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NOVA Divulgação 79

17/09/2019



Tema: VAMPIRISMO

 

Índice

 

PALAVRAS INICIAIS

 

Mensagens

01. AS FERAS ESTÃO SOLTAS -  Rochester

02. PLANO SINISTRO DA BESTA - Mahatma Gandhi

03. VIAGENS ASTRAIS A REGIÕES DE VAMPIROS -  Viagem astral

04. CONSEQUÊNCIAS DOLOROSAS DA 2ª GUERRA MUNDIAL - Nostradamus

05. NOSSA PRIMEIRA CARNIFICINA - Ananias

06. OBRIGAVAM-ME A BEBER SANGUE - Olga

07. TORNEI-ME VAMPIRO! - Um vampiro

08. O AMOR E O PERDÃO SÃO OS LIBERTADORES DA ALMA - Rochester

09. O TRABALHO É DIÁRIO - Clério

10. O REMÉDIO AMARGO QUE CURA - Clério

11. FUI LOGO AO SANGUE HUMANO - Padre Albert

12. QUANTOS CRIMES! QUANTA LOUCURA!  - João (ex-vampiro)

13. TRABALHAMOS EM NOME DA LUZ E DA PAZ - Dr. Samuel

14. É TEMPO DE LIMPEZA DA TERRA - Rochester

15. A REVOLTA, O MEDO E A VERGONHA ME DOMINAM - Jacques (vampiro)

16. SEI QUE SEREI EXILADA - Henriete (Vampira)

17. LIBERTAI VOSSA CONSCIÊNCIA PARA O AMOR! - Cristo Planetário

18. O SOFRIMENTO IMPULSIONA AO PROGRESSO - Zinom (Extraterrestre)

 

 

PALAVRAS INICIAIS

 

Queridos irmãos, que a paz do Cristo Planetário preencha os nossos corações, transbordando esse sentimento para todos os recantos deste lindo planeta azul.

Brevemente chegará a primavera, que sempre renova a esperança de dias melhores. Infinitas são as chances dadas pelo Pai para que possamos tirar a sujeira de nossas vestes de núpcias e participar das bodas. Já perdemos, várias vezes, a oportunidade de participar desse encontro, por ignorância, medo, vaidade e orgulho.

Por que relutamos tanto em sair de nossas zonas confortáveis e desbravar o novo?

Por que desejamos tanto permanecer em estágios intermediários de evolução?

Por que ainda nos comprazemos com a dor e o sofrimento?

Os irmãos que apresentamos nesse conjunto de Divulgações retratam bem esse lado obscuro do ser humano. Eles desceram ao fundo do poço, a ponto de terem perdido o amor e o respeito por si próprios. São flagelados de seus próprios sentimentos.

Mas a receita da evolução vem sendo transmitida há milênios e foi compilada pelo maior dos Mestres que já pisaram o planeta Terra desde a sua criação. Sintetizando de maneira maravilhosa toda a ética cristã, Ele disse: 

“Amai a Deus sobre todas as coisas e amai ao próximo, como a ti mesmo.”

E, explicando melhor, ressaltou: “Fazei ao próximo aquilo que gostaríeis que vos fizessem.”

Hoje, estamos aqui para levar ao mundo o conhecimento do sofrimento desses irmãos. E, mais do que isso, mostrar que o Pai nunca abandona seus filhos. Suas ovelhas sempre serão conduzidas para Seu aprisco.

Após o longo inverno, sempre virá a primavera, que renovará as esperanças em todos os corações. Que tenhamos sempre esperança e que trabalhemos por dias melhores.

Fiquem na Paz do Cristo!

 

GESJ

 

 

01. AS FERAS ESTÃO SOLTAS

 

Irmãs, salve a Luz do Mestre Jesus que nos guia nesses momentos de dores e expiações!

Em várias mensagens, estamos tendo o cuidado de filtrar o tema vampirismo para que se torne o mais simples possível.

Estamos fazendo isso para que o leitor, ao entrar em contato com o assunto, possa sanar suas dúvidas e ter o esclarecimento, pois não encontrará base à Luz da ciência terrena. Além do mais, a ignorância espiritual grassa nesta fase “Final de Tempos”, dificultando a abertura das mentes dos seres encarnados que, por vezes, não encontram no meio literário as respostas para questões espirituais, visto que o tema em questão – vampirismo – foge do roteiro engessado que se tornou a temática espírita.

Os meandros pelos quais atuam os vampiros são vários e de longo alcance; mas, não tenham dúvidas: todos eles são nocivos e destruidores da paz, da saúde e da moral humana.

Poderíamos ainda nos aprofundar no vampirismo sexual, alcoólico, narcótico e tantos outros já citados nos livros espíritas ou nos leigos; no entanto, o campo abordado pelas mensagens, em forma de depoimentos, abrange o consumo de sangue, no qual o vampiro extrai a seiva que ilusoriamente mantém sua força e satisfaz o vício da alma.

Abordamos o tema sangue ligado a esses irmãos porque foi a sua busca desenfreada que ocasionou os maiores morticínios que a Terra já presenciou. Os vampiros podem ser provocadores, desde mortes banais – sejam elas por vingança ou por motivações passionais – até mortes coletivas causadas por drogas, acidentes ou guerras. Há tantos motivos, que de uma forma ou de outra, obscurecem as variadas formas de vampirismo, embora estas não deixem de ser menos dolorosas ou que não tenham o concurso dos trabalhadores espirituais atuando no socorro e no alerta aos encarnados.

Não podemos, sob o risco de nos intitularmos irresponsáveis ou negligentes, omitir certos acontecimentos sangrentos da vida desses irmãos doentes. São mostrados para que fique um alerta de que “as feras estão soltas” e agem com muita facilidade no dia-a-dia terreno, a ponto de influenciar comportamentos, incentivar a brutalidade, criar situações de forma que, uma pequena diferença de opinião se transforme numa disputa do melhor ou do mais forte; e quase sempre o sangue é fartamente derramado.

Irmãos, a Luz não está mais sob o alqueire; ela está visível para todos. Mesmo quem não tenha olhos de ver, perceberá que não há mais disfarces, ou como esconder as ações por parte deles. Por este motivo, não é mais aceitável alegar ignorância dos fatos. Fragilidades e melindres à parte, melhor será enfrentarem o “inimigo” quando este estiver visível, se têm o conhecimento de como ele age e como atua. Desse modo, unidos e fortes, poderão se resguardar e estarem alertas.

Estamos convosco e, ao emitirem um só pensamento de socorro, este ultrapassará as fronteiras da matéria e da razão, e convosco estaremos: orientando e socorrendo.

Paz a todos.

Rochester, 28/02/2014

 

Vidência:

Vejo uma estrada asfaltada por onde circulam muitos carros, principalmente caminhões.

Na beira da estrada, surge um bando de morcegos. Eles pousam e transformam-se em vampiros.

Escolhem uma vítima, um caminhoneiro sonolento. Atacam o caminhão, que avança sobre um carro pequeno e os dois se chocam.

Imediatamente, os vampiros alvoroçados, gritando e na maior algazarra, avançam sobre os feridos ainda vivos.

Pareceu-me que os motoristas de ambos os carros os viram, antes de perderem a vida e emitem um grito que morre na garganta.

Os corpos astrais são devorados pelos vampiros.

Cena pavorosa.

No plano físico, os corpos dos motoristas estão destroçados pelo acidente.

 

 

As mensagens 02 a 06 retratam cenas vistas em campos de concentração, na época da Segunda Grande Guerra Mundial. Além da violência retratada, da fome e do medo, muita coisa aconteceu nos bastidores da Guerra. 

 

 

02. PLANO SINISTRO DA BESTA                      

 

Vidência:

Saí do corpo e visitei um local que não pude, a princípio, identificar onde era. Tentei descobrir, mas não tive autorização. Ali, avistei uma criatura abaixada, próximo a um corpo estendido no chão.

Em dado momento, esse ser que estava abaixado olhou para trás - como se pressentisse nossa presença - mas creio que não chegou a nos ver. Entretanto, pude ver nitidamente sua face: os olhos eram grandes - ou estavam esbugalhados - e pareciam vidrados, sem vida; a boca tinha presas muito desenvolvidas e estavam projetadas para fora da boca de maneira agressiva. A região envolta da boca estava toda suja de sangue, como se ele estivesse se alimentando de carne crua.

