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Divulgação 38

28/11/2005

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Queridos leitores e amigos! Paz em Jesus!

Conforme já divulgamos no nº 33, fizemos uma viagem ao Rio Grande do Sul para formar nosso cruzeiro simbólico.

Já passamos para o público as batalhas que travamos no astral com o Cavaleiro Negro, seus sequazes e sua cruel e asquerosa "forma-pensamento" milenar. Também a mensagem do Mestre Ramatis e outras não menos importantes. Contudo, ainda ficou muita coisa para ser contada.

O submundo do preconceito

Num daqueles dias que lá passamos, aproximaram-se de nós, quando estávamos concentradas, vários seres intraterrestres. Achamos que eram da cidade de Lunthi, pois vieram em cavalos alados. Entre eles estava Zenin, uma intraterrestre de Lunthi. Nesta cidade existem cavalos alados e Zenin tornou-se amiga do nosso Grupo.

Ela se aproxima e dá a cada uma um cristal que acende espontaneamente onde houver escuridão, funcionando como uma lanterna automática. A seguir, convidou-nos para darmos um passeio sobre a Região Sul do Brasil.

Subimos nos cavalos alados e unimo-nos a Zenin e aos demais seres que a acompanhavam. E, de carona, sobrevoamos uma boa parte da região. Vimos em determinados lugares no astral, nas cidades e também em vilarejos, verdadeiras grades, contornando-as, fechando-as. Cercas elétricas construídas pelo preconceito e orgulho, já bem definidas, em volta daqueles lugares. Em seguida a esse passeio pelo astral da região, Zenin falou:

Devemos arrancar as grades do preconceito que impedem a ascensão dessas criaturas.

Para Raça Brasil, Celeiro do Mundo, elas deverão contribuir na expansão da paz e da fraternidade entre os povos.

Devemos limpar o submundo do orgulho e sanear em definitivo a Pátria do Evangelho.

Arraigado nos ódios e preconceitos dos ancestrais colonizadores, esse povo não consegue definir-se brasileiro na acepção profunda do ser e transforma-se em verdadeiro verdugo de si mesmo.

Sanear para ascender. Lutar para libertar-se.

Salve Jesus.

Zenin, Intraterrestre de Lunthi, Caxias do Sul-RS, em 13/04/2003

Nota: Agora, relendo a mensagem acima, parei um pouco para pensar na frase de Zenin: "Sanear para ascender.". Já repararam quanto o Sul do Brasil tem sido bombardeado por fenômenos insólitos da natureza?...

À margem da estrada

Paramos num trecho da estrada que segue para Nova Petrópolis. Sentamo-nos no chão, de frente para a Serra Gaúcha, a fim de recitarmos o mantra às 12 h. Entre nós e a Serra havia um barranco bastante íngreme, terminando num estreito vale. Tudo coberto de muito verde.

Senti vibração muito ruim naquele lugar e assim que me concentrei vi três rapazes. Um deles era forte, alto, loiro, de olhos azuis e segurava pelo pescoço um jovem, de cabelos castanhos, moreno, magro e franzino. Ameaçavam jogá-lo naquele precipício. O rapazinho implorava para não morrer...

Como se eu estivesse assistindo um filme, voltaram a fita e eu vi o momento da emboscada, quando o trouxeram para cá. Bateram bastante nele, humilharam-no urinando sobre seu corpo. Queimaram-no com charuto e por fim o mataram jogando-o no barranco em cuja borda nos sentamos.

O motivo do crime foi vingança. O jovem era namorado da irmã do rapaz loiro e ele não admitia alguém daquele "tipo" na sua família. Preconceito acompanhado de crime bárbaro.

GESH, 13/04/2003

Nada acontece por acaso

A história do rapaz assassinado não terminou ali. No mesmo dia, após a recitação do mantra, pois em vigília nós o recitamos de 3 em 3 horas, um dos canais presentes relatou o seguinte:

Vejo chegar muito aflita uma jovem mulher. Ela se lança em nossa direção e é barrada por Zambi, um chefe guerreiro que nos acompanha em todas as nossas viagens. Após pequeno diálogo entre os dois, ela é conduzida ao nosso círculo para concentração. Senta-se ao lado de D. Margarida e toma as suas mãos, beijando-as. Agradece, comovida, o resgate do seu filho do mundo de sofrimento e ódio no qual se refugiara.

Ela fala, muito emocionada: "Coloco-me de joelhos em frente a Jesus e comprometo-me, a partir de agora, a colocar-me como a mais humilde de suas servas, trabalhando sem descanso, não somente pela recuperação do meu filho, mas de tantas outras almas que permanecem na escuridão.

Durante muito tempo, permaneci ao lado dele, tentando retirá-lo da situação de sofrimento, sem sucesso. Roguei a Maria que intercedesse por ele junto a Jesus. Minhas preces foram atendidas e vocês apareceram.

Ao final da concentração, quando recitávamos a Corrente Crística, eu captei da mente daquela mãe agradecida que ela iria procurar também os agressores e assassinos de seu filho e trabalhar sem descanso na seara do bem, para no futuro, se o Pai Misericordioso permitisse, vir em nova encarnação trazendo todos, vítima e algozes, como filhos do coração.

A mãe agradecida, GESH, Canela-RS, em 13/04/2003

Nota: As pessoas que não tem conhecimento da Doutrina Espírita podem não ter entendido bem o caso, por isso vamos esclarecê-lo.

Fomos "levadas" a parar na margem da estrada, à beira de um despenhadeiro, embora não simpatizássemos com o lugar. Astral pesado, desconforto físico, vibração densa. Mesmo assim, paramos, porque não havia lugar melhor por perto. Depois do que nos foi revelado, chegamos à conclusão de que nossa parada naquele local era destinada a prestar socorro ao infeliz espírito sofredor que, há muito tempo, ali estava imantado pela dor, revolta e ódio.

Através das vibrações amorosas das preces, foi libertado pela Equipe Espiritual do GESJ que nos acompanha nas viagens. Encaminhado para o Pronto-Socorro da Colônia Servos de Jesus, situada no astral de Vitória-ES, iniciou uma nova trajetória de vida.

Maria atendeu aos rogos de uma mãe aflita.

Nada acontece por acaso!...

Violência gerou ódio profundo

Comecei sentindo a vibração muito forte de João Batista. Estava de pé, no topo de uma colina e queria comunicar-se.

Depois, um índio revoltado gritava e batia com um pedaço de tronco no chão, enquanto esbravejava palavras que, graças a Deus, eu não compreendia.

Nossa presença ali estava incomodando-o muito.

Era bastante violento, precisava incorporar, pelo que pude perceber das tentativas feitas pela espiritualidade. Todavia não conseguia, tamanha sua violência e revolta.

