do nosso círculo de trabalho do GESH, ela coloca o vampiro no chão e implora a Shama Hare que ajude seu filho.

Em seguida, veio a mensagem.

 

Que a paz do Mestre nos envolva.

Há muito venho procurando um recanto de Luz onde pudesse deixar meu precioso fardo, o filho do meu coração que se perdeu em meio ao vício de beber sangue e corrupção moral e espiritual.

Foi, meu filho amado, conduzido por uma educação Cristã, firme e honesta. No entanto, seu espírito rebelde não conseguia seguir os preceitos morais a ele ensinados, como faziam os seus irmãos.

Éramos de uma família nobre da Espanha, na cidade de Sevilha. Embora abastados, o ouro e a nobreza em meu lar não eram o Deus absoluto. Católicos e devotos de São Francisco, seguíamos, como podíamos, seus ensinamentos; mas o pequeno Raul, sempre rebelde, não se conformava com a nossa maneira simples de viver.

Procurava festas, orgias e envolveu-se no círculo horrendo das “Touradas”, onde eu via em seu olhar a satisfação da matança e a alegria de ver o sofrimento e o sangue derramado do animal.

Um dia, foi fatalmente ferido por um touro. Ali, na arena, seu sangue misturou-se ao do pobre animal.

Passados uns meses, eu o vi entrando em nosso lar, coberto de sangue, olhar cheio de ódio, deformado, soltando impropérios contra Deus, ao nosso Santo de devoção, São Francisco, e a mim que não o ajudei com minhas inúteis preces.

Em um voo certeiro prendeu-me e cravou os dentes em meu pescoço. Fui sentindo o entorpecimento e o frio da morte tomar o meu corpo.

Daí em diante, começa minha peregrinação em busca do meu filho e, ao mesmo, tempo socorrendo sua vasta rede de vítimas: crianças, velhos, homens e mulheres.

O grupo ao qual ele se uniu era composto de prostitutas, drogados, ladrões. Até mesmo padres irresponsáveis faziam parte daquele tenebroso conjunto. Eram famintos e vorazes na busca do sangue precioso. Seu maior prazer acontecia quando uma guerra era deflagrada e havia abundância de vítimas. Por outra parte, é grande o número de incautos que se deixam seduzir pela bela imagem que os vampiros projetam antes da mordida fatal.

Para as mulheres, mostram-se sedutores, confiantes, mostrando o seu ideal de homem e chegando, em alguns casos extremos, a manter relações íntimas com as jovens. A partir da troca de fluidos, escraviza-as, até empurrarem-nas ao vício. Essas raramente são mortas de imediato, pois doam de boa vontade o sangue e o corpo.

Para os homens, são conselheiros, protetores, bons amigos; como suas vítimas são fortes e jovens,  tornam-se uma fonte preciosa de alimento. São empurrados ao mundo do crime, aflorando uma tendência passada que os seus guias e amigos espirituais tentavam conduzir e conter.

No entanto, aprendi que a cada um será dado, segundo seu merecimento. E o meu filho, autoritário e abusivo, lançou-se em uma luta contra a Luz, ao tentar invadir e destruir este precioso Núcleo de Luz, o GESJ, pois corre celeremente a notícia de que aqui estão resgatando e, ao mesmo tempo, divulgando ao mundo, seus propósitos macabros. Daí declararem guerra a esta Casa (Grupo Espírita Servos de Jesus).

Graças a Deus, meu menino entrou nessa luta, e confesso, envergonhada, que o incitei a participar. Sabia, de antemão, que seria abatido. Assim aconteceu ao enfrentar um experiente Guerreiro da Luz e uma espada foi cravada em seu coração.

Pedi permissão para trazê-lo aqui e fui atendida pelo Mestre Shama Hare, a quem serei eternamente grata. Sua sabedoria, amor e caráter firme deixaram-me confiante, mas sem ilusão, na recuperação de Raul.

No entanto, Ele me disse que terei de buscar o meu caminho, pois progresso e aprendizagem são bagagens pessoais e que eu não poderia mais adiar, pelo mau uso do livre arbítrio do meu filho. Disse-me para confiar, porque Deus olha por todos, e seguir adiante.

Grata Mestre, por suas palavras.

Grata, Servos de Jesus, por terem acolhido entre suas paredes mais um vampiro, filho rebelde das Leis Divinas.

Que Jesus nos dê forças e nos ilumine.

Madalena (Mãe de um vampiro)

25/01/2014

 

 

E para não dizer que não falei de flores...

 

 

18. A FELICIDADE VOS AGUARDA NO PLANO ESPIRITUAL

           

A Paz de Jesus seja conosco!

A minha experiência na Doutrina Espírita foi extraordinária para dobrar o meu espírito rebelde.

Eu sei, hoje, que as pessoas me julgavam um santo, por desconhecer que no meu íntimo havia também as necessidades humanas.