As mãos seguravam, com ajuda de afiadas garras, algo semelhante a vísceras que, acho, era do corpo de um ser humano estendido no chão à sua frente, o qual ele devorava. Cena medonha e dolorosa, que colocava aquela criatura numa condição entre a de um ser humano, que já não parecia ser, e a de um animal, que já não era.

Não compreendi, de imediato, onde estávamos, e nem o porquê de me mostrarem aquela cena, mas foi uma visão muito forte.

Segue a mensagem:

           

Todo sangue derramado nos campos de concentração nazistas foi intencionalmente vertido, como parte de um plano sinistro da Besta, para reunir um grande número de criaturas e promover assembleias que permitissem um intercâmbio entre as Forças do Mal.

Utilizando suas próprias palavras: “o holocausto será o banquete com o qual as facções tenebrosas haverão de reconhecer e reverenciar meu poder sobre a Terra. Através dele, reuniremos os servidores das trevas, discutiremos estratégias de domínio e distribuiremos, entre os Comandos Negros, os soldados que deverão nos servir cegamente. As tropas sombrias nunca mais serão as mesmas após o repasto magnífico que eu lhes proporcionarei.”

Esse trecho demonstra para a humanidade que também os seres das trevas planejam suas ações, pois são organizados, disciplinados e inteligentes. Não só o instinto inferior os governa, mas uma mente desenvolvida, cruel e perversa, cuja inteligência desonra sua condição de Filho de Deus, servindo às práticas de domínio, destruição e deturpação dos caminhos do progresso, situações das quais decorrem as lágrimas, a dor e o ranger de dentes.

O repasto foi grande. Draconianos, Reptilianos, Vampiros e outras categorias menos expressivas de seres ignorantes, embrutecidos, rudes e selvagens, reuniram-se durante aqueles anos, usufruindo e instigando os homens para, novamente, desfrutarem dos fluidos deletérios, miasmas e outras emanações nefastas, exaladas pelas vítimas da ocasião.

Grande carma do planeta foi drenado através dos episódios vivenciados, gerando, porém, novo carma coletivo, que há de ser, por sua vez, um dia, igualmente drenado.

Não, por acaso, milhões de seres humanos foram aprisionados, roubados, violentados, torturados, queimados e tiveram suas famílias e noções de convívio humano destruídos pela selvageria do plano hediondo.

A Espiritualidade Superior tudo fez para evitar a hecatombe humana, pois com o “holocausto nazista”, morreria, aos poucos, a dignidade dos homens.

Vencidos pela força da Lei do Livre Arbítrio, tudo fizeram os “Trabalhadores da Luz” para minimizar, aqui e ali, as mazelas, os traumas, as chagas abertas, o desespero e a dor física e moral dos envolvidos.

Procuraram, muitas vezes em vão, dissuadir muitos prepostos de suas más intenções, separando-os de seus comparsas invisíveis, pois ainda mais graves teriam sido os delitos, se assim não houvessem feito.

Após o desfecho do ciclo de queima de carma, estava consumada, não a soberania da Besta, mas a organização das frentes de trabalho e dos exércitos negros, que até os dias de hoje estão por todo orbe.

Procuram apropriar-se dos territórios divididos em cruentas negociações durante aquele período. Não agem por acaso os que hoje avançam sobre os Exércitos do Cristo nem os que atacam os indefesos seres humanos. São guiados pelas promessas de conquista, domínio, abate e usurpação feitas pelo “Príncipe das Trevas”.

Nesse momento, importa saber que, sorrateiramente, os vampiros esgueiram-se sobre as mentes dos jovens, procurando dominá-las, antes que percam o entusiasmo realizador, natural entre aqueles que saem da infância e caminham para a vida adulta. Esses seres prometem juventude eterna, insinuam que terão a perpetuação dos prazeres, vendem força e poder, com demonstrações e palavras. Contudo, do Alto chegou a determinação para que os seres humanos sejam esclarecidos e tenham garantida a oportunidade de escolha. Para isso, é preciso conhecer os dois lados antes de se decidir por um deles.

É da Lei que assim seja e assim será.

Não haverá interceptação de nosso trabalho, porque se trata de legítima obra nascida do Amor de Deus. Só se torna vampiro quem quer.

Paz e bondade entre os homens.

Mahatma Gandhi, 31/01/2014

 

 

Vidência:

Enquanto o irmão transmitia sua mensagem, vi um campo de concentração e milhares de seres negativos caminhavam como peregrinos na direção das áreas dominadas pelos nazistas, como que atraídos por alguma força que os imantava.

Cada território ocupado pelo exército alemão ensejava novo processo de reunião de seres trevosos e formação de um núcleo do mal. Primeiro, era apresentado o plano de dominação da Terra e, em seguida, traçadas as estratégias de fortalecimento, ocupação e formação das cidades inferiores, bases de apoio de onde deveria partir a disseminação do mal sobre a humanidade encarnada.

E assim transcorreu no plano astral inferior durante todo o período da segunda guerra mundial.

Ao final dessa vidência, novamente vi a fera que devorava um corpo caído e compreendi que aquela primeira cena fazia parte desse macabro episódio da história da humanidade.

 

 

03. VIAGENS ASTRAIS A REGIÕES DE VAMPIROS

 

Viagem Astral – Fui levada a um local onde vi vários caixões de madeira enfileirados. O Instrutor que estava comigo fez um gesto com as mãos e as tampas dos caixões se levantaram. Eram forrados por dentro de cetim na cor carmim e, em cada um, dormia um vampiro. Tomei um susto!

 

Viagem Astral Saí do corpo e fui levada a um local no plano físico onde existe um campo de concentração nazista, desativado. O plano astral do local conservava as imagens de cenas ocorridas no passado, gravadas no éter extra físico. Algumas dessas cenas foram ativadas para que eu as visse.

Primeiro, vi uma torre de onde caíam cinzas do alto de uma chaminé; era uma fuligem escura e pesada que a torre lançava para cima e depois caía, forrando o chão. Caminhei por cima, sentindo o pé afundar de tanta cinza que já havia no solo. O odor era muito desagradável, insuportável e todo o ambiente era muito pesado e triste.

Caminhamos mais um pouco e vi a entrada de uma espécie de alto forno industrial. De repente, o cenário se encheu de imagens de pessoas. Eram soldados que empurravam mulheres e crianças na direção da porta do prédio, onde funcionava um crematório. Elas entravam apavoradas, muitos gritavam, outras tentavam fugir, mas eram contidas pelos soldados. Havia muito desespero entre as vítimas e muita violência por parte dos soldados.

Parecia que eu estava lá, vendo em tempo real, o que acontecia no holocausto. Invadiu-me profunda tristeza e comiseração por aquelas pessoas. É inacreditável o que pode fazer o ser humano.

No plano astral, a realidade era ainda pior; uma cena revelou os espíritos recém desencarnados se aglomerando, agarrados uns nos outros, como se tivessem ficado grudados pela pele. Havia uma montanha de espíritos em agonia e “colados”. Não conseguiam se desligar uns dos outros, e se debatiam entre estertores de dor e pânico. Triste e chocante cena.

Entramos pela porta do prédio onde, no passado, mulheres e crianças entraram para morrer. Descemos uma longa escada e percorremos túneis dentro de uma caverna muito ampla e iluminada. Havia, no subterrâneo daquele prédio, verdadeiros salões cavados na pedra.

Chegamos a um dos salões que era muito amplo, onde vi “caixões” enfileirados, fazendo-me recordar a vidência anterior. Agora, já sabia onde estavam os caixões.

Esperamos um tempo e, de repente, os caixões começaram a se abrir. Dentro de cada um deles dormia um vampiro.

Acordaram e saíram da “cama”, sentando-se de frente para ela.

Atravessamos o salão. Ficamos do outro lado, de frente, para quem entrava. Vi chegarem soldados empurrando mulheres e crianças muito assustadas.

Os soldados reuniram os prisioneiros no centro do salão da caverna e depois se retiraram. Os vampiros os rodearam, seus olhares eram vorazes e famintos. Avançaram sem dó sobre as indefesas presas, que gritavam desesperadas de pavor, vindo a sucumbir dado o apetite doentio das criaturas.

Só creio no que vi pela fé no trabalho da Casa e na assistência espiritual que recebemos.

É hora de revelar as realidades invisíveis ao Mundo e, por mais fantásticas que pareçam, elas representam a condição de miséria espiritual do ser humano reencarnado neste planeta.

