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Trabalhai, trabalhai e trabalhai!

11/01/2004

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Vidência:

Vi chegar uma águia imensa e ao se aproximar de mim pousou. Subi por suas asas indo colocar-me sobre seu dorso. Voamos em direção a Salvador.

Lá chegando vi as duas companheiras do GESH que fisicamente lá se encontravam. Estavam reunidas em concentração. Depois disso saímos em direção a uma escada que dava acesso ao subsolo. Na medida em que descíamos tudo ficava escuro, mas à nossa frente um foco de luz iluminava uma passarela estreita e comprida. De trechos em trechos um paredão liso se prolongava perpendicular à passarela.

Ao caminharmos, notei que haviam corpos presos por ganchos e pendurados nas paredes. Ouvi do Mestre Shama Hare a ordem para chegar até os corpos. Não entendi a ordem e olhei para ele com uma interrogação na mente. Como eu faria para ir lá se por baixo do local havia um precipício? Ele repetiu a ordem, mentalmente, então obedeci. Enchi-me de coragem e confiança e iniciei a caminhada. Descobri, então que enquanto eu caminhava, à minha frente o chão aparecia e eu prosseguia, enquanto que atrás de mim o solo desaparecia.

Peguei então um corpo preso ao gancho e o trouxe para a passarela onde outra companheira aguardava com um carrinho de mão. Do outro lado da passarela outras companheiras realizavam a mesma tarefa. Quando o carrinho ficava cheio era conduzido até um local onde havia uma esteira rolante comandada por outra irmã.

Os corpos eram colocados em macas, dispostos em fileiras na esteira rolante e conduzidos a outro local onde uma equipe de trabalhadores da Casa aguardava-os com transporte especial. Esse grupo conduzia pouco a pouco os seres desacordados para o Hospital Servos de Jesus onde recebiam os primeiros socorros por outra equipe preparada para atende-los. O tratamento imediato consistia em uma injeção que reativava as ondas cerebrais. Observei os aparelhos acoplados aos irmãos doentes emitirem sinais semelhantes aos vistos no eletroencefalograma. Alguns voltavam calmos após esse exame, mas outros voltavam violentos e a partir daí era feita uma triagem e os irmãos encaminhados para esse ou aquele setor do hospital.

Como não havia visto ainda a líder do Grupo, perguntei a Shama Hare em que etapa do trabalho estava atuando. Então o Mestre descortinou-me à frente uma bela visão onde do Alto o Mestre Ramatis irradiava intenso foco de luz azul e ela se encontrava próxima do local onde trabalhávamos. Sua tarefa consistia em receber, transformar e retransmitir toda luz emitida pelo Mestre Ramatis para as equipes de socorro. Ela nos alimentava de luz... da luz do Mestre.

Após a retirada dos corpos, as passarelas que eram muitas foram iluminadas pela energia do Mestre e houve naquele momento uma explosão de luz que provocou o desmoronamento das paredes e a limpeza final do lugar, que me pareceu ser o astral de Salvador.

Em seguida recebemos essa mensagem:

   

Temo-vos dito: trabalhai, trabalhai, trabalhai. Essa orientação recebida do Alto. Muitos sofrem dores atrozes e precisam de socorro. Aqueles que caminham, mesmo trôpegos, mas cujas pernas já sustentam o próprio corpo, são convocados a servir, pois é no amor-trabalho que se fortalecem os propósitos no bem, enrijecendo as pernas que sustentam a caminhada.

Trabalhai, trabalhai, trabalhai. Eis a orientação que vos ofertamos.

Salve a força da Luz!

Shama Hare

GESH - Vigília Jacaraípe - 29/11/2003 - Serra, ES - Brasil




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