Pensam vocês que não tinha vontade de fazer um retiro na praia? Era o meu sonho! Querer constituir uma família e receber os filhinhos amados? Ausentar-me quando me aprouvesse ou quando houvesse uma pressão muito grande para o recebimento dos livros!? Ou ainda quando a clientela desesperada não saía da minha porta, querendo milagres!?

Também em mim havia o desejo de me subtrair daqueles momentos de responsabilidades que, para mim, eram maiores do que eu poderia suportar!

Mas, graças ao meu Guia que, sabendo da minha fraqueza, permanecia vigilante ao meu lado, sempre me alertando de que era melhor sofrer na matéria, do que sofrer como espírito, é que mantive o norte do meu trabalho.

Ele me dizia: – Filho, Jesus não descansa! Ele, que é a Luz Maior de nossa vida! Porque você acha que tem o direito de descansar? Trabalha resignado! Disciplina! Disciplina! Disciplina!

E os seus conselhos ecoavam dentro da minha cabeça.

As vezes, eu chorava por me sentir fraco. Mas eu seguia em frente e não me arrependo, porque o que vejo hoje é tão deslumbrante, está tão acima do que eu mereço!

Os sacrifícios pequeninos que fazemos e que quando estamos encarnados parecem tão grandes, nada são, diante do tamanho da nossa culpa, do nosso atraso. Hoje, eu enxergo isso com maior clareza, porque, quando estava encarnado, não enxergava.

Somos, todos nós, um conjunto de Trabalhadores Servos de Jesus. Ele comanda a nossa vida, as nossas ações, o nosso pensamento, a nossa vontade. A Ele nos entregamos incondicionalmente, pois sabemos que o nosso Senhor Jesus só quer o nosso bem.

É a minha contribuição para todas vocês, minhas irmãs, que não tive oportunidade de conhecer quando estava encarnado. É uma pena, pois a comunhão de almas com os mesmos ideais de evolução e progresso é sempre uma alegria. Mas não encarnamos para sermos felizes, não é mesmo?

A felicidade vem depois! Depois que o corpo estiver ferido, cansado, dobrado sobre si mesmo pelo peso da incompreensão humana, das injustiças sofridas, mas com o coração repleto de fé e confiança, é que nos libertamos! Aí, sim, encontramos a felicidade!

Que Jesus abençoe todas vós e todos nós, trafegantes deste Planeta de Expiação e Provas.

E, se podemos auxiliar a Terra, como o beija-flor, carregando apenas uma gotinha de água para apagar um grande incêndio, que o façamos, com alegria e boa vontade.

Jesus é a Luz que aquece a nossa vida.

Salve, Jesus!

Salve, os Servos de Jesus!

 

Chico Xavier

02/02/2019

 

 

19. AO ALCANÇARDES A VITÓRIA, ENXERGAREIS A GRANDIOSIDADE DIVINA

 

Salve, Jesus!

Irmãos, as dificuldades que enfrentamos nas existências terrenas fazem parte de um conjunto de provas programadas para o engrandecimento do espírito.

A cada vitória alcançada frente aos problemas da vida, mais fortalecido estará o espírito e mais preparado para a fase seguinte. As etapas de provas e de desafios vão se tornando mais complexas e intensas, a medida que o espírito se fortalece nas vitórias conquistadas.

Aliado a isso, se a criatura mergulhar na transformação através do Evangelho de Jesus, nos trabalhos doutrinário e mediúnico na Casa Espírita, mais ampla se torna sua visão e seu entendimento da vida e dos seres, galgando patamares evolutivos antes não conquistados e clareiras de Luz se abrem em sua alma, pois o desconhecido é infinito, e o belo, o superior, os quadros de beleza indefinível vão se abrindo para o espírito a medida em que ele, radiante e feliz, alcança melhor graduação de evolução.

Irmãos, viveis num mundo repleto de desajustes, ociosidade, negligência, egoísmo, vaidade e orgulho desmedido. São densas as camadas a serem rompidas pelo espírito desejoso de progresso e, quando os seus olhos enxergam acima da densidade a que está habituado, fica perplexo ante a grandiosidade da Bondade Divina.

Não desanimeis ante as provas, pois elas são necessárias para alcançardes o objetivo maior. Os últimos metros que antecedem à chegada são os mais difíceis, porém, sem galgá-los, palmo a palmo, não alcançareis a vitória.

Há intensa atividade no plano espiritual, pois as mortes coletivas de pessoas que não despertaram para as realidades de além-túmulo estão sendo intensificadas em todo o planeta. São espíritos de irmãos ainda carentes e desajustados com as Leis de Deus e que trazem grande desequilíbrio e agitação ao plano espiritual, requerendo maior reforço das Equipes de Socorro. Sede vós dos trabalhadores que, atendendo ao chamado, auxiliam os socorristas enquanto os vossos espíritos se libertam do casulo físico durante o repouso. Colocai-vos a disposição da espiritualidade superior, em oração, pensamento e vibrações elevadas antes do repouso, para que seu espírito esteja preparado para o trabalho.