Saímos do corpo físico e tomamos nossa aparência de guerreiras, ao que ele assustou-se e diminuiu um pouco aquela atitude agressiva. Foi então que algo diferente aconteceu. Desdobrei-me do corpo espiritual e, em outro corpo, com aparência de um índio, eu comecei a agir como ele, falando sua língua em altos brados e batendo com as mãos no chão. Será que estava incorporada? Ou tomei a forma de alguma existência passada como indígena? Esqueci-me de perguntar a um Instrutor. Assim entabulou-se uma espécie de diálogo do qual nada sei. O fato é que ele foi se acalmando. Quando isso aconteceu, mentalmente fui dizendo que ele deveria conversar com Margarida. A principio, recusava-se, mas depois de algum tempo, conseguiram aproximá-lo da outra médium, e ele começou a falar. Estava com muito ódio devido a um massacre ocorrido em sua tribo há muitos anos.

Em seguida, veio a mensagem escrita do Irmão João Batista:

Os primeiros contatos com os espíritos de índios aprisionados pelo próprio ódio

Eis o que viestes fazer nestas paragens: socorrer os que sofrem, filhos de Deus, irmãos do Cristo, hoje flagelados e sendo, de outro modo, crucificados, como Ele o foi.

Crucificados pelo preconceito, pelo ódio contido do homem branco. Ódio por aquilo que não pode compreender, não compreendendo não pode aceitar e sem aceitar, precisa eliminar, exterminar, civilizar.

Não há mais como resgatar a sua cultura, o modo de vida dos seus antepassados. A preciosa herança dos antepassados perdeu-se no tempo e no preconceito. Porém, além da cultura e da história, do passado sobraram homens, mulheres e crianças, criaturas divinas, filhas de Deus, que precisam ser resgatadas das condições precárias em que sobrevivem, ou o extermínio da sua gente se dará. Isso não deseja o Alto, isso queremos e precisamos evitar. Para tanto, contamos convosco em vossa labuta, para que possais, como instrumentos do Pai, socorrer esses irmãos.

Margarida - Estamos a disposição para o trabalho, ajudar é a nossa meta.

João Batista - Procurai onde se encontra acampado um grupo de índios que deveis contatar. Nós vos daremos o sinal que indicará a permissão do contato, no momento adequado.

M - Podemos ir amanhã mesmo.

JB - O contato só poderá ocorrer após a permissão do Alto, pois a situação é delicada e um trabalho de limpeza se faz necessário para evitar ondas de violência sobre vós.

Aguardai o sinal e, enquanto isso, trabalhai mentalmente em socorro aos irmãos índios daquela região.

M - Tentaremos minimizar os ódios através do dialogo amigo, fraterno, procurando compreender suas razões, seus sentimentos e dores. Jesus há de nos ajudar e ganharemos essa "batalha" através da palavra bem colocada.

JB - O esvaziamento do bolsão de ódio se dará dessa forma, aliviando bastante a tensão.

M - Podeis contar conosco.

JB - Assim será. Até o momento do contato. Salve a Força! Salve a Luz!

João Batista, em 17/04/2003

Obs: A partir dessa mensagem e de pequeninos "toques" sobre os bolsões de ódios no astral da Região Sul do Brasil, tivemos certeza de que um dos principais motivos da nossa viagem àquelas plagas, era o de apaziguarmos a revolta dos índios desencarnados. Muitos deles, a centenas de anos, foram humilhados e assassinados barbaramente pelos homens brancos.

Graças a Misericórdia Divina que não desampara seus filhos, conseguimos acalmar muitos e traze-los a realidade atual. Entre eles, como nos diz o irmão Pedro, pescamos em nossa rede de amor e compreensão um peixe bem grande, o Cacique Thuerê da tribo dos Caigangues. Hoje, nosso devotado amigo serve de ponte de ligação entre tribos diversas e o GESJ, trazendo-nos, nos dias de doutrinação, alguns índios desequilibrados, pela cristalização da dor, da rebeldia e do ódio. E assim limpamos também o astral do planeta, que faz parte da queima do nosso carma nessa encarnação.

Em vigília e oração

Vi muita neblina e uma índia com uma criança nos braços. Ela queria pedir algum tipo de ajuda, mas sentia tanta raiva que não tinha coragem. Depois, vi muitas crianças brincando na frente de um barranco. Após a vidência, recebi a seguinte mensagem:

- "Prezadas irmãs:

Durante todo o dia de hoje, devereis manter-vos em vigília de orações e estudo, concentrando energias e afinando os contatos para comunicação.

Em alguns momentos, grupos de índios serão a vós encaminhados para que os doutrineis. Estarão agrupados por categoria vibratória, portanto, a doutrina de um será estendida a todo o grupo.

Visamos, com essa medida, reduzir a força vibratória negativa que do plano espiritual assola o plano físico. Salve a Força! Salve a Luz!

Irmão X, em 18/04/2003

Tribos inteiras foram dizimadas

No hotel em Porto Alegre, às 9 h da manhã, incorporou uma índia com seu filho. Ela parecia ser uma curandeira, pois havia um canal de abertura espiritual no seu corpo astral, por onde ela ouvia as orientações da espiritualidade Maior, orientando-a a comunicar-se conosco. Ela atendeu, mas muito desconfiada.

Durante o trabalho de doutrinação, pude ver que essa índia, assim como outros índios desse grupo, no plano astral,m rrido um massacre que fizeram vêem-nos como antigos colonizadores, algozes que dizimaram suas aldeias nativas. Em sua mente, vejo cenas de sangue derramado, formando riachos vermelhos e muita correria de mulheres e crianças, entre gritos de terror e surpresa.

Tribos inteiras sendo dizimadas cruelmente e os corpos dos invasores banhados de sangue. Algumas de nós fazíamos parte do bando dos invasores. Aos poucos, o sangue vai escorrendo e, por fim, sobram apenas as mãos sujas de sangue. E assim, ficamos sendo chamados por esse grupo de índios: mãos de sangue.

Vi chegar um Reptiliano e, à medida que se aproximava, ia tomando a forma de um homem, um padre jesuíta que, no meio do nada, puxava uma tela branca onde projetava cenas desse passado delituoso, reavivando na memória dos índios o ódio e o medo.

O cacique cheio de ódio que incorporou ontem e conversou com Margarida já estava menos agitado e a tudo observava de um canto, onde permanecia quieto e abaixado.

GESH, Porto Alegre-RS, em 18/04/2003

O toque dos sinos recorda a catequese

O índio que se comunicava, durante todo o tempo via imagens da destruição de sua tribo, escravidão e violência contra os irmãos.

Os sinos da igreja que existe próxima ao hotel onde estamos hospedadas tocam, apesar de ser sexta-feira da morte e Paixão de Cristo. Os espíritos dos índios que ali se encontravam para serem ajudados através da doutrinação, encolhem-se de medo, pois, em sua torturada mente, ficou cristalizada a catequese violenta que sofreram. Como vimos, associaram, mesmo depois de tantos anos, o toque dos sinos à catequese forçada. Refeito o ambiente, iniciamos o diálogo com muita paciência e ternura, como se falássemos a crianças apavoradas com muito medo.

A certa altura da doutrinação, o índio incorporado vê um outro índio muito grande, mãos cruzadas sobre o peito nu, um gorro de pele de animal sobre a cabeça, calças também de couro e que irradiava uma energia forte, prateada. O índio incorporado sente a energia prateada. Ele o chama de Grande Pajé. O Pajé faz para o índio incorporado alguns sinais que eu não entendo e diz: "Nem todos os irmãos índios que foram trazidos aqui enxergaram o Grande Pajé." Diz ainda: "As pessoas que os trouxeram são bondosas, pois limparam suas feridas."