 

Viagem Astral 3 Saí do corpo e fui levada ao Hospital Servos de Jesus. Entramos numa ala e recebi uma máscara para colocar sobre as narinas. Caminhamos um pouco e chegamos numa espécie de alojamento, onde avistei corpos nus deitados sobre macas e, desses corpos, cobertos por bolhas purulentas, minava pus fétido que escorria para o chão. Entendi o porquê da máscara, pois o cheiro era ácido e muito ruim.

Não havia baldes recolhendo a sujeira, pois esta escorria de todas as partes do corpo. Quando o chão ficava saturado, uma equipe de limpeza vinha e raspava a sujeira que, naquele momento, já estava endurecida, como cera de vela.

Sobre cada maca havia uma lâmpada com forte luz amarela alaranjada, que parecia esquentar, intensificando a drenagem daquela substância pútrida. Os espíritos ali dispostos estavam completamente inertes, parecendo em sono profundo. O instrutor que acompanhava essa visita ao Hospital Servos de Jesus prestou alguns esclarecimentos:

 

Estamos em uma das alas de tratamento do Hospital Servos de Jesus.

 

Médium – Esses pacientes que vejo deitados sobre os leitos com bolhas pelo corpo, semelhantes às bolhas de queimaduras, são de pessoas relacionadas aos vampiros?

Instrutor – Sim. Essa é uma das etapas de expurgo no tratamento de seres que se dedicaram à prática do vampirismo.

Médium – Parecem queimados.

Instrutor – Isso porque suas mortes fizeram parte de um ritual que envolveu a queima de seus corpos. Uma vez no plano espiritual, foram resgatados, após autorização Superior, e induzidos ao sono profundo.

A queima das toxinas aderidas a seus corpos é intensificada pela luz, que penetra através das feridas na pele causadas pelo fogo. Por esse caminho, a freqüência de onda da luz traz as toxinas para a superfície, que vertem na forma desse líquido purulento e fétido, que borbulha e é drenado pelas bolhas.

Médium – O processo parece ser muito doloroso.

Instrutor – E é de tal forma doloroso que não suportariam enfrentá-lo em estado de vigília. É por essa razão que foram induzidos ao sono.

 

Continuando a descrição da vidência, observo que, nesse local, o mal cheiro é tremendo e o ar é sufocante. Seguimos em frente e fiquei impressionada com o grande número de macas. Não pude contá-las, mas eram dezenas. Passamos por uma porta e chegamos em local mais fresco e arejado, onde predominava a luz azul celeste.

Caminhamos, e vi mais macas. Nesse local, porém, os corpos já não tinham aquela aparência tão adoentada e com feridas abertas. Estavam mais limpos e refeitos. Havia lâmpadas de cor azul, cuja frequência de onda simulava água fresca caindo, como se lavasse os corpos que ali estavam. É muito difícil explicar algumas realidades do mundo espiritual, porque não há palavras que expliquem o que vemos.

Era como se da lâmpada saísse água na forma de Luz, com as mesmas propriedades da água, só que em forma de Luz.

Esse processo de limpeza auxiliava na formação de uma nova camada de células no corpo sutil danificado, contribuindo para o refazimento da pele que se apresentava extremamente fina, quase transparente. Novamente o instrutor interviu, esclarecendo:

 

Instrutor - Fase delicada de reconstrução dos tecidos de revestimento do corpo astral danificados pela queima.

Nossos pacientes ainda se encontram em sonoterapia, porém o estado de indução diverge do anterior, sendo menos profundo.

Na medida em que se refaz o corpo, vamos restaurando a mente, conduzindo-a gradativamente para um estado de consciência.

 

Continuando a viagem astral: Passamos para outra câmara anexa, onde notei um ambiente muito agradável. Nas macas encontravam-se homens e mulheres recompostos, já vestidos de maneira simples e que, em momentos diferentes, cada um despertava de seu sono.

Alguns pareciam ter perdido a memória, pois não recordavam onde estavam, ou quem eram. Alguns tinham a companhia de um enfermeiro; mas notei que os enfermeiros eram, na verdade, entes queridos deles. Alguns percebiam isso e outros não conseguiam reconhecê-los.

Notei que alguns não despertavam e me informaram que vão demorar mais um pouco. Um médico veio, avaliou o quadro de alguns pacientes, observou seus prontuários e concedeu alta a uns poucos, que foram então levados para outro setor do hospital, como pacientes comuns. A alta não representava que estavam recuperados, mas sim que aquela primeira etapa estava concluída.

07/02/2014

 

 

04. CONSEQUÊNCIAS DOLOROSAS DA 2ª GUERRA MUNDIAL

 

Vidência:

Minha mente foi levada para as regiões dos campos de concentração nazistas e vi, no Astral, grupos de espíritos que lá se encontram, rodeando as ruínas. São parentes de outros espíritos que ainda estão presos dentro das instalações devido à cristalização de seus pensamentos no momento de seu desenlace da matéria. A seguir, relato alguns episódios que ouvi e vi.

 

  • O meu irmão...! Meu irmão está sob poder deles!
  • Resgatem meu irmão, por favor, eu suplico... Resgatem meu irmão!

 

(…)

 

  • Meus filhos! Meus filhos! Eles estão com meus filhos! Socorro! Socorro!

(Essa mulher gritava e corria desesperada, de um lado para o outro, em busca de socorro para os filhos.)

– Tenho muitos membros de minha família prisioneiros deles. Tios, avós, irmãos, cunhados, pais. Não tenho forças para ajudá-los, mas também não consigo ir embora daqui e me desligar deles.

– Eles morreram queimados; estão “congelados” naquele terror. Olhem suas faces, estampam a dor! Como pode? Quem os tirará de lá? Tenho amigos ali...

 

Perguntei: são seus parentes?

Confusa, responde:

Meus parentes já estão a salvo; mas, e aqueles infelizes? Quem olhará por eles? Não consigo sair daqui, quero fazer alguma coisa, mas não tenho forças. Faço armadilhas e dificulto a vida de muitos nazistas.

 

(…)

 

- Não posso ir embora, não quero ir. Meu noivo! Eles o mataram. Tiraram sua vida. Eu os odeio, quero matá-los. Meu noivo! Onde está meu noivo? Eles o mataram!

(O espírito dessa jovem judia alternava momentos de lucidez, com momentos de loucura. Corria e gritava alucinadamente quando vinha uma crise.)

 

Sobre o que foi mostrado, segue a mensagem de Nostradamus:

 

  Irmãos, são tristes os quadros que encontramos nos arredores das câmaras ocultas. Do lado de fora dos cordões de isolamento, parentes e amigos impressionados e mentalmente perturbados insistem em permanecer chorando e destilando seu ódio pelos algozes de seus entes queridos.

  Do lado de dentro, dementados, ensandecidos de pavor e dor, as vítimas seguem purgando seu carma. Entre eles a maldade graça (se espalha), e espíritos tenazes no mal perpetuam as ideias inferiores labutando pelo sucesso das trevas.

  São cenas de cortar o coração, mas, acima da dor que disseminam, deve estar a fé nos desígnios do Criador, cuja compaixão e misericórdia não dão tréguas, movimentando forças incessantemente no sentido de debelar a origem do mal que promove o estertorar hodierno (a agonia vivida nos dias atuais).

  Não nos cabe julgar sobre o tempo de sofrimento dos nossos irmãos, pois já compreendemos que a contabilidade divina não falha.

  Cabe-nos a disposição para servir, quando e como pudermos. Sermos úteis como prepostos do Cristo e Servos de Jesus.

  A paz e a alegria sejam o ambiente íntimo de júbilo pela oportunidade de servir à causa do bem.

 

Nostradamus, 14/02/2014

 

 

05. NOSSA PRIMEIRA CARNIFICINA

 

Cordões de isolamento não foram suficientes para nos conter.

Criaram-nos obrigando a ingestão sistemática de sangue como único alimento. Mantiveram-nos em triste cativeiro desumano. Arrebatados de nossas famílias, desalojados de nossos lares, roubados de nossa liberdade.

Fomentamos, em nosso íntimo, o ódio, a revolta, a vingança.

Eles, os nazistas, não pensavam que seu plano de fabricar um exército de vampiros daria tão certo, muito menos que esse exército se voltaria contra seus criadores.