Há um contingente grande de Seres Superiores que vos guiam, consolam, esclarecem, desde que estejais preparados para o trabalho, realizando-o com bondade, dedicação e fraternidade, auxiliando vossos companheiros de jornada.

Jesus é conosco e Seu Amor sempre será o nosso Porto Seguro, Força Maior que nos conduz.

Salve, Jesus!

Salve, o Amor que nos guia!

 

Joana de Angelis

01/02/2019

                            

 

 

20. O ESPÍRITO ETERNO ANSEIA POR LIBERTAR-SE!

 

Jesus esteja entre nós!

Saímos para divulgar a Boa Nova sem a presença de Jesus e os obstáculos que encontramos nos corações empedernidos trouxeram, a nós, sofrimentos e desilusões.

O fortalecimento da fé somente aconteceu à medida que avançávamos no trabalho redentor. Os doentes se multiplicavam e nossas forças minguavam. No final de cada dia, reuníamo-nos para o estudo das palavras proferidas pelo Divino Salvador e sentíamos Sua Presença Amorosa a conduzir-nos, a sustentar-nos. E, muitas vezes, através de algum dos companheiros, recebíamos a palavra lúcida do Seu Verbo.

E Ele nos dizia: “Amai-vos, filhos, amai-vos! Resignai-vos ante a prova e o sofrimento! O espírito eterno anseia por libertar-se! Sacrificai-vos pelo próximo”!

E assim, seguíamos, dia a dia, nos afazeres, que esgotavam nossas forças, e nos embates, que entristeciam nossa alma. No entanto, nossa fé se tornou robusta, e mais vezes que o chicote das injustiças nos feriam, que o cinismo e a ironia nos achincalharam, mais caminhávamos confiantes em Sua promessa de alcançarmos um Mundo Melhor.

Jesus é a Luz do Mundo, anunciando que os sofrimentos que se abatem sobre nós são o prenúncio de uma Alvorada de Luz. É preciso caminhar sem desfalecimentos, sem desistências, com renúncia e sacrifícios, espalhando Suas Sementes de Luz, Suas palavras e lições libertadoras.

Ainda hoje, diante do caos, das tormentas e das tempestades que se abatem sobre vós, a Boa Nova é o roteiro sublime, o porto seguro para a ancoragem das almas, para que estas alcancem as benesses após a tempestade.

Somos Seguidores do Cristo e estamos convosco, auxiliando-vos nessa hora que, a passos vacilantes, enfrentais o caminho tortuoso, tumultuado e lamacento do Apocalipse.

Jesus é conosco.

Rendamos graças e louvores à Sua Presença!

Sou Lucas, vosso irmão.

Salve, Jesus!

                                                Lucas

                                        08/02/2019

 

 

Leiam nossas obras (todas em formato PDF em nosso site):

- Pétalas de Luz!

- Civilizações Intraterrestres

- Os Extraterrestres e Nós – Vol. I, II e III

- Cidades Intraterrestres – O Despertar da Humanidade

- Comandante Setun Shenar – Vice do Comando Ashtar

- Das Trevas para a Luz - Cidades Infernais

- Em Nome do Cristo, Novamente Estamos Aqui

- Os Decaídos e Sua Trajetória Terrestre – Vol. I, II e III

- Mãos Súplices por Socorro – Nos Bastidores visíveis e invisíveis dos presídios

- Mensagens do Mestre Jesus

- Mensagens de Allan Kardec e Helena Blavatsky

- Comandante Yury

- Os Intraterrenos – Missão Resgate Planetário – Notícias do Cel.Fawcett

- As Bombas de Hiroshima e Nagasaki

- Mensagens do Mestre Ramatis

- Mensagens de Chico Xavier e Emmanuel

- A Besta

- Os Reptilianos

- Ashtar Sheran ou Arcanjo Miguel

- Sementes ao Vento

- Mensagens de Maria de Nazareth, Joana de Angelis e Irmã Dulce

- Mensagens dos Nossos Irmãos Índios

- Mensagens dos Nossos Irmãos Negros

- Nostradamus

- João Batista

 

Endereço para correspondência e assistir às reuniões: Rua Hermes Curry Carneiro nº 555, Templo, Bairro Monte Belo, Vitória/ES CEP: 29.053-221

Dias e horários: às terças-feiras, das 14h às 15h e às quintas-feiras, das 19h30 às 21h.




RETORNAR ÀS MENSAGENS E DIVULGAÇÕES
ENTRE EM CONTATO CONOSCO AGORA MESMO!
Todos os direitos reservados ao Grupo Espírita Servos de Jesus | 2017
FBrandão Agência Web