Continuo vendo o Cacique Thuerê agachado num canto, observando nosso trabalho.

Porto Alegre-RS, em 18/04/2003

Invasões bárbaras nas aldeias indígenas

Recebemos uma comunicação do Cacique Thuerê. Ele nos conta que conversou com o Cacique Pena Verde (um dos trabalhadores do GESJ) mas ainda não compreende tudo. Está muito desconfiado e achando difícil acreditar que viemos em paz e queremos ajudá-los. Fala sobre sua crença de que o índio nasce da terra. Comprometeu-se em levar-nos a um grupo de índios e convidou muitos guerreiros de sua tribo para cantar e dançar, celebrando nosso acordo de paz. Um fio de esperança nasce em seu coração. É a esperança de que sua tribo não vai acabar.

Depois, chegou um índio que guardava uma das aldeias na época que foi atacada pelos brancos invasores. Estava muito nervoso, com o peso da culpa, por não ter conseguido proteger sua tribo. Sentindo-se fraco, sem forças, igual a uma mulher e menos guerreiro pelo seu fracasso.

Sua mente estava muito perturbada, enlouquecida. Em sua tela mental, só via brancos chegando por toda parte. Gritavam e atiravam em mulheres e crianças que saíam correndo de suas casas.

Ele, perdido, sem saber onde socorrer primeiro, nem como combater as armas de fogo que desconhecia, viu as mulheres, velhos e crianças morrerem barbaramente.

O diálogo com esse irmão em desequilíbrio foi penoso, pois em sua tela mental não havia espaço para outras cenas menos dolorosas e violentas. Em seguida, ouvi palavras do nosso Mentor Shama Hare: "... que o Amor de Deus pode modificar, não duvideis! O Amor tudo pode transformar."

GESH, Porto Alegre-RS, em 18/04/2003

Vinde a Mim aquele que deseja seguir-Me

Em Lajeado, na residência de uma pessoa que recebe nossas Divulgações, recitamos o mantra das 12h e, naquele momento, vi Jesus junto aos índios. Ele dizia:

"Vinde a Mim. Aquele que deseja seguir-Me, tome sua cruz e siga-Me."

Após essas palavras, uma energia intensa inundou tudo indo até os abismos, regiões escuras, onde sensibilizava vitimas e algozes, fazendo-os ajoelharem-se ao recordarem a Sua Magnânima Imagem. Tocados no coração, lentamente são recolhidos e muitos despertaram após senti-l’O tão próximo.

A energia do mantra é direcionada para o grupo de índios. Os caciques e índios que trabalham no GESJ fizeram um círculo em torno do acampamento indígena.

Em grupos, formaram pequenos círculos espalhados por todos os lados, ouvindo e transmitindo informações, passando novas esperanças ao povo sofrido.

GESH, Lajeado em 19/04/2003

Alimentem os corações ávidos por carinho

Ainda na casa da pessoa amiga, recebemos nova comunicação:

Filhos amados, os pequeninos sofrem.

Sofre Jesus pregado na cruz da intolerância, incompreensão, desamor e preconceito.

São Seus os olhinhos súplices pelo pão material, mas também sentem fome de mãos afáveis que lhe alimentem o coração ávido por carinho.

Sofrem por faltarem mãos corajosas que lhes alimentem de esperança, a mente empobrecida, pelo convívio com cultura adversa à sua.

Eles também têm sede de ouvir e saber sua própria história.

Daí de comer aos pequeninos, pois se o fazeis, é a Ele que alimentam e cuidam.

Estendei vossas mãos na direção do socorro que impera ser provido.

Salve a Luz!

Irmão Francisco, Lajeado, em 19/04/2003

Cacique Thuerê canta alegre

O Cacique chega cantando.

Cabeça de Neve fala e faz. (refere-se à Margarida, cabeça branca)

Cabeça de Neve vem, traz presente para índio, traz roupa para índio, esquenta corpo de índio.

Cabeça de Neve, essa palavra é de Thuerê.

Thuerê joga palavra no vento, toda Nação Caigangue vai saber, o que Cabeça de Neve traz.

Toda Nação Caigangue vai saber que o homem branco também sabe fazer paz, não sabe só fazer guerra, trazer desgraça para o povo índio, não.

Thuerê dá palavra de índio caigangue, joga palavra no vento, vento leva, toda Nação caigangue saber.

Se Cacique Thuerê já diz: Cabeça de Neve vem conhecer índios caigangues, recebe com festa Cabeça de Neve.

Se Cacique Thuerê viaja com Cabeça de Neve para conhecer tribo de Cabeça de Neve, vai aprender as coisas que o branco sabe da paz.

Hora de acordar índio caigangue dormindo no ódio. Hora de acordar, hora de levantar o ódio e jogar embora o ódio, encher o coração de paz, levantar Nação, construir de novo paz.

Margarida - Ficamos felizes com sua decisão. Amanhã voltamos para nossa casa e o irmão no plano espiritual vai gostar dos caciques, pajés e outros irmãos índios. Também muita gente boa, amiga, sem ser índio. Vai ver que estamos falando a verdade. Vamos viver todos em paz. Todos somos filhos de Deus.

Cacique Thuerê - (canta). Índio não tem presente para branco. Presente de "outro lado da vida não consegue fazer duro" (materializá-lo) para o branco. Mas Cacique oferece dois índios, levar vocês junto. Junto com tribo de branco, dois guerreiros, valentes.

Margarida - Tupã envolva todos vocês no manto dourado do sol e na luz prateada da lua, fazendo desaparecer a fase de ódio entre os seres humanos o mais rápido possível. Somos Filhos de Deus, somos irmãos, somos humanos, temos os mesmos direitos perante o Pai. Obrigada, meu irmão.

Cacique Thuerê - canta alegre, agradecendo.

Cacique Thuerê, Acampamento dos Caigangues numa beira de estrada,

em Lajeado-RS, em 19/04/2003

Encarnam hoje como índios, os algozes de ontem

Durante a mensagem do cacique Thuerê, a energia que nos envolveu foi intensa. À medida que ele falava, captei de sua mente imagens de sua tribo, quando eram inocentes e felizes, em sua vida cotidiana. Depois dessa cena, veio outra comunicação:

Salve Jesus, salve Jesus!

É muito triste o destino dos índios. Os antepassados tentam conduzi-los aos velhos costumes, mas a modernidade do século do futuro, que é hoje, encurrala-os nas periferias das cidades, em grandes bolsões de pobreza, relegados à indiferença da população transeunte.

Há muito que os índios nestas terras eram simples criaturas despreocupadas, crianças a retirar da natureza farta o alimento, a sustentação à vida.

Encarnam hoje como índios, os algozes de todos os matizes do passado, que massacraram impiedosamente outras raças irmãs, por conquista de poder, domínio de raça, extermínio, indiferença aos seres humanos. Hoje, colhem a semeadura do passado ignominioso.