Assim que me vi consciente da nova condição e compreendi as experiências a que eles nos submeteram (homens, mulheres e crianças), arquitetei, no silêncio do coração revoltado, uma insurgência e, passo a passo, fui edificando meu plano, concitando comparsas tão indignados quanto eu diante das misérias da guerra.

Quando já éramos um grande número, aguardamos a farta alimentação que nos nutria e seguimos o protocolo de experiências que testavam nossas aptidões, força e saúde para uma vez terminadas as atividades, avançarmos em massa contra nossos algozes.

O experimento dera certo, pois formaram um exército de vampiros sedentos. Só não esperavam que esse exército se voltasse contra eles mesmos e nem que suas cercas de proteção fossem tão exíguas.

Foi nossa primeira carnificina. Dali partimos para outros aglomerados nazistas onde nos locupletamos, dando ampla vazão ao ódio que ardia em nossos espíritos.

Eu guiava um verdadeiro “exército de vampiros”. A guerra acabou, os campos foram esvaziados, mas não me dei por vencido. Persegui, um a um, os violentos gênios do mal e suguei deles a seiva da vida em nome de todos que eles mataram. Até que enlouqueci.

O ódio, quando elevado a “governador da mente”, adoece o espírito e termina por fazê-lo sucumbir.

A guerra já terminara, mas agora eu estava envolvido numa guerra comigo mesmo. Uma guerra sem fim.

Sobre o ódio, somente o amor pode por fim, e foi pelas mãos de minha mãe e do seu amor renovador que recobrei a consciência.

Hoje, eu olho para trás e tremo de medo, só de lembrar o que fiz, ainda mais porque agora sei que terei que retornar, limpando cada gota do sangue derramado daqueles que odiei e, confesso, ainda odeio.

Nenhuma guerra é justa, a não ser aquela que travamos conosco mesmo na tentativa de vencer a inferioridade que nos domina.

Meu futuro não será nada fácil e meus planos agora são: desintoxicar meu espírito de todo sangue sugado, buscar minhas vítimas e me redimir do sangue que derramei, reconstruir meu corpo nos moldes da Criação Divina, para que retorne à condição humana. E nos intervalos entre uma e outra ação, estudar e trabalhar em busca de conhecimentos e forças que me permitam cumprir o roteiro renovador.

Fui judeu, morto pela violência nazista.

Tornei-me vampiro, induzido pelos cientistas perversos.

Hoje sou cristão, revivido pela Misericórdia Divina.

Ananias, 22/02/2014

 

 

06. OBRIGAVAM-ME A BEBER SANGUE

 

Glória a Deus e graças aos Dirigentes deste maravilhoso lugar.

Hoje, estou podendo me comunicar e agradecer pela ajuda recebida de mãos amigas que me retiraram do local onde sofri, resgatei erros e, por fim, desencarnei.

Era judia de nascimento, de família austera e fortemente contrária aos movimentos de supremacia da raça humana.

Fui ainda jovem, na idade de 15 anos, levada a um campo de concentração. Vi meu pai, mãe e irmãos serem sacrificados nas câmaras de gás, fornos e trabalhos forçados, mas, a mim, me pouparam e temia saber o porquê.

Quando fiz 17 anos, levaram-me para um laboratório e ali começou o inferno da minha vida. Entendi porque queriam uma judia e de raça puramente alemã. Diziam que construiriam um exército indestrutível, mas que para isso o meu sangue era a chave para o sucesso da experiência.

Injetaram-me substâncias, realizaram trabalhos que hoje entendi serem de magia negra. Obrigaram-me a beber sangue e, por fim, soltaram a palavra “vampiro”. Diziam exatamente assim: “Precisamos de um exército de vampiros, porque o frio, as armas, a fome ou as doenças não os eliminarão da face da Terra.”

Vi coisas pavorosas! Quando as experiências não davam certo, jogavam os prisioneiros nos fornos, nas câmaras de gás; ou então, ali mesmo, arrancavam os corações e as cabeças, queimando os corpos em seguida.

Sofri muito e fiquei no laboratório gemendo e agonizando no ódio durante longo tempo, até que um grupo, que a princípio confundi com os nazistas, disse-me que a guerra já havia acabado e que o socorro havia chegado.

Não sou vampira, mas muitos que ali entraram saíram como tal.

Graças a Deus, sou hoje saudável e consciente do meu dever de socorrer esses doentes da alma.

Grata a todos.

Olga

Prisioneira do campo de concentração na Alemanha,

22/02/2014

 

 

07. TORNEI-ME VAMPIRO!

 

Vidência:

Vi um vampiro durante a primeira parte da reunião. Ele permaneceu nos observando com olhos profundos. Não estava em posição de ataque ou de defesa. Apenas nos observava com uma certa indiferença. Quando nos concentramos, ele falou e foi então que percebi que ele se encontrava preso numa espécie de jaula.

 

Tenebrosas criaturas, é o que somos!

Não fomos criados assim pelo Criador de todas as coisas. Nós nos rebelamos contra as imposições morais de evolução, desejando apenas servir aos instintos animalizados, servir às paixões que embrutecem a alma, tornando-a insensível aos sentimentos elevados.

Veja a minha aparência desumana: pareço – e sou – um grande morcego! Isto porque esses animais de hábitos noturnos e que se escondem em locais úmidos e sombrios têm fama de sugadores de sangue.

Porém, não possuímos a instintividade inocente dos animais selvagens! Temos consciência desperta e alma individualizada. Somos, ou fomos, seres humanos e voltaremos a ser, pois é da Lei, a evolução de todos os seres.

Como sei tantas coisas, sendo um vampiro, sugador do sangue humano, da energia alheia? Porque estudei profundamente acerca do Vampirismo e quis experimentar, tornando-me, eu mesmo, a cobaia.

Atraí, por processos magnéticos de hipnotismo, a presença de criaturas que habitavam o invisível e que eram vampiros. Busquei-os nos inúmeros experimentos psíquicos, atraindo-os ao meu convívio.

No entanto, eu não possuía uma bagagem moral, alicerçada numa fé robusta no Criador; ao contrário, mais cético do que cristão, arvorei-me em experimentos cada vez mais longos, isolando-me em locais ermos, em florestas e bosques, para atrair os seres vampiros.

Com a alma desnuda de proteção divina, vi-me subitamente atacado pelas criaturas que evoquei, sendo por elas induzido a praticar crimes e saciar-me do sangue quente das vítimas.

Tornei-me Vampiro!

Habito a escuridão.

Não temos piedade ou compaixão.

Esquecemo-nos de nossas origens, de nossos entes queridos.

Esquecemo-nos de Deus, vivendo única e exclusivamente para saciar o vício insaciável, corrompendo criaturas, provocando guerras, acidentes, assassinatos, torturas, todos os crimes onde possa haver a abundância de sangue e terror.

Veja-me! Estou numa jaula! É de onde me permitem transmitir minha história.

Há pouco tempo fui aprisionado, não sem lutas. Resisti à derrocada de um tempo sem fim, na prática do vampirismo.

Sobrevivemos aos flagelos humanos, às guerras e às bombas. Resistimos ao tempo, pois somos indestrutíveis, uma vez saciados...

Sofro ao relatar minha derrocada, pois ainda não estou convencido totalmente de que render-me é o necessário e o melhor para mim.

Atualmente, na sociedade moderna, temos livre trânsito entre os homens que nos julgam inofensivos, abrindo suas portas para nossa entrada triunfal para arrebatar suas preciosas vidas.

Subjugam nossa força e nosso poder, acreditando, os pobres seres – como um dia eu pensei na minha tola ignorância – que podem nos controlar.

Não temos amigos, não temos compaixão.

Essa jaula em que me prenderam parece frágil; no entanto, não tenho forças para me soltar.

Quando um ser humano encarnado pratica o mal, ele escancara as portas de sua alma para seres como nós, que se aproveitam da energia alheia.

Quantos assassinatos por “motivos banais” vocês ouvem nos noticiários diários? Somos nós a incitar maior força nos desejos e instintos incontrolados dos seres humanos.

Somos parte da turba invisível aos olhos dos encarnados e desejamos locupletar-nos da decadência moral desta humanidade e sobreviver ao holocausto final.

Estou cansado. Não desejo me recordar, mas as lembranças vêm contra minha vontade.

Vejo as cenas dos trens descarrilando, os gritos de horror dos tripulantes, a massa humana esmagada, e nós, em bandos, atacando os despojos ainda frescos, no afã de sugar a energia da vida.