Os índios não são mais os frágeis espíritos recém-saídos de evoluções ainda primitivas. São espíritos de milenares existências.

Estendei as mãos caritativas a estes irmãos de mente limitada, de cultura confusa, imprensados entre um passado de luxuriante liberdade, um presente doloroso de resgate e futuro incerto de sobrevivência.

Estendei as mãos. Conduzi e socorrei , pois muitos destes irmãos um dia, em alguma existência, foi alguém muito querido de todos.

Jesus, o Amoroso Mestre derrama Suas Bênçãos aos frágeis irmãos, sustentando-os no resgate doloroso de suas existências.

Salve Jesus!

Cacique Pena Verde, Acampamento Caigangue, Lajeado-RS, em 19/04/2003

Obs: Cacique Pena Verde é um grande amigo, irmão e trabalhador do GESJ. Conosco iniciou sua caminhada evolutiva em 1978, quando ainda não falava português. Hoje, em nossas viagens para abertura de "portais" e no intercâmbio com tribos indígenas existentes no astral, sua presença fraterna e protetora é uma constante.

Que Jesus abençoe a todos os índios, nossos irmãos, espalhados pelo Brasil afora, nos dois planos de vida: físico e astral.

Os guerreiros do Cacique Thuerê

Vi chegarem os dois guerreiros designados pelo Cacique Thuerê para nos acompanharem e protegerem na volta para casa.

Zambi também chegou acompanhado por dois tigres enormes e com aparência muito feroz. Começou a falar com os guerreiros de Thuerê na língua deles e daí eu não poder compreender o que dizia; mas, enquanto falava, andava ao redor dos índios, observando todo seu corpo astral, como se estivesse fazendo um raio X de sua saúde espiritual. Quando terminou o exame, estava de frente para eles e os informou que lhes faria algumas perguntas as quais deveriam ser respondidas rapidamente. Quando terminou a sessão de perguntas, começou a falar em português e, dessa vez, pude entender o que dizia.

Ele olhou firmemente para os índios e disse:

- Foram enviados para fazer a proteção desse Grupo. Acham que estão em condições de realizar esse trabalho?

- Sim - responderam eles.

- Os perigos a serem enfrentados são muitos e para provar sua bravura deverão enfrentar os tigres que trouxe.

Dizendo isso, Zambi afastou-se e os dois tigres puseram-se de pé bem em frente aos índios. Estes se entreolharam, deram os braços num toque de despedida e sem demonstrar um traço sequer de medo avançaram em passos firmes na direção dos tigres que rosnavam. Então, Zambi fez um gesto com as mãos e ordenou que parassem pois tinham demonstrado coragem, passando no teste. Estavam aptos a trabalharem conosco na Comunidade Espiritual do GESJ, em missão de proteção.

Os índios só não pularam de felicidade porque isso não deve ficar bem para um guerreiro, mas, a emoção forte daquele momento ficou gravada para sempre em suas almas e podia ser vista através de seu olhar. Enfim, tinham agido com coragem e dignidade diante da missão que lhes fora confiada por seu grande chefe, o Cacique Thuerê.

GESH, Porto Alegre-RS, em 19/04/2003

Obs: Zambi é um grande chefe guerreiro africano. Juntou-se espontaneamente a nós há uns doze anos, mais ou menos, depois de observar nossas atividades espirituais e ver que não havia preconceito, discriminação quanto aos negros. Por incrível que pareça, em muitas Casas Espíritas onde se prega a caridade, "barra-se" a presença dos nossos irmãos negros e índios em suas reuniões mediúnicas.

Queria trabalhar com seus cento e vinte companheiros e achou emprego para todos, inclusive para seus gatos, como carinhosamente ele chama seus tigres, leopardos, leões e panteras.

Amamos nosso querido irmão Zambi e seus companheiros de luta. Somos todos irmãos. Assim é constituído o GESJ: de brancos, negros, amarelos, índios, mestiços e trabalhadores de última hora. Espíritos de judeus, muçulmanos, católicos, protestantes e outras.

Abrem-se as comportas do ódio

Vi cenas de dominação do homem sobre o homem, senhores e escravos, desbravadores caçando e escravizando homens livres e índios. Em seguida, vi cenas de castigos cruéis sendo impingidos aos escravos.

No plano astral, muitos daqueles seres escravizados encontravam-se ainda mantidos sob o jugo de seus senhores, porém imantados num ódio tremendo. Alguns, inclusive, deformados e já com aparência de feras, com enormes garras e dentes afiados desenvolvidos em anos de ódio acumulado, esperando oportunidade para vingarem-se.

Vi portas se abrindo, de um lado, seres hediondos saindo e avançando sobre seres humanos, seus inimigos do passado. Atacavam voando sobre eles e enfiando enormes garras e dentes em seus corpos.

Do outro lado, seres desenergizados saem pelas portas abertas e são guiados por alguma força maior. São mulheres, crianças e velhos. Eram atendidos por uma equipe de espíritos, recebiam primeiros socorros, banhos de luz e, após, eram encaminhados a hospitais no astral para tratamento.

Vi também, inúmeros combates acontecendo entre grupos de lutas: soldados, homens brancos. Alguns montados a cavalo, feras que foram libertadas antes. Os seres animalizados pulavam sobre seus algozes, dando-nos a impressão de reconhecê-los em meio a multidão de combatentes. Cravavam neles dentes e unhas, derrubavam aqueles que conseguiam e dilaceravam seus corpos astrais. Outras criaturas tinham suas energias violentamente sugadas e quedavam por terra, sem forças, vencidos.

Após as vidências, recebi a comunicação seguinte:

Inevitável confronto

Abrem-se as comportas e a ira represada há milênios derrama-se violentamente sobre os algozes ferinos.

Inevitável confronto de forças, pois não existe, por Lei Divina, entre os seres humanos, lugar para a dominação eterna.

Criada livre, a criatura humana transita entre vestes espirituais, buscando a verdadeira libertação de seus instintos inferiores, através das lutas na carne; entretanto, agrilhoa-se mais e mais, enveredando por caminhos desconexos da Ordem Divina.

Cabe ao ser restaurar o equilíbrio, enfrentando as forças opostas que provocou no passado e entregando-se totalmente, de tempos em tempos, à prova libertadora. Duros combates ainda serão travados no astral, até que a força motriz, geradora da vida, estagnada e vertida em ódio, consuma-se e seja restaurada pelo imperativo da evolução.

Sois obreiros do Pai, auxiliando vitimas e algozes, indistintamente, a recuperarem a liberdade original conferida por Deus a todos que se encontram reunidos imantados pelo ódio. Após a limpeza, o reequilíbrio das forças dará o tom necessário à abertura do portal energético do extremo sul brasileiro.

Salve a Luz! Salve a Paz!

Joana de Angelis, Canela-RS, em 14/04/2003

Povo brasileiro! Acordai para a injustiça do preconceito

Irmãos, a Nação Caigangue está em festa. Despertam para uma nova era onde a compreensão da história poderá fazer luz no progresso espiritual desse povo, filhos da terra Brasil.

Povo brasileiro! Acordai para a injustiça do preconceito e estendei a mão ao irmão índio, formando elo de amizade como uma nação que se reconhece irmã.

Não há fronteiras materiais em nosso país.

Superai as ilusórias fronteiras, como o preconceito, e edificai uma rica nação, onde a fraternidade e o amor verdadeiro unifiquem e fortaleçam ainda mais esse povo.

Brasil, Coração do Mundo! Pátria do Evangelho!

Que seja o Brasil dos brasileiros: negros, índios, brancos, mestiços, amarelos e de todas as cores e todas as raças. Salve o povo brasileiro!

Ismael, Guia Espiritual do Brasil, Acampamento Caigangue

Lajeado-RS, em 19/04/2003

 

O espírito sopra onde quer

Salve Jesus!

Há muito tempo eu já me encontrava afastado, pois o espírito que trabalha como Guia Espiritual de um médium não pode interferir nas escolhas que esse médium faz, mas também não é obrigado a seguir o caminho escolhido por ele. Portanto, quando a escolha foi feita pela médium para onde fixaria a própria mente, a partir daquele instante desfez-se o compromisso e eu fiquei aguardando, orando ao Pai, em apelo sincero, para que não houvesse dissidência nem queda, pois um planejamento de trabalho mediúnico requer muito esforço de várias partes para ser concluído com êxito.

É com muita tristeza que vemos grande parte dos acordos firmados no Plano Espiritual serem desfeitos pela ilusão da matéria.

Apenas pequenina parte dos compromissos assumidos pelos encarnados é levada a termo e concluída com satisfatória realização.

Continuo meu trabalho de assistência a esta Casa, porém, ainda durante um certo tempo, direcionando meus esforços de outra forma, em outro setor de trabalho.

Afirmo-vos que não fui eu a canalizar mensagem alguma, através de médium de outra Casa, pois se ela se afastou, se assim o fez, como já disse, não há obrigatoriedade de que o Espírito Guia a acompanhe, especialmente quando verifica o equivoco cometido pelo médium.

Há muitos anos vimos trabalhando em conjunto e guardo em meu coração imensa gratidão ao GESJ pela oportunidade do progresso conquistado por força das orientações e do trabalho de socorro àqueles que sofrem. Este é o único caminho que nos leva verdadeiramente a felicidade, não podendo ser negligenciado por razões fúteis e tolas.

Guardo também, em meu coração, o aprendizado que obtive de suas palavras firmes e ao mesmo tempo amorosas, convidando-nos ao progresso, até mesmo da linguagem. Você se recorda?

- Claro que sim, meu irmão!

- Não apenas comigo, mas com todos que, como eu, aqui chegaram, proferindo uma linguagem ainda primitiva adquirida na época da escravidão.

Todos são gratos pela oportunidade da aprendizagem e da oferta do trabalho.

Aqui permaneço por força desse amor que me une a você e a todos que aqui chegam, aos borbotões, a cada dia.

Os trabalhos de atendimento desta Casa são muito mais amplos do que possam imaginar.

Cada pessoa que aqui chega recebe carga de energia especializada e o físico é tratado dentro das necessidades de cada um. É a este trabalho que me dedico no momento.

P - De equilibrar as energias dos assistentes?

R - Sim. Daqueles que se sentam para ouvir a palestra e, enquanto ouvem, recebem a graça do tratamento reequilibrante. Poderíamos inclusive sugerir que nos dias de palestra o público viesse com suas mentes preparadas e seus corpos higienizados da alimentação pesada que muitos ainda adotam, bem como do uso do cigarro, que muitas vezes contaminam e retardam o tratamento.

Maiores benefícios esses irmãos receberiam se viessem preparados, pois a maior parte do tempo é gasta na limpeza primária. Um banho antes do tratamento ajudaria muito a eles próprios, economizando nosso tempo. Em muitos casos, o tempo que resta depois da limpeza que fazemos é tão curto que mal podemos tratar do ferimento com a aplicação do curativo necessário, quanto mais nos delicados trabalhos de cirurgia, que em alguns casos poderiam ser feitos ali mesmo, sem necessidade de assepsia mais pormenorizada.

E, por enquanto, ficarei nessa atividade.

- A Casa é vossa, pai Benedito. Creio que nossa amizade vem de longas datas, de outras existências e não da época que o irmão começou a se comunicar conosco, em Bento Ferreira, naquele pequenino núcleo, na casa de uma amiga, em junho de 1968.

- Sim, já nos conhecemos de outras vidas. Lembra-se da época em que assaltávamos as caravanas nas estradas? Eu fazia parte do bando e atendia ao vosso comando. Naqueles tempos, nem tanto para o bem nós agíamos.

M - Nós progredimos.

B - Avançamos um pouco.

- Continue no GESJ, pode ser que a mente da nossa irmã desperte. Ela parece estar hipnotizada pela vaidade e presunção. O irmão sabe que o afastamento do atendimento ao público não partiu de mim e sim do nosso querido Mentor Ramatis que conhece os mais íntimos pensamentos de todos nós. Pediu-me que eu a afastasse dos trabalhos mediúnicos por uns meses e que ela, nesse período, se dedicasse ao estudo da Doutrina Espírita para reequilibrio da mente.

- Ordem acertada, porque desde muito haviam sidos desligados os fios que a conectavam aos seus Instrutores espirituais; porém, foi permitido que ainda permanecesse por uns tempos na tentativa de restabelecer o equilíbrio necessário para religação com a tarefa mediúnica.

A irmã foi afastada porque já não havia mais intenção de reequilibrio. Em sua mente já se formava a névoa perniciosa e contaminante, sendo, portanto, necessário afasta-la, para que não alcançasse outras mentes, perturbando-as ao ponto de prejudicar os atendimentos ao público e aos desencarnados.

Que a Luz do Alto possa recair sobre essa irmã e que ela desperte, recordando-se da jornada até então percorrida, lembrando-se de que ainda falta um trecho do caminho que precisa ser alcançado, porém com a mente limpa dos maus pensamentos e o coração livre dos maus sentimentos.

Que desperte a tempo e percorra feliz seu caminho gastando o tempo que falta no cumprimento do Plano estabelecido antes do reencarne, porque assim não procedendo, mais sofrimento levará para suas existências futuras.

Não deserteis vós, que ainda permaneceis no trabalho, pois não existe tristeza maior para o espírito que chegar no plano espiritual e verificar sua deserção e todo o trabalho planejado para ele ter sido desfeito pela opção voluntariosa e cega.

As pessoas médiuns não reconhecem a oportunidade que o Pai lhes oferece e que terão que responder pelo abandono da tarefa.

Salve a Luz. Eu me despeço em nome de Jesus.

Pai Benedito, ex-escravo

Comentário

Hoje,ele é Pai Benedito. Todavia, em encarnações passadas, foi médico. Quando iniciou a comunicação conosco, através de uma médium que já se afastou do GESJ, deu o nome de Pai Benedito e apresentava-se aos olhos dos médiuns como um preto velho que havia sido escravo. O porquê de havermos trazido a público esta história, é que a médium no Centro onde trabalha agora assina mensagens com o nome dele. Daí ele se comunicar e declarar taxativamente que não é ele e expõe seus motivos. Tudo aconteceu um dia de maneira espontânea, da parte dele, sem pedidos nossos.