Acidentes nas estradas que provocamos por divertimento; em rodovias planas, sob o céu límpido. As mentes invigilantes dos condutores são por nós teleguiadas a sucumbirem na violência fatídica.

Esta humanidade nos atraiu fortemente com os desejos mal contidos das violentas paixões e vícios.

Não somos Criações de Deus; somos as aberrações dos homens!

Até quando existiremos? Seremos humanos novamente?

Não desejo entregar-me, mas uma força irresistível me mantém prisioneiro. Meu destino é, para mim, muito incerto.

Não desejo morrer, pois me acostumei a viver intensamente das paixões corrompidas. Se querem me levar ao Céu, desistam! Quero viver no inferno que construí.

E quem são vocês? A resposta que sempre recebo é: “Somos Servos de Jesus”!

Quem respondeu? Eu não vejo. Percebo que vocês não se apavoram com minha presença e aparência.

Tanto faz. Logo estarei solto.

O que? Me dizem que não!?

É o fim de minha saga de Vampiro?

Meu nome? Qual deles? Chame-me apenas de Vampiro!

Vampiro, 07/02/2014

 

 

08. O AMOR E O PERDÃO SÃO OS LIBERTADORES DA ALMA

 

Os seres negativos, inclusive os vampiros, que estão sendo recolhidos na limpeza do Plano Astral, no processo final da Transição Planetária, terão destinos diversos, de acordo com suas vibrações.

Aqueles vampiros que já possuem níveis de vibração diferenciada dos demais – ensejadas pelo desejo de mudança que ativa certos centros de força superior existentes em todas as mônadas – serão encaminhados a Colônias e Cidades Espirituais onde houver condições de serem submetidos a tratamento para redução da carga mórbida aderida em sua alma decadente e rebelde. Eles seguirão para o Exílio Planetário já menos densos e já propícios a tomarem forma mais humana, em encarnações futuras.

A Misericórdia de Deus socorre os algozes com seus comparsas, para dolorosamente filtrarem as mazelas condenáveis, nas futuras reencarnações, longe da Terra.

Devereis revelar o oculto, para que a humanidade desperte do sonho ilusório da matéria.

O Amor e o Perdão são os libertadores da alma.

Salve, Jesus.

Rochester, 07/02/2014

 

 

09. O TRABALHO É DIÁRIO

 

Irmãs, salve o Cristo que nos conduz.

Fui designado para esclarecer como se dá a captura dos vampiros que encaminhamos para a Cidade Espiritual Servos de Jesus. Alguns encarnados poderão dizer que somos “caça-vampiros”; no entanto somos uma Equipe de Resgate especializada no tratamento desses irmãos que, por milênios, vagueiam pela Terra.

Nosso trabalho é ininterrupto e de extrema cautela, porque lidamos com seres inteligentes, astuciosos, vingativos e tenazes na busca de uma presa. Quando recebemos a solicitação do nosso Superior, já vamos com endereço certo onde esses seres se reúnem.

De uns séculos para cá, eles têm agido em bandos, pois perceberam que a vibração da Terra se modifica paulatinamente, que se acirra a luta das Trevas contra a Luz e que o lado ao qual se aliaram só tem acumulado derrotas.

Somos constantemente convocados para irmos aos locais de acidentes, chacinas, guerras ou onde houver solicitação superior para socorrer alguma vítima solitária. Para nossa tristeza, o maior complicador na hora de separar um vampiro da sua vítima vem do recém-desencarnado que, ignorante do mundo espiritual e das formas que nele habitam, entram em uma faixa vibratória de medo, histeria e, por vezes, de passividade, em virtude da falta de fé que os encarnados dizem professar.

Quando chegamos, a vítima e o vampiro não sentem a nossa presença; raramente somos sentidos de imediato por um desencarnado. Mentalmente, adormecemos a vítima, se ela estiver agitada; outro grupo começa a dar passes magnéticos no vampiro, paralisando-o; então, levamo-lo em macas para “naves de resgate” onde são encaminhados para as salas do setor da Cidade Servos de Jesus destinadas a eles, onde só é possível entrar com autorização superior.

A vítima também é encaminhada à Cidade e passa imediatamente por uma desintoxicação, para que o veneno inoculado não se espalhe no corpo astral. O trabalho é diário e as vítimas resgatadas já são milhares, somando-se aos vampiros.

Em boa hora, veio a notícia da divulgação deste tema. E podem ter certeza que se os encarnados acreditarem e mudarem o conceito errôneo da morte e desses seres, muito nos ajudarão na tarefa de resgate.

Fiquem na Paz do Cristo.

Clério

Equipe de Resgate dos vampiros e de suas vítimas

 

 

10. O REMÉDIO AMARGO QUE CURA

 

A limpeza planetária que se realiza é feita em várias frentes. Alguns leitores desinformados podem achar que o combate aos vampiros se iniciou repentinamente, por causa dos livros e filmes veiculados, irresponsavelmente, pelos encarnados. No entanto, esta luta dura séculos, como também é longa a convivência desses seres entre os encarnados.

Queremos esclarecer que o amor nos move, pois no lugar que eles se encontram hoje, estávamos nós no passado; lutamos, agora, para não serdes vós, encarnados, as futuras vítimas.

O fato de engaiolá-los, caçá-los, lutarmos e vencê-los, não demonstra, de nossa parte, falta de amor ou compaixão pelo próximo, pois oferecemos justamente o remédio amargo que lhes dará a cura que buscam inconscientemente.

Embora em seus relatos haja soberba, vaidade e orgulho, saibam que sofrem muito na deformação do seu perispírito, que o fluido que absorvem não sacia a fome e que o desprezo e a solidão são companheiros constantes, mesmo andando em bandos.

O maior sofrimento para eles é quando o Alto permite que lembranças do passado invadam suas mentes, como um recurso da Luz para que as mudanças se iniciem. Mais uma vez, é o remédio amargo que cura.

Somos firmes, sim. Não abandonaremos nosso posto, mas, não se esqueçam: o Amor nos move.

Paz a todos.

Clério

Trabalhador no resgate aos vampiros e as vítimas

 

 

11. FUI LOGO AO SANGUE HUMANO

 

Graças a Deus, fui capturado!

Não aguentava mais ser tratado como um ser desprezível e asqueroso, porque é isso o que eu sou: um vampiro asqueroso que abusava da fé e da credulidade das mulheres, das quais me alimentava com o sangue puro de sua inocência.

Minha história começa muito antes de ser um vampiro. Era um padre que aspirava ao bispado. Era ambicioso e muito observador da personalidade humana. No monastério onde vivi, era tido como homem sombrio e calado. Era verdade, porque não expunha o que me interessava; gostava das ciências ocultas, como elas se desenvolviam e atuavam no plano físico. Muitas vezes, fui cobaia dos meus experimentos, mas tudo era muito oculto, porque vivi no auge da Santa Inquisição e, por causa das minhas experiências, poderia parar na fogueira.

Um dia, um livro sobre mortos-vivos chegou às minhas mãos, trazido por meu jardineiro - um homem calado que me obedecia por me temer. Aquele tema me envolveu e, em pouco tempo, tornou-se uma obsessão para mim. Indaguei-me: Poderia ter a vida eterna sem morrer?

Parti na busca desse sonho e iniciei os experimentos no meu laboratório subterrâneo. Sonhei sobreviver a todos e tornar-me Papa.

Descobri que o sangue possuía um grande poder e que este seria o veículo que me levaria à vida eterna. Pulei etapas, não iniciei com animais como ensinava no livro, fui logo ao sangue humano. Primeiro, crianças, as quais o povo crédulo oferecia para que eu catequizasse. Após, mulheres que vinham ao confessionário. Por fim, moribundos, a quem dava extrema-unção.

Um Frei - a quem odiava com todas as minhas forças – desconfiou, vigiando-me de perto. Dizia, a meia voz, que se alguém quisesse saber onde eu estava, era só seguir o rastro de sangue.

E assim aconteceu. No convento das Carmelitas, fui rezar uma missa para as noviças, a pedido da Abadessa Terezinha.  Enlouqueci ao ver tantos pescoços a minha frente, à disposição.

Alimento e água já não me satisfaziam mais. Não dormia, era um morto-vivo; porém, mesmo assim, realizei a missa. Na madrugada, vozes sem rostos incentivaram-me a sugar o sangue daquelas pobres mulheres inocentes.

Na manhã seguinte, exausto e ensanguentado, não lembrava de nada. Foi quando o odiado Frei Paulo, com guardas, entregou-me ao Tribunal Inquisidor. Como era Padre, a pena foi um simples enforcamento. Possuía conhecimento de mortes melhores para pessoas como eu.

Esperei! Chegou a noite de Páscoa e despertei!

Levei sete meses hibernando. Para o meu prazer e vingança, minha primeira vítima foi Frei Paulo. Fui lento e fiz a sua morte ser dolorosa. Degustei cada gota de sangue que retirava sua vida.

Contudo, nada foi tão fácil. Encontrei no submundo da Igreja muitos Bispos, Monsenhores, Cardeais, Freiras e Abadessas vivendo como vampiros. A partir daí, criamos uma confraria onde um ajudava o outro, na busca das presas. Seguimos por séculos fazendo isso.

Entrava em templos e sabia quando médiuns me viam e diziam ter o poder de me exorcizar. Chamavam-me de demônio, mas, mentalmente, queriam pactos de poder e riquezas. Tudo era relativamente fácil, até que começou a “caça às bruxas” e aqui estou: uma aberração que não sabe mais onde se esconde o ser humano que habita em mim.

Não cheguei ao Papado. Sou apenas um desprezível vampiro que, por vezes, tem lembranças da mãe, do tempo de criança e da inocência da meninice.

O choro das vítimas me persegue. Envergonho-me de, um dia, ter dado a comunhão com as mãos sujas de sangue e, em seguida, ter matado inocentes noviças, para depois torná-las vampiras.

Sou um louco!

Imploro, envergonhado, que a Misericórdia Divina se compadeça de mim!

Quero ser gente de novo. Ajudem-me, por piedade!

Jesus me salve!

Padre Albert (Vampiro), 08/02/2014

 

 

12. QUANTOS CRIMES! QUANTA LOUCURA!

 

Vidência:

Vi um homem muito branco que parecia não ter sangue nas veias. Não sei o porquê, mas tive a impressão que sua pele, além de alva, era muito fria, como a de um cadáver. Tinha cabelos lisos e não me olhava diretamente. Estava separado de nós (participantes do GESH) por uma grade ou algo parecido.

Ele, então, começou a falar:

 

Eu sei que não posso atingir nenhuma de vocês e nem tenho vontade de fazer isso, agora. Esse lugar anula a minha vontade.

Estou aqui há algum tempo, não sei quanto. Sucumbi numa luta. Fui derrotado, da mesma forma que outros iguais a mim.

Fomos levados a um lugar desconhecido e julgávamos que nossos inimigos, aqueles que nos derrotaram, tentariam usar-nos para fins sórdidos, como muitas vezes acontecera, quando algum feiticeiro, ou outro ser de forte poder psíquico, nos arrastava em aventuras cruéis em busca de satisfações carnais e poder.

Mas, como disse, julgávamos que, novamente, eu e mais alguns companheiros de desdita serviríamos a algum déspota. No entanto, não fomos molestados por ninguém.

Alguns de nós se debatiam, tentando fugir. Fomos colocados em gaiolas enormes e limpas; outros, inconscientes, foram levados cuidadosamente numa espécie de maca e, outros ainda, como eu, que apresentavam ferimentos, mas que aparentemente se achavam conformados com a situação, recebiam os primeiros socorros num ambiente claro, limpo e com muito respeito, sem agressões ou ofensas.

Eu olhava para todos desconfiados, pois nunca fora tratado com respeito; ao contrário, sempre com repulsa e medo.

O tempo passou. Minha aparência deformada começou a incomodar-me. Eu estava detido e me disseram: “- É para o seu próprio bem”, pois não deveria mais ferir as pessoas. Confesso que nunca pensei em minhas ações e como elas infringiam Leis, as Leis de Deus.

Desde que fui recolhido, o ambiente parece influenciar nos meus pensamentos e em meu corpo. Sinto dores horríveis, cruéis e angustiantes, pela falta do alimento predileto, o sangue. Mas aconteceu algo dentro de mim, pois desejo libertar-me dessa maldição: o vampirismo!

Começo a entender como estive cego por tanto tempo.

Disseram-me que “evolução não dá saltos” e que os meus erros não poderão ser simplesmente apagados pelo arrependimento. Terei que enfrentar as consequências de minhas ações, e isso me assusta, mas não me fará desistir.

Sou de origem gaulesa. Minha família era rica e tradicionalmente severa. Tornei-me um jovem delinqüente e fanfarrão, que desejava apenas divertir-se. Amava a jogatina e as noitadas em orgias. Afastei-me do rigor da convivência familiar, ficando a mercê dos meus instintos.

Não foi difícil envolver-me em magia negra, por simples curiosidade leviana. De repente, vi-me enredado em crimes passionais, levado a orgias sangrentas, onde passei a beber o sangue de pessoas sacrificadas nas bacanais. Jovens virgens e criancinhas eram hipnotizadas e sacrificadas para saciar as feras que balançavam freneticamente à sua volta.

O Satanismo absorveu minha alma.

 

Neste ponto do relato, o ser interrompeu a narrativa. Parece que as lembranças ativavam mudanças em seu corpo astral. Sua aparência humana mudou para lobo e depois para morcego.

Ele se debateu e pareceu-me que iria desmaiar.

Um Instrutor da Luz acercou-se dele e disse suavemente:

João, acalme-se. Você já está pronto para narrar sua história, mas, se quiser, pode parar”.

Aplicou passes nele e sua aparência foi se modificando, até tornar-se quase homem.

O ser deu um meio sorriso e pediu-me para aguardar, que continuaria o seu relato. Então, falou:

 

Os crimes que pratiquei, queimam-me ao recordá-los.

Assassinatos da pior forma; festividades satânicas com sacrifícios; arrastamento de vítimas a armadilhas cruéis para beber seus sangues.

Quantos crimes! Quanta loucura!

Percebo que não suportarei as lembranças que abrasam minha alma. Devo retirar-me. Um dia, ainda poderei retornar para contar...

Ainda me sinto fraco, apesar do Irmão Lucius dizer que estou pronto. Talvez eu não acredite e, por isto, vacilo.

Submeto-me aos tratamentos oferecidos pela Misericórdia de Deus, o mesmo Deus que reneguei. Esforço-me para aprender e melhorar. Ainda não tenho plena consciência das consequências dos meus atos e o que enfrentarei para redimir-me. Sei que luto e lutarei até o fim para deixar de ser um vampiro.

Desculpem-me, mas devo retirar-me. Sinto-me fraco.

Obrigado por me ouvirem. Adeus.

João (Ex-Vampiro), 08/02/2014

 

 

13. TRABALHAMOS EM NOME DA LUZ E DA PAZ

 

Irmãs! Salve, a Luz!

Venho, com autorização dos nossos Mestres, prestar alguns esclarecimentos sobre a ala reservada aos vampiros, localizada na Cidade Espiritual Servos de Jesus.

Esta ala é altamente vigiada e vedada a qualquer visitante da Cidade, seja ele encarnado, desencarnado ou morador. Embora estejamos falando desse local agora, ele já existe há anos, quando ainda éramos colônia. O que fizemos foi ampliar o seu espaço e atendimento.

Embora tenha havido um expressivo aumento nos resgates dos vampiros, o número de colaboradores não aumentou na mesma proporção. E, nesse caso, há vários fatores que contribuem para isso, sendo o principal, o medo. Existe também a desinformação, a falta de preparo espiritual, o desconhecimento do tema e do desenvolvimento do tratamento destinado a eles.

Apesar de lançarmos cursos preparatórios, o número de ajudantes é mínimo. Aos encarnados, a autorização não se faz possível por motivos óbvios, mas principalmente em virtude da periculosidade e das emanações desprendidas desses seres, podendo, por invigilância, serem absorvidas pelo perispírito do encarnado. Mesmo nos resgates, é muito restrita a participação dos encarnados.

A parte medicamentosa é fornecida pelos irmãos Extraterrestres e Intraterrenos e desenvolvida em nossos laboratórios. São medicamentos com princípio ativo dos seus planetas de origem, e também retirados das próprias células dos doentes. É complexa a extração do princípio ativo e a confecção da medicação.

Quando são trazidos para a ala de tratamento, eles já passaram por um banho de Luz e foram induzidos à sonoterapia, em urnas com vapores medicamentosos que aceleram a absorção do remédio para a drenagem e início do preparo para as “naves-exílio”.