As décadas de trabalho que possuímos nessa área me permitem afirmar que o orgulho e o ego exacerbado de muitos medianeiros fazem com que eles achem que o seu Guia Espiritual tem seus passos controlados e dirigidos por eles e que vivem também pulando de galho em galho que nem macaco,s segundo a vontade do médium, ou seja, mudando constantemente de Centro, porque, ao seu modo de julgar, nenhum serve. Esqueceram de que nem o próprio Grupo de Jesus foi perfeito: um negou, outro o vendeu, outro duvidou de suas palavras. Além disso, andavam sempre querelando. Não há grupo perfeito de seres humanos.

Esquecem-se de que ninguém é de ninguém. Esquecem-se de que o espírito sopra onde quer. Esquecem-se de que "guiado" não é guia.

Já diz um velho provérbio: "Água benta e presunção, cada um toma a dose que quer."

Passaram-se os dias e eis outra mensagem do Irmão Benedito, desta vez em palestra pública, através da psicografia. Ei-la.

Margarida

Conselho e orientação

Salve Jesus, o Mestre que nos conduz!

Irmãos, a luz do conhecimento vos chega através dos ensinamentos aqui ministrados. Estejais com vossas mentes ligadas e dispostas a aprendizagem, pois assim procedendo, estareis acessíveis às Energias Magnéticas Superiores reinantes no ambiente, estando vossos corpos em condições de receber e absorver as energias curadoras que estejais necessitados.

Aqui estamos como Servos de Jesus, dispostos ao trabalho em vosso benefício e também daqueles que do plano invisível vos acompanham.

Nada podemos fazer por vós se não estiverdes em posição receptiva para receberdes a ajuda de que careceis. Portanto, irmãos, devereis estar com vossas mentes ligadas ao ensinamento, pois à medida que ouvis e entendeis, vossas vibrações se modificam, e vos colocais na posição de receptores das Energias abundantes que do Alto se derramam sobre vós.

A absorção da Energia Superior e os benefícios usufruídos por vosso corpo, como conseqüência, estão diretamente relacionados com vossa atenção e entendimento daquilo que ouvis.

Aquele que dorme na hora da palestra, desliga-se do ambiente e perde a oportunidade de usufruir desta Energia Superior e, muitas vezes, atendendo aos obsessores que os acompanham, que não desejam seu progresso.

Aquele que divaga em outros pensamentos de baixa vibração torna-se impermeável ao fluxo da Energia Superior.

Mantende-vos em posição de recepção e aproveitamento maior do ambiente salutar e vos sentireis cada vez mais lúcidos, sadios e dispostos, pois vos mantereis abastecidos e renovados intimamente, recebendo e absorvendo semanalmente cota energética superior.

Jesus nos abençoe.

Benedito, humilde servo, em 23/11/2004 (hoje, médico integrante da Equipe Médica do GESJ)

Um dia fui escravo

Salve Jesus! Salve Jesus!

Um dia fui escravo.

Era livre e feliz, partilhava com os entes queridos de serena paz.

Abruptamente aprisionado, atravessei o mar das tormentas atrozes, imobilizado por correntes que, durante séculos, mantiveram-se presas em mim, arrastando-me ao vale do ódio e da vingança.

Tornei-me, então, escravo de mim mesmo, pois não compreendia que tamanha dor sofrida era apenas a colheita da semeadura imprevidente que há milênios impingira ao próximo.

Após lutas acerbas, despertei!

Compreendi que somente a força do amor e do perdão, através do trabalho com Jesus, conseguiria enfim libertar-me e, com as vestes limpas, ascender a novas esferas superiores!

No momento, percorro a estrada da renovação e como humilde Servo de Jesus nesta Casa, palmilho com antigos algozes, hoje irmãos, a estrada da regeneração!

Salve Jesus, o amado Mestre da Luz!

Falange dos Beneditos, em 17/05/05

 

Nenhuma força será capaz de deter os passos do Servo Fiel

"Em Nome da Luz vimos ter convosco, mais uma vez, confirmando o nosso compromisso de acompanhar-vos em todas as etapas da "transição planetária" que ora se processa.

Como sempre, vimos esclarecendo a todos que nossa presença entre vós não tem o objetivo de causar ou disseminar o pânico, mas, tocar vosso intimo, despertando as consciências adormecidas.

Erguei-vos da inércia egoística na qual vos habituastes a pensar e agir, ao longo das encarnações.

Muito tempo tivestes para compreender e agir de acordo com a Lei Maior, com os ditames do Evangelho de Jesus, não sendo agora, no final do ciclo, que recebereis mais tempo.

Lições aprendidas avançam o aluno. Lições não aprendidas fazem com que retornem ao inicio,

para aprender tudo novamente.

Erguei-vos voluntariamente! Vinde alistar-vos nos Exércitos da Luz!

Conclamamos e esclarecemos a todos os que possuem o conhecimento em suas mentes, que este não vos é dado apenas para vossa redenção espiritual, mas que com ele possais estender as mãos àqueles que nada conhecem, porque negligenciaram suas oportunidades.

O momento é grave e aquele que quiser elevar-se acima dos padrões vibratórios vigentes na maioria de vossa humanidade, alistai-vos e trabalhai, deixando de lado as lamentações, os apegos, as tristezas.

Muitos de vós que aqui estais (refere-se ao nosso GESJ), trazeis convosco nos corações perturbados e mentes em desalinho, sentimentos desnecessários e nocivos à saúde do espírito, porquanto, se aqui estais, o que mais necessitais, cuja ausência poderia causar tanta perturbação?

Quantos gostariam de poder, com as próprias pernas, caminharem em direção à Luz, mas não podem, pois não têm pernas e se as têm, não possuem forças para movê-las, ou estão atolados no lodaçal de ações inescrupulosas que adotaram como conduta ao longo dos anos.

Outros, querendo enxergar e ouvir mas não podem, estão cegos e surdos aos clamores do Bem, confundidos pelo brilho da matéria que a tantos seduz e aprisiona.

Quantos gostariam de ofertar a força das próprias mãos na corrigenda do irmão menor, na edificação do trabalho coletivo no auxilio caritativo, mas não podem ou não sabem como. E vós, aqui reunidos, atraídos talvez pela esperança do milagre transformador, alcançaram a esperança sim, mas através da renovação que tudo pode e que movimenta todas as forças em favor dos fracos que desejam crescer. Portanto, ante nossos olhos, estais todos habilitados ao trabalho, bastando para tanto que a vontade seja vossa mestra e vos guie os passos, ainda trêmulos, no caminho da Luz. Há muita dor e lamento, não só no plano físico, mas, especialmente, entre as criaturas desprovidas da carne, que transitaram sobre a Terra quais viajantes felizes, em gozo de férias por balneários. Despreparado, o viajor atravessa o túnel da morte e alcança um outro mundo, sem bagagem, vazio. Cai, e os gritos de dor e lamentos que escutamos são aterradores.