Notamos uma variedade de sentimentos desses irmãos, sendo os mais fortes: o medo, a culpa, os momentos de fúria e, por fim, a aceitação.

A equipe da amável Joana de Angelis tem prestado uma inestimável ajuda no tratamento psicológico, daí alguns estarem aptos a contarem suas histórias, o que, para eles, dá uma sensação de alívio e expectativa de cura.

Embora estejam em alas próximas, um não tem contato com o outro, para que não realimentem acordos, recordações e, se for o caso, vinganças ou subjugação do fraco pelo forte.

Aos encarnados, recomendamos prudência, pois o contato com eles é altamente nocivo, o que infelizmente já se presencia no mundo atual.

Seguimos trabalhando em nome da Luz e pela paz.

Dr. Samuel

Médico da ala dos Vampiros

14/02/2014

 

 

14. É TEMPO DE LIMPEZA DA TERRA

 

O legado do vampirismo tem atravessado a cortina do tempo, ganhando força e vigor na atual realidade da Terra de “Final de Tempos”. Ignorar tal fato é como tentar tapar o Sol com uma peneira.

As mentes desocupadas e os corações repletos de paixões animalizadas das almas habitantes do Orbe terráqueo atraem as forças vampirescas ao convívio humano.

Os corpos físicos que ficam ligados às almas dos vampiros permanecem aprisionados na terra onde foram enterrados como mortos e seus espíritos semimaterializados praticam os crimes contra alvos certeiros.

Agindo em bandos, os vampiros atacam esta humanidade.

Alguns locais, cuja prática de magia negra deixou-os imantados de energia deletéria, servem como um portal de acesso dos vampiros para a matéria.

Em certos locais em rodovias por onde transitam os displicentes motoristas, os vampiros quase se materializam para provocarem matanças através de acidentes de carros desgovernados. Praticam crimes contra os seres humanos, insistentemente, em certos pontos de rodovias; e, quando ficam em evidência, buscam outros locais, não porque possam ser descobertos, mas porque sempre há uma alma desperta para a Luz que, descobrindo seu portal de acesso, clama pela Força de Deus para bani-los.

Os Vampiros não suportam os Seres da Luz, porque os queimam com suas vibrações superiores. A Força da Luz trazida pela presença dos Seres Evoluídos também neutraliza os locais imantados negativamente, afastando os vampiros.

No entanto, a saturação da energia negativa no ambiente terrestre tem facilitado o acesso dos vampiros aos seres humanos encarnados.

O corpo físico enterrado de um vampiro continua a pulsar como se estivesse vivo, pois é alimentado pela alma semimaterializada que se abastece de sangue, atacando os encarnados, mantendo ativa a seiva vital que conserva o corpo físico intacto e vivo.

Apesar de manter-se vivo, não pode locomover-se, devido a imobilidade do túmulo; proporciona, entretanto, força extraordinária ao espírito.

Pergunta – Irmão, quer dizer que o vampiro ainda ligado ao corpo físico tem maiores poderes de ação?

Rochester – Sim, porque atua com maior propriedade nos dois planos da vida, pois ainda circula pelos “ductos do duplo astral” a energia vital que proporciona ao espírito poder manifestar-se e atuar nos planos físico e astral.

Não há mistérios. Há lógica e leis físicas atuando no corpo físico e na alma.

Os Vampiros evitam os cemitérios quando estão em atividade de caça. Usam o “Campo Santo” para repousar durante o dia, pois é à noite que agem febrilmente.

Há um exército de vampiros agindo nesse momento, provocando farto derramamento de sangue humano para abastecerem-se e manterem vivas suas Cidades Infernais.

É tempo de limpeza da Terra e o saneamento é profundo, porque não restará nenhuma centelha desvirtuada da Casa do Pai para habitar a Nova Terra.

Avante, irmãos! Jesus é conosco.

Vamos à luta para a limpeza da Terra.

A Paz de Jesus seja convosco.

Rochester, 14/02/2014

 

 

15. A REVOLTA, O MEDO E A VERGONHA ME DOMINAM

 

Não me temam, não vou mordê-las!

Não as atacarei em busca do seu precioso sangue; ao contrário, anseio desesperadamente ser novamente humano, não ter mais minhas mãos sujas de sangue, não ter mais essa forma grotesca, da qual não consigo desvencilhar-me.

A paz só me vem quando os trabalhadores dessa clínica, que não sei onde se encontra, me levam para dormir.

As lembranças vêm de forma gradativa e a vergonha, o medo e a revolta me dominam, com o receio de não conseguir mais voltar ao normal.

Lembro vagamente de onde nasci: França. Vejo como num filme; era de família numerosa onde eu, que não me reconheci como ser humano, era o caçula. No entanto, quando vejo meu irmão, o ódio me domina e verdadeiramente me transformo no ser horrendo que sou.

Sempre competimos em nossa vida: pelo carinho da mãe, o orgulho do pai, as conquistas das meninas. Até que, em uma noite, ao disputar uma linda menina, eu o matei com grande satisfação e a minha consciência não cobrava. Entretanto, em outra noite, ele retornou com o corpo deformado, dentes enormes e com sangue pingando da boca e das mãos.

Disse que voltava para que a justiça fosse feita e, de súbito, mordeu-me no pescoço e no peito, onde o coração pulsava. Perdi os sentidos e acordei sepultado no cemitério da família; a sede me dominava, o ódio impulsionou-me a sair em busca do meu inimigo, meu próprio irmão.

Observando as pessoas, sabia analisar qual a melhor presa, isso porque tive muita ajuda dos amigos das trevas. Eles me levaram para uma cidade dominada por eles e lá aprendi a caçar, buscar a vítima e mantê-la fiel, ou trazê-la para nossa cidade.

Como nunca tive dificuldade em me alimentar, continuaria como vampiro até hoje, se não tivesse encontrado meu irmão. Agora, ele apareceu com a forma de Samaritano, dizendo ter vindo ajudar-me.

Não quis a sua ajuda nem a sua mão estendida; debochei e tentei atacá-lo, mas ele possuía uma força que eu não conhecia e, aos poucos, fui comparando-o a mim e perdi a coragem e a arrogância. Uma noite, ele me dominou e trouxe-me para um hospital onde pudesse ser ajudado.

Sofro muito e o sofrimento é o remédio que me cura.

Ainda sou viciado, mas um dia retornarei e, curado, serei um trabalhador da Luz.

A todos que nos odeiam, digo que não é preciso; nós nos odiamos o suficiente.

Tenho a compreensão do porquê sofro e agradeço. Espero que o meu irmão esteja nas estradas, resgatando os doentes como eu e que Jesus me ajude.

Jacques (Vampiro), 21/02/2014

 

 

16. SEI QUE SEREI EXILADA

 

Que Deus me ajude, pois que as lembranças me corroem a alma e o remorso provocado pelas minhas más ações não me deixa em paz!

Procuro esquecer o olhar das minhas vítimas, esquecer o sabor doce do sangue, o calor dos corpos, e por fim, a sensação de plenitude e poder que me invadia quando, silenciosamente, aproximava-me de uma vítima e sabia que ali estava a fonte da minha eternidade, juventude e beleza.

Dizem alguns que poderei voltar a ser normal. Que, ao contar minha história, ajudarei muitas pessoas.

Não sei se essa vida de terror de que hoje me lembro ajudaria alguém. Como uma vampira, que sentia satisfação em ser assim, poderia ajudar alguém?

Inicio minha história como uma moça de 20 anos. Desde nova sabia que era admirada pelos homens e invejada pelas mulheres. Cedo, descobri o poder da beleza e o fascínio que meu corpo exercia nos homens.

No entanto, à medida que o tempo foi passando, eu adquiri uma doença e meus cabelos, pele e corpo estavam envelhecendo rapidamente. Corri logo para uma conhecida curandeira de uma aldeia, porque sabia que ela poderia me ajudar com suas poções.

Sorrateiramente, fui ao seu casebre e contei-lhe o que me acontecia. Ela olhou para umas pedras, jogou sangue em cima delas e disse-me que poderia devolver-me a juventude perdida, e mais, que me faria eternamente jovem e bonita.

Aceitei de imediato e não me neguei a ser sua ajudante nas poções e outros trabalhos.

Ri quando me ordenou que lhe trouxesse o filho recém-nascido do administrador da aldeia. Levei-o. Ela fez conjurações e uma incisão no pescoço da criança. Após, mandou que eu bebesse o sangue. Assim o fiz sem questionar.

Ficamos um tempo agindo assim e sacrificamos muitas crianças. Ela dizia que a juventude delas seria passada para mim. Depois, foram os filhos mais belos das famílias dos aldeões e o ritual seguia o mesmo.

Com o tempo, fui me modificando. Notava que as pessoas evitavam olhar para mim. Questionei a feiticeira e ela me falou ser inveja e ódio da minha beleza.

Até que, uma noite, o magistrado pegou-me em flagrante mordendo sua filha. Prendeu-me, fui julgada herege e filha do demônio.

Presa, colocaram-me em uma cela e ali fui, aos poucos, definhando e, por fim, morri. Na verdade, foi a libertação da fera na qual me transformei. Após isso, não procurei apenas meninas belas e crianças; todo sangue era bem-vindo.

Quem pôs fim a minha vida de vampira foi a feiticeira que, ao me ver, queimou-me com seus feitiços e conjurou-me.

Não sei o que aconteceu depois, só me lembro que sentia os maus tratos e as correntes a me prenderem.

Séculos depois fui resgatada e, hoje, sou uma pessoa quase normal, mas sei que serei exilada. Não tenho medo, só quero esquecer.

 

Henriete (Vampira), 22/02/2014

 

 

17. LIBERTAI VOSSA CONSCIÊNCIA PARA O AMOR!

 

Centelhas de Luz planam no espaço em direção à Terra!

Seres sublimes, com os corações repletos de amor e compaixão, vêm até vós, atendendo ao apelo dos aflitos para sustentar-vos nas provas expiatórias que vos chegam.

Vós, que já acendestes bruxuleante luz de compaixão e de caridade, de compreensão e de trabalho, renovados pela Consciência Luz de Jesus, preparai-vos para os entrechoques dos desequilíbrios planetários.

O mar revolto invadirá a costa e o lixo entupirá os canais de saída, inundando as cidades; e o povo, qual ratos presos em ratoeiras, desesperados, enlouquecidos, sem fé e sem luz, buscarão a morte prematura, encontrando caos ainda maior para seus espíritos desequilibrados, mergulhando na escuridão.

Enviamos até vós os Avatares que, pelo sacrifício, vos conduziram, procurando despertar-vos. Jesus, Luz Sublime, que no holocausto se fez homem para libertar vossas consciências, negaste-vos a segui-l’O.

Despertai, filhos, pois sois, todos vós, filhos da Criação!

Deus, é nosso Pai e Seu Amor une toda Sua Criação.

Libertai-vos das amarras dos planetas transitórios! Vinde para a Luz, conhecer além do horizonte, onde o brilho do amor é eterno, onde belezas inimagináveis por vós constroem planetas onde habitam Seres de Luz.

Libertai vossa consciência para o amor!

Vinde, filhos Meus! É o Pai Criador quem vos conclama à evolução, porquanto Suas Leis Universais, a Lei do Progresso e a Lei do Amor não poderão deter o seu curso por mais tempo.

Vinde, filhos, pois o planeta não suporta mais o flagelo. Libertar-se-á num tempo curto.

Enxergai as oportunidades que vos chegam! É o Criador quem vos oferta.

Deixo-vos a Paz de nosso Pai, para expandir a Luz que existe em vós, Seus filhos.

Cristo Planetário, 14/12/2018

 

18. O SOFRIMENTO IMPULSIONA AO PROGRESSO

 

Irmãos terráqueos, não negligencieis a oportunidade de viverdes vossas vidas futuras em lugares que hoje imaginais serem possíveis apenas para os seres mais iluminados que passaram pela Terra.

Por experiência própria, dizemo-vos que uma nova forma de vida mais segura, fraterna, saudável e ética entre a população de um planeta não é mera esperança.

Nós também achávamos, em nosso tempo expiatório, na nossa ignorância, que o sofrimento era eterno e que somente os eleitos, os expoentes da Luz, encarnariam em um Novo Mundo elevado, pois que somente eles mereceriam as melhores venturas espirituais. Naquele momento, nós nos achávamos muito distantes do aceitável em moral e comportamento para nos colocarmos como direitistas.

No entanto, o sofrimento impulsiona ao progresso e os Mestres, com seus ensinamentos, apareciam cada vez mais próximos e claros aos nossos olhos. Em determinado período da nossa transição planetária, não era mais possível negar que algo muito grave se aproximava do nosso planeta. Sentíamos um incômodo, um mal estar que, insistentemente, soava em nossa mente.

Aconteceu conosco o que hoje acontece em vosso planeta: abusos sexuais, perversões, desregramentos, tudo ocorrendo como normal e à luz do dia. A corrupção grassando as nações, inversões de valores que passam por normalidade e avanço de um povo.

Havia lá, como agora, crianças corrompidas, famílias desfeitas, natureza em ebulição, o errado passando por certo, valores invertidos, destruição. Tudo se multiplicando vertiginosamente por todo planeta, até que chegou ao ápice de forma trágica e destruidora. E o que antes era ridicularizado, transformou-se em triste realidade.

A Terra se abre. Ferida, sua dor vem à tona e a fase tão propalada pelos Instrutores e Mensageiros espirituais é mostrada  aos vossos olhos.

Hoje, atuamos alertando sobre o que está por vir. Os anúncios do Alto, irmãos, são mais reais do que supõem.

Vemos, das nossas naves, que estais à beira do abismo, e perguntamos: não sentis o mal-estar do abismo inferior tão próximo a vós? Como não percebeis que o ambiente muda a cada dia, ao vosso redor, como uma sombra destruidora que lentamente vos arrebata para sua teia?

É realmente uma fase muito difícil de ultrapassar, mas afirmamos que é possível atravessá-la e sair vitorioso. Porém, alertamos: esse período ficará impresso em vossas mentes e não há como sairdes incólumes dessa experiência marcante, pois as cicatrizes ficam, mas no final, irmãos, a liberdade e a alegria da vitória vos envolverão e sentireis uma leveza indescritível. Então sereis gratos ao Pai por vencerdes o pior dos inimigos: vossas próprias mentes.

Envolvamo-nos no amor ao Criador, pois que tudo que emana Dele nos alimenta, fortalecendo nossas fibras mais íntimas.

E assim, em retribuição, aqui estamos a impulsionar-vos, dando esperança de dias melhores e certos que no futuro sereis vós a fazer um trabalho como o nosso, auxiliando àqueles que precisarão também de palavras amigas e amorosas.

Permanecei firmes,  pois afirmamos que tudo o que estais vivendo valerá à pena, como experiência nos depoimentos que fareis àqueles que futuramente ajudareis.

Paz em vossos corações e Luz no caminho de todos!

Zinom (Extraterrestre), 16/10/2018

 

 

Endereço para correspondência e assistir às reuniões: Rua Hermes Curry Carneiro nº 555, Templo, Bairro Monte Belo, Vitória/ES CEP: 29.053-221

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Contate-nos também por e-mail através do site www.estraseintras.com.

 

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Leiam nossas obras (todas em formato PDF em nosso site):

- Pétalas de Luz!

- Civilizações Intraterrestres

- Os Extraterrestres e Nós – Vol. I, II e III

- Cidades Intraterrestres – O Despertar da Humanidade

- Comandante Setun Shenar – Vice do Comando Ashtar

- Das Trevas para a Luz - Cidades Infernais

- Em Nome do Cristo, Novamente Estamos Aqui

- Os Decaídos e Sua Trajetória Terrestre – Vol. I, II e III

- Mãos Súplices por Socorro – Nos Bastidores visíveis e invisíveis dos presídios

- Mensagens do Mestre Jesus

- Mensagens de Allan Kardec e Helena Blavatsky

- Comandante Yury

- Os Intraterrenos – Missão Resgate Planetário – Notícias do Cel.Fawcett

- As Bombas de Hiroshima e Nagasaki

- Mensagens do Mestre Ramatis

- Mensagens de Chico Xavier e Emmanuel

- A Besta

- Os Reptilianos

- Ashtar Sheran ou Arcanjo Miguel

- Sementes ao Vento

- Mensagens de Maria de Nazareth, Joana de Angelis e Irmã Dulce

- Mensagens dos Nossos Irmãos Índios

- Mensagens dos Nossos Irmãos Negros

- Nostradamus

- João Batista




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