Vinde, irmãos, trabalhai em nome do Cristo! É Ele quem nos conclama neste final de ciclo planetário à renovação da vida sobre a Terra. Tende fé, aceitai a morte com resignação e humildade, pois a morte é vosso destino. A vida no plano físico nada mais representa do que pequenina passagem de aprendizagem e luta para o ser humano terreno.

Abrimos nesta assembléia o contato para esclarecimentos de quantos desejem fazer perguntas, pertinentes e amadurecidas pelo estudo do Evangelho do Cristo e das lições que vimos transmitindo ao longo dos anos.

- Fomos orientados a nos oferecer, durante o sono, para o trabalho de apoio aos desencarnados nessa catástrofe da Ásia e África. Se, no dia seguinte, nos sentirmos afetados negativamente com a tarefa, o que devemos fazer?(Pergunta feita por uma pessoa presente a reunião.)

- Fortalecer a fé, pois é a fé que vos falta. Tendo fé, nenhum mal haverá de alcançar o irmão bondoso que oferta as forças do próprio coração em favor do próximo. Toda atitude movida pelo amor sincero e desinteressado, jamais poderá resultar em prejuízo a qualquer das partes. Tende fé, pois nenhum mal haverá de acometer-vos no socorro caritativo aos que sofrem, seja na superfície, no astral da Terra ou nos abismos hediondos em que criaturas perversas habitam. Nenhum mal alcançará um Servo de Jesus.

Que vossas mentes possam receber as Bênçãos de Luz enviadas pelo Pai e, fortalecidos, decidam-se por ingressarem nas fileiras do Exército de Trabalho que todos nós compomos, em favor do Amor, da Luz e do Bem.

Margarida - Irmão, nossos agradecimentos por vossa visita amiga, esclarecedora, em momentos tão difíceis que a Terra está passando, e parece-me que esses momentos vão se prolongar ainda por muito tempo. Muito obrigada, Irmão!

- Há anos estivemos convosco anunciando a nossa presença e o compromisso de convosco trabalharmos enquanto a seriedade e o trabalho sincero aqui estivessem e reafirmamos neste momento que nenhuma força será capaz de deter os passos do servo fiel.

Convosco estamos e convosco estaremos, ainda que a dor perturbe vosso meio.

Comandante Yury, GESJ, em 04/01/2005,

Mensagem psicofônica em reunião pública

A má utilização do livre arbítrio

Amadas irmãs, vossas aparências frágeis escondem a realidade da força que vos conduz nas atitudes diárias.

Em vossas mentes reside o universo. Tudo quanto desejardes alcançar, é com a força mobilizadora da vontade que deveis fazer.

Fostes criados e desenvolvidos em consonância com as energias progressistas do cosmos e essa universalidade essencial torna a todos irmãos. Na medida em que avançais em moral e conhecimento, vossa luz ascende um grau. Ao mesmo tempo a força propulsora de vossa ascensão impulsiona aqueles que estão imediatamente atrás de vós. Isso acontece automaticamente no mecanismo de associação dos mundos. Uma vez despertos em vossas consciências, passais a buscar, voluntariamente, através do trabalho e da renúncia regados pelo amor fraterno, influenciar a elevação dos que lhes atravessam o caminho, assim como do Alto, mentes brilhantes e corações puros dedicam-se a auxiliar-vos na escalada evolutiva.

Sois todos como elos de uma mesma corrente, gotas de água de um mesmo rio. Se todas as coisas que fazeis é com amor, o resultado final revelará o teor vibratório de que foi feito, mas se é o ódio ou a vingança que motiva as decorrentes ações, então o panorama revelado é aquele ao qual estais submetidos e onde viveis encarcerados pela má utilização do livre arbítrio.

Do mesmo modo, se é a cooperação que movimenta as forças transformadoras, vereis formar-se o organismo social e este será resultado do pensamento grupal. Todavia, se é a competição que conduz a coletividade, somente a destruição será advinda.

Por toda parte, buscai sintonizar-vos às elevadas vibrações da cooperação, iniciando com vosso próprio ser, indo até o próximo mais carente que vós e finalmente alcançando as coletividades de vossa nação e de todo planeta.

P - Quem sois?

R - Alguém que vos acompanha e instrui.

P - Posso saber seu nome?

R - Pode me chamar de Azol. (Eu a via como uma índia americana)

P - O que significa este nome?

R - Aquela que é Universal.

- Apresenta-se como índia, mas sinto-a como uma extraterrestre.

R - Assim deve ser. É preciso que a humanidade compreenda sua existência como uma parte pequena trajetória no ciclo de vida planetária e que sua existência não decorre da capacidade que tem de salvar ou dominar o mundo, mas de ser salvo e cooperar com ele.

Os que buscam integrar-se às forças harmoniosas da natureza, estarão integrando-se com o cosmos e reajustando a própria vida à sinfonia regida pelo Pai. No entanto, todo aquele que se afastar do equilíbrio universal, afasta-se da humanidade intrínseca que existe e conseqüentemente, afasta-se da universalidade do ser, individualizando-se mais e mais, enredando-se fortemente nos densos fios da matéria, permanecendo atados a eles. Em outros orbes haverão de religarem-se, para adquirirem nova oportunidade.

Deveis olhar vossa história analisando o passado, com o objetivo de direcionar acertadamente vossas atitudes presentes, criando um movimento coletivo de ascensão que deva atingir o maior número possível de habitantes terrenos.

Sede, todos vós, Trabalhadores da Luz, firmes no propósito de ascender individualmente e, ao mesmo tempo, labutar na ascensão coletiva de seu grupo-família espiritual.

Salve a força da Luz

Azol, GESH, em 29/05/2004

O Exército das Sombras avança

Paz em todos os quadrantes! Paz também em vossos corações!

Irmãos, o astral da Terra caminha velozmente em direção a quadros crescentes de desequilíbrio e dor. Apesar de todo esforço engendrado pelas Equipes de Trabalho neste planeta na presente hora, muito pouco vimos conseguindo, no sentido de conter o avanço das sombras sobre os encarnados inescrupulosos, tiranos e perversos.

O despreparo, a ignorância e a fraqueza de espírito da grande turba vazia dos valores cristãos não representa resistência alguma ao avanço do Exército das Sombras.

Por outro lado, o planeta agonizante, com suas energias altamente perturbadas pelos efeitos físicos e extrafísicos das graves e constantes intervenções a ele impingidas, acelerou seu processo de renovação energética, entrando no quadrante de acesso à quarta dimensão. Aproxima-se, portanto, o ponto zero da contagem que faremos até o momento em que resgataremos no físico aqueles capazes de enfrentarem com galhardia e amor os penosos instantes que farão do vosso planeta uma nova Terra e, de vós, novos seres humanos.

Permanecei conosco em vibrações de luz aqueles que já alcançaram as notas mais altas e acelerai o passo aquele cujo tom ainda pode ser elevado.

Muito faremos para tê-los conosco, mas não faremos tudo, pequena parcela de esforço deverá ser empreendida por vossas vontades.

Retirai o véu que vos cobre o olhar certeiro sobre o imponderável da vida e ponderai sobre vossos caminhos. Ao lado de cada um haverá sempre um de nós pronto para colaborar no projeto de ascenção espiritual sincera, pura e amorosa.

Paz a todos.

Comandante Ashtar Sheram, GESH, em 18/02/2005

 

Shama Hare entrega o cajado a seu sucessor

Vi adentrar o Centro uma nuvem negra e delgada, de vibrações deletérias. Entrou aos poucos e parecia conduzida por alguma técnica oculta. Causou perturbação no equilíbrio astral da Casa, desestabilizou o equilíbrio que havia e notei pensamentos negativos atravessarem o ar e perturbações afligirem os espíritos. É como se, aos poucos, tudo e todos fossem se desarmonizando do seu estado normal. Mais nuvens dessa espécie entrarão e com elas a perturbação iniciada crescerá.

Após essa vidência, recebi a comunicação seguinte:

Há muito vínhamos planejando a presente encarnação como oportunidade bendita de renovação e progresso. Concretizados nossos objetivos, deixamos aos aspirantes a manutenção do equilíbrio desta Casa (GESJ) para que, dando continuidade aos trabalhos, socorram o maior número possível de seres desatinados nessa fase turbulenta que passa a humanidade.

Vossa responsabilidade cessa em termos, assim como a minha no comando deste grupo de espíritos a nós ligados pelas lutas travadas, no passado de ignorância, rebeldia e delinqüência espirituais.

Antes, porém, que entregue "o cajado ao sucessor" que seguirá acompanhando o próximo Dirigente do GESJ, aguarda-nos uma última batalha e esta necessitará ser vencida, pois será decisiva no que se refere aos pilares de sustentação dos trabalhos desta Casa.

A nuvem negra e densa que foi vista pela médium que a descreverá, alcançará a Obra para testá-la. Avança em ritmo controlado pelos Técnicos da Casa e só irá até onde permitirem.

Devereis agir como espectadora, mais do que como dirigente, para que seus sucessores sintam já o peso de sua responsabilidade.

Assim também o farei, pois que conosco já caminha o próximo Guia Mentor Espiritual do Grupo.

Em breve mais informações. Paz, sempre.

P - O senhor partirá ou continuará por perto?

R - Permanecerei convosco até o fim. Permaneceremos todos, mas passo agora o comando para o treinamento daquele que me sucederá entre vós.

P - Podemos saber quem é? Já o conhecemos?

R - Ainda não é a hora.

Shama Hare, 21/01/2005

João Batista assume o comando do GESJ

É certa a idéia de que Forças Retrógradas intentam contra vós. Investem nos pensamentos e nas ações deletérias de vossas forças. Como bem sabeis, nada a temer. Estamos a postos vigiando todos os passos que dão as torpes criaturas.

É em meio a essa turbulência que chego, vindo assumir o comando, conforme as orientações recebidas do Mais Alto, colocando-me ao vosso dispor para, com a ajuda do Excelso Rabi, colaborar na condução dos trabalhos desta Casa.

Meu espírito cresceu e desenvolveu-se em meio a turbulência dos fortes ventos de eras marcadas pelos acontecimentos que precederam a vinda do Cristo. Edifiquei minha fé marcado pelo Amor Sublime do Excelso Rabi e em Sua Presença a coloco agora diante de vós.

Juntos trilharemos o percurso final, até o momento decisivo em que somente pedra sobre pedra restará sobre o planeta. Juntos já estivemos, porém agora mais de perto acompanharemos as diversas atividades empreendidas por esta Casa. Irmãos, guerreiros, somos todos trabalhadores incansáveis da seara do Mestre Amado e a Ele serviremos com todas nossas forças, por um mundo renovado e repleto de luz.

De vossa parte, nenhum procedimento deverá ser adotado ainda contra aqueles que intentam contra a Casa, até que cheguem e adentrem os portões no plano físico. Só então serão desmascarados e revelados como inimigos que são, pelas escolhas que fizeram de colocar-se contrários às sementes de luz semeadas pela Vontade do Pai. Naquela hora, expulsos pela Força da Luz, naturalmente afastar-se-ão, deixando-vos a paz de sempre.

P - O irmão poderia se identificar para sabermos quem é o novo Instrutor?

R - Sou vosso irmão e amigo João Batista.

- Que alegria para nós, meu irmão! Mais uma vez o irmão ter vindo à nossa Casa. Nosso coração se rejubila nesse momento por uma dádiva tão grande ofertada pelo Pai Magnânimo.

A Casa é vossa, meu irmão, há muito tempo. Eu costumava em nossas reuniões públicas dizer que minha personalidade estava mais para João Batista do que para Jesus. Não que eu não admirasse o Mestre, não procurasse segui-lo, mas eu sentia que alguma coisa na minha maneira de ser e de agir lembrava um pouco a maneira que o irmão era naquela encarnação como precursor de Jesus.

Boas vindas de coração de todas nós aqui presentes e de todo o GESJ.

R - Os tempos atuais e os vindouros serão de tamanha perturbação que necessitarão de todos nós, para o resgate das consciências guerreiras que guardamos em tantas vidas, pois todos os combates serão travados e constantemente seremos convocados às lutas, como bem sabeis e já vindes realizando.

Maiores e mais intensas, as lutas se tornarão. Avivai vossa porção guerreira! Estamos agora todos do mesmo lado, pois somos "cordeiros de Deus", irmãos amorosos uns dos outros, "Servos de Jesus Amado". Contudo, nossa doçura e amor necessitam do revestimento e da firmeza das mãos do guerreiro.

Avante! A luta nos convida a deixarmos para trás a inércia de nossos pensamentos infantis. Mobilizemos a força e a vontade, as consciências despertas e as coloquemos a serviço da luz.

Salve a força que nos conduz! Salve o Divino Mestre Jesus!

João Batista, GESH, em 03/02/2005

Encerramos 2005 com esta Divulgação desejando aos nossos leitores e amigos neste Natal os mais sinceros votos de paz, harmonia, saúde e alegria

Que 2006 renasça em cada coração a certeza da Presença Amorosa do Mestre Jesus. Haja o que houver tenhamos sempre esperança em vermos nossa querida Mãe Terra renovada.

Um abração carinhoso para todos,

do GESH visível e "invisível"

Estaremos sempre divulgando, através dos meios disponíveis ao nosso alcance, mais esclarecimentos a respeito de nossos Irmãos Maiores de outros planetas e do Interior da Terra. Estas informações são de domínio público e podem ser copiadas, no todo ou em parte sem prévia autorização, para distribuição gratuita e desde que não seja alterado o sentido. Fica também autorizada sua tradução para qualquer idioma, para o que solicitamos apenas o envio de uma cópia para nossos arquivos e posterior divulgação. É proibida a comercialização destas informações.

Nossas obras: Pétalas de Luz; Os Extraterrestres e Nós, Vols. I e II; Cidades Intraterrenas - O Despertar da Humanidade em conjunto com a 2ª edição de Os Intraterrestres de Stelta e Os Extraterrestres e Nós, Vol. III - Os Decaídos e Sua Trajetória Terrestre;

Leia nossas obras. Novos conhecimentos transbordam.

Parar, pensar, mudar